Logística inversa para un mundo mejor

ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
1
LOGISTICA INVERSA PARA UN MUNDO
M
E
J
O
R
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
I
NT
R
O
DU
C
I
Ó
N
Desde
f
i
n
a
l
e
s
d
e
l
s
i
g
l
o
XVIII
l
a
d
e
no
m
i
n
a
d
a
r
e
v
o
l
u
c
i
ón
i
ndu
s
tr
i
a
l
apor
f
o
r
m
i
d
a
b
l
e
s
b
e
n
e
f
i
c
i
o
s
a
l
a
s
o
c
i
e
d
a
d,
l
a
m
od
e
r
n
i
z
a
c
i
ón,
m
e
c
a
n
i
z
a
c
i
ón
de
l
o
s
p
r
o
c
e
s
o
s
i
ndu
s
tr
i
a
l
e
s
,
s
u
r
g
i
m
i
e
n
t
o
de
y
a
c
i
m
i
e
n
t
o
s
de
h
i
e
rr
o,
a
p
a
r
i
c
i
ón d
e
l
f
e
rr
o
c
a
rr
il
,
b
r
i
nd
a
r
on
enormes
c
a
n
t
i
d
a
d
e
s
de productos
y
s
e
rv
i
c
i
o
s
,
en
pro
de
l
a
hu
m
a
n
i
d
a
d,
todo
f
u
e e
n
c
a
j
a
ndo
con
a
b
s
o
l
u
t
a
p
e
r
f
e
cc
i
ón,
l
a
s
o
c
i
e
d
a
d,
l
o
s
e
m
p
r
e
s
a
r
i
o
s
y
e
l
gob
i
e
r
no
no
mostraban
n
i
ngun
a
p
r
e
o
c
up
a
c
i
ón
sobre
l
a
c
a
n
t
i
d
a
d
y
c
a
li
d
a
d d
e
c
on
t
a
m
i
n
a
n
t
e
s
que se
g
e
n
e
r
a
b
a
n.
S
i
n
embargo,
hoy
e
l
t
i
e
m
po
nos
e
s
t
á
pasando
l
a
f
a
c
t
u
r
a
,
en mundo que
h
a
b
i
t
a
m
o
s
se encuentra cada vez más devastado, envenenado a cada segundo
por
l
a
s
i
ndu
s
tr
i
a
s
, d
e
r
i
v
a
do
de
e
s
t
a
s
i
t
u
a
c
i
ón
e
l
gob
i
e
r
no
en
l
o
s
d
i
f
e
r
e
n
t
e
s
n
i
v
e
l
e
s
se
v
i
o
i
m
pu
l
s
a
do
a
l
e
g
i
s
l
a
r
l
a
s
a
c
t
i
v
i
d
a
d
e
s
r
ea
li
z
a
d
a
s
y
e
l
i
m
p
a
c
t
o
g
l
ob
a
l
que
e
ll
a
s
tenían
h
a
c
i
a e
l
m
e
d
i
o
a
m
b
i
e
n
t
e
,
i
m
pu
l
s
a
ndo
a
c
t
i
v
i
d
a
d
e
s
de
r
e
c
up
e
r
a
c
i
ón,
r
e
c
i
c
l
a
j
e
y
r
e
u
t
ili
z
a
c
i
ón
de
p
r
odu
c
t
o
s
.
Por otro
l
a
do
es
n
e
c
e
s
a
r
i
o
destacar que
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
representa una
g
r
a
n
área de
opo
rt
un
i
d
a
d
para
l
a
s
empresas,
l
og
r
a
ndo
r
e
du
cc
i
ón
de costos,
e
s
t
e
concepto se proyecta
como uno
de
l
o
s
m
e
j
o
r
e
s
n
e
go
c
i
o
s
d
e
l
tercer
m
il
e
n
i
o,
l
a
i
d
ea
de
r
e
u
t
ili
z
a
r
l
o
s
b
i
e
n
e
s
que desechamos
s
e
r
á
un
f
a
c
t
o
r
e
c
onó
m
i
c
o p
r
e
pond
e
r
a
n
t
e
,
uno
de
l
o
s
p
r
i
n
c
i
p
a
l
e
s
retos
s
e
r
á
l
og
r
a
r un
c
a
m
b
i
o
c
u
l
t
u
r
a
l
a
dqu
i
r
i
do
décadas
a
tr
á
s
de
u
s
a
r
y
t
i
r
a
r
E
l
presente documento da a conocer
l
o
s
p
r
i
n
c
i
p
i
o
s
b
á
s
i
c
o
s
de
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
,
sus
c
a
r
a
c
t
e
s
t
i
c
a
s
y
p
r
o
c
e
d
i
m
i
e
n
t
o
s
,
a
como
b
r
i
nd
a
r un
panorama
g
e
n
e
r
a
l
de
l
o
s
b
e
n
e
f
i
c
i
o
s
b
il
a
t
e
r
a
l
e
s
que una empresa
s
o
c
i
a
l
m
e
n
t
e
r
e
s
pon
s
a
b
l
e
representa para
e
l
m
e
d
i
o
a
m
b
i
e
n
t
e
..
Se hará una
d
e
f
i
n
i
c
i
ón
de
l
o
s
conceptos
u
t
ili
z
a
do
s
,
t
a
l
e
s
como:
d
e
s
a
rr
o
ll
o
s
u
s
t
e
n
t
a
b
l
e
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
2
DEFINICION Y
A
NT
ECE
D
E
NT
E
S
Una
i
d
ea
vaga de
l
o
que
s
i
gn
i
f
i
c
a
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
r
ea
li
z
ó
su
a
p
a
r
i
c
i
ón
en
l
a
d
é
c
a
d
a
de
l
o
s
años 70´s de
l
a
mano de
G
i
n
t
e
r y
S
t
a
r
li
ng
cuando empezaron a
u
t
ili
z
a
r
t
é
r
m
i
no
s
como:
c
a
n
a
l
e
s
i
n
v
e
r
s
o
s
o
f
l
u
j
o
s
l
og
í
s
t
i
c
o
s
i
n
v
e
r
s
o
s
r
e
l
a
c
i
on
a
do
s
d
e
manera
d
i
r
e
c
t
a
con
e
l
r
e
c
i
c
l
a
j
e
,
s
i
n
embargo
l
a
i
d
ea
no tuvo
mucho eco en
e
l
á
m
b
i
t
o.
V
a
r
i
o
s
años después, en
l
a
década de
l
o
s
90´s surge
e
l
t
é
r
m
i
no
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
acuñado
por
James
Stock
en
1992,
d
e
f
i
n
i
e
ndo
de manera
c
l
a
r
a
e
l
flujo
que
s
upon
e
l
a
r
e
u
t
ili
z
a
c
i
ón
de productos
y
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
y
que va opuesto
a
l
flujo
c
on
v
e
n
c
i
on
a
l
a
l
de
l
a
cadena de
s
u
m
i
n
i
s
tr
o
,
Stock (
1992
)
Un
concepto
muy
i
m
po
rt
a
n
t
e
es
e
l
que emerge en
e
l
año de
1995
d
e
f
i
n
i
e
ndo
G
e
s
t
i
ón
de Productos Recuperados,
cuyo
ob
j
e
t
i
v
o
es
r
e
c
up
e
r
a
r
tanto
v
a
l
o
r
e
c
onó
m
i
c
o
(y
e
c
o
l
óg
i
c
o
) como
sea
po
s
i
b
l
e
,
r
e
du
c
i
e
ndo
de
e
s
t
a
f
o
r
m
a
l
a
s
c
a
n
t
i
d
a
d
e
s
f
i
n
a
l
e
s
de
r
e
s
i
duo
s
Van Nunen
y
Van Wassenhove
(
1995
)
F
i
n
a
l
m
e
n
t
e
en
e
l
año
2004
e
l
grupo
de
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
f
und
a
do
v
a
r
i
o
s
años
a
tr
á
s
d
i
o o
r
i
g
e
n
a
l
t
e
r
m
i
no
más
c
o
m
p
l
e
t
o
que conocemos
hoy
en a,
e
l
proceso
d
e
p
l
a
n
i
f
i
c
a
c
i
ón,
i
m
p
l
a
n
t
a
c
i
ón
y
c
on
tr
o
l
d
e
l
flujo
de
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
,
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o
s
en curso y
productos
t
e
r
m
i
n
a
do
s
,
así
como
de
l
a
i
n
f
o
r
m
a
c
i
ón
r
e
l
a
c
i
on
a
d
a
,
desde
e
l
punto
d
e
f
a
b
r
i
c
a
c
i
ón,
d
i
s
tr
i
bu
c
i
ón,
o
de uso,
h
a
c
i
a
e
l
punto
de su
r
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
o punto
p
a
r
a
su correcta
e
li
m
i
n
a
c
i
ón
,
De
Br
i
tt
o
y
Dekker
(
2004
)
A
través de
l
o
s
años
e
s
t
e
concepto ha tomado cada vez más
f
u
e
r
z
a
l
og
r
a
ndo
ob
j
e
t
i
v
o
s
como
l
a
f
i
r
m
a
d
e
l
Programa de
M
e
d
i
o
A
m
b
i
e
n
t
e
,
e
f
e
c
t
u
a
d
a
por
l
a
un
i
ón
europea a
p
r
i
n
c
i
p
i
o
s
d
e
l
año
2000,
en
l
o
s
países de
a
m
é
r
i
c
a
l
a
t
i
n
a
se e
n
c
u
e
n
tr
a
n
r
e
gu
l
a
do
s
l
o
s
t
é
r
m
i
no
s
de
r
e
c
o
l
e
cc
i
ón
y
d
i
s
po
s
i
c
i
ón
f
i
n
a
l
de
l
o
s
r
e
s
i
duo
s
,
en
M
é
x
i
c
o
por
e
j
e
m
p
l
o,
e
l
o
r
g
a
n
i
s
m
o
s
r
e
gu
l
a
do
r
es
l
a
S
E
M
A
R
N
A
T
.
D
E
S
CR
I
P
C
I
Ó
N
Para recuperar de manera correcta
l
o
s
productos es
n
e
c
e
s
a
r
i
o
ll
e
v
a
r
a cabo
l
a
puesta en marcha de
s
i
s
t
e
m
a
s
l
og
í
s
t
i
c
o
s
e
f
i
c
a
c
e
s
cuya
f
i
n
a
li
d
a
d
sea
c
a
n
a
li
z
a
r
l
o
s
productos desechados
por
e
l
c
on
s
u
m
i
do
r
en manos
d
e
l
productor para
r
e
i
ng
r
e
s
a
r
l
o
s
a
l
a
cadena de
s
u
m
i
n
i
s
tr
o
o
b
i
e
n
r
ea
li
z
a
r
su correcto
d
e
s
e
c
ho.
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
3
Es
n
e
c
e
s
a
r
i
o
i
d
e
n
t
i
f
i
c
a
r
e
l
concepto
s
i
gu
i
e
n
t
e
para
l
a
d
e
s
c
r
i
p
c
i
ón
de
e
s
t
e
p
r
o
c
e
s
o.
M
a
t
e
r
i
a
p
r
i
m
a
:
La
c
on
s
t
i
t
u
c
i
ón
i
n
i
c
i
a
l
de
un
producto,
l
a
s
c
a
r
a
c
t
e
s
t
i
c
a
s
de
e
s
t
a
d
e
f
i
n
i
r
á
n
l
a
s
p
r
op
i
a
s
d
e
l
producto
como
son
r
e
s
i
s
t
e
n
c
i
a
,
f
un
c
i
on
a
li
d
a
d
entre
o
tr
o
s
.
F
l
e
i
s
c
h
m
a
nn
d
e
c
l
a
r
o
que
un
producto
f
u
e
r
a
de uso debe ser
c
l
a
s
i
f
i
c
a
do
por
su
g
r
a
do
de
d
e
s
c
o
m
po
s
i
c
i
ón
e
n
:
R
e
u
t
ili
z
a
c
i
ón
:
M
a
n
t
i
e
n
e
su
i
d
e
n
t
i
d
a
d,
nu
l
a
d
e
s
c
o
m
po
s
i
c
i
ón.
R
e
p
a
r
a
c
i
ón
: D
e
s
c
o
m
po
s
i
c
i
ón
b
a
j
a
,
r
e
qu
i
e
r
e
s
u
s
t
i
t
u
c
i
ón
de
a
l
guno
s
c
o
m
pon
e
n
t
e
s
Re
f
a
b
r
i
c
a
c
i
ón
: D
e
s
c
o
m
po
s
i
c
i
ón
m
e
d
i
o
a
l
t
a
,
ún
i
c
a
m
e
n
t
e
son recuperadas
c
i
e
rt
a
s
p
i
e
z
a
s
d
e
l
p
r
odu
c
t
o.
R
e
c
i
c
l
a
j
e
: Ú
n
i
c
a
m
e
n
t
e
se recupera
l
a
m
a
t
e
r
i
a
p
r
i
m
a
,
p
e
r
d
i
é
ndo
s
e
l
a
i
d
e
n
t
i
d
a
d
d
e
l
p
r
odu
c
t
o.
Para que
un
s
i
s
t
e
m
a
de
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
f
un
c
i
on
e
se deben
ll
e
v
a
r
a cabo
c
i
e
rt
a
s
f
un
c
i
on
e
s
o
c
i
c
l
o.
R
e
c
e
p
c
i
ó
n
del pr
o
du
c
t
o
D
i
s
t
r
i
bu
c
i
ón
R
e
c
e
p
c
i
ón
de productos:
En
e
s
t
a
etapa es cuando se
i
d
e
n
t
i
f
i
c
a
l
a
c
a
n
t
i
d
a
d d
e
producto recuperado, a
como
e
l
t
i
e
m
po
en
e
l
c
u
a
l
se
r
ea
li
z
a
r
a
l
a
a
c
t
i
v
i
d
a
d,
s
e
d
e
f
i
n
e
n
procesos de
a
l
m
a
c
e
n
a
m
i
e
n
t
o,
transporte
y
d
e
f
i
n
i
c
i
ón
de
c
a
r
a
c
t
e
s
t
i
c
a
s
d
e
l
l
o
t
e
de
l
o
s
productos
recuperados.
I
n
s
p
e
cc
i
ón
y
c
l
a
s
i
f
i
c
a
c
i
ón
:
Se
r
ea
li
z
a
r
a
l
a
i
n
s
p
e
cc
i
ón
a
l
producto para
v
e
r
i
f
i
c
a
r
l
a
c
a
li
d
a
d
d
e
l
producto recuperado, se
r
ea
li
z
a
r
a
n
l
o
s
d
e
s
m
on
t
a
j
e
s
n
e
c
e
s
a
r
i
o
s
,
li
m
p
i
e
z
a
para empezar
l
a
s
pruebas
n
e
c
e
s
a
r
i
a
s
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
4
A
p
li
c
a
c
i
ón
de
l
a
s
3
R´s:
En
e
s
t
a
etapa es cuando se
d
e
f
i
n
e
e
l
proceso
a
d
e
c
u
a
do
según
l
a
s
c
a
r
a
c
t
e
s
t
i
c
a
s
d
e
l
producto, es
d
e
c
i
r
,
se
i
n
c
r
e
m
e
n
t
a
r
a
n
l
o
s
n
i
v
e
l
e
s
d
e
l
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o
de
l
a
m
a
t
e
r
i
a
p
r
i
m
a
u
t
ili
z
a
ndo
e
l
r
e
c
i
c
l
a
j
e
,
se
i
n
t
e
g
r
a
r
a
n
partes o
s
e
cc
i
on
e
s
de productos de re uso a
l
a
l
í
n
ea
de productos
p
r
ó
x
i
m
o
s
a
f
i
n
a
li
z
a
r
o
r
e
u
t
ili
z
a
r
l
o
s
productos en
un
nuevo mercado, después de su
v
e
r
i
f
i
c
a
c
i
ón
r
e
p
a
r
a
c
i
ón.
D
i
s
tr
i
bu
c
i
ón
:
Serán
r
e
i
n
c
o
r
po
r
a
do
s
nuevamente
a
l
mercado
m
e
d
i
a
n
t
e
l
í
n
ea
s
d
e
d
i
s
tr
i
bu
c
i
ón
a
d
e
c
u
a
d
a
s
.
E
li
m
i
n
a
c
i
ón
:
Cuando
l
o
s
n
i
é
v
e
l
e
s
de
c
a
li
d
a
d
no
sean
l
o
s
m
í
n
i
m
o
s
n
e
c
e
s
a
r
i
o
s
,
e
l
producto tendrá una d
i
s
po
s
i
c
i
ón
f
i
n
a
l
,
l
a
empresa se encuentra
c
o
m
p
r
o
m
e
t
i
d
a
a
r
ea
li
z
a
r
l
o
de
l
a
manera más adecuada
po
s
i
b
l
e
es
d
e
c
i
r por
m
e
d
i
o
de vertederos o
i
n
c
i
n
e
r
a
c
i
ón
r
e
gu
l
a
d
a
s
por
l
a
s
normas
v
i
g
e
n
t
e
s
a
p
li
c
a
b
l
e
s
.
TIPOS DE
L
OG
I
S
T
I
C
A
L
og
í
s
t
i
c
a
de
d
e
v
o
l
u
c
i
on
e
s
Cuando
un
producto
v
e
nd
i
do
no
c
u
m
p
l
e
con
l
o
s
r
e
qu
e
r
i
m
i
e
n
t
o
s
d
e
l
c
li
e
n
t
e
,
e
s
t
e
es
d
e
v
u
e
l
t
o
a
l
a
f
a
b
r
i
c
a
l
a
c
u
a
l
puede re
u
t
ili
z
a
r
l
o
s
componentes
d
e
l
m
i
s
m
o
o r
e
d
i
r
e
cc
i
on
a
m
i
e
n
t
o
d
e
l
producto
y
e
s
t
e
no
genere una
p
e
r
d
i
d
a
a
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón.
A
p
r
o
x
i
m
a
d
a
m
e
n
t
e
e
l
6%
de
l
o
s
productos
v
e
nd
i
do
s
de una empresa es
d
e
v
u
e
l
t
o
,
Stock, (2011),
pero
e
s
t
a
c
i
f
r
a
tend
v
a
r
i
a
c
i
on
e
s
d
e
p
e
nd
i
e
ndo d
e
l
mercado
a
l
c
u
a
l
e
s
t
á
d
i
r
i
g
i
do.
En
a
l
guno
s
casos, cuando
un
producto
no
presenta
f
a
ll
o
s
o
en su
d
e
f
e
c
t
o ya
f
u
e
reparado
o
m
a
nu
f
a
c
t
u
r
a
do
nuevamente, puede
s
a
li
r
a
l
a
venta
como
p
r
odu
c
t
o
d
e
v
u
e
l
t
o,
e
x
p
l
o
t
a
ndo
l
a e
x
i
s
t
e
n
c
i
a
de mercados
s
e
c
und
a
r
i
o
s
y
d
i
s
m
i
nu
y
e
n
o
e
n
muchos casos
e
li
m
i
n
a
ndo
l
a
p
e
r
d
i
d
a
.
Otro
c
a
m
i
no
muy v
i
a
b
l
e
para
d
i
r
e
cc
i
on
a
r
l
a
s
d
e
v
o
l
u
c
i
on
e
s
es
por
m
e
d
i
o
de
l
a
l
a
bo
r
s
o
c
i
a
l
,
l
a
don
a
c
i
ón
de
l
o
s
a
rtí
c
u
l
o
s
ob
v
i
a
m
e
n
t
e
s
i
n
f
a
ll
o
s
a
d
i
f
e
r
e
n
t
e
s
i
n
s
t
i
t
u
c
i
on
e
s
como
f
und
a
c
i
on
e
s
o
e
n
t
i
d
a
d
e
s
de
b
e
n
e
f
i
c
e
n
c
i
a
,
en muchos países
d
e
l
mundo,
e
s
t
e
t
i
po
de
a
po
rt
a
c
i
on
e
s
traen c
on
s
i
go
b
e
n
e
f
i
c
i
o
s
f
i
s
c
a
l
e
s
que
b
r
i
nd
a
e
l
gob
i
e
r
no.
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
5
L
og
í
s
t
i
c
a
de
r
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
Para
r
ea
li
z
a
r
una
a
d
i
c
i
ón
a
l
v
a
l
o
r
de
un
producto recuperado
e
x
i
s
t
e
n
d
i
f
e
r
e
n
t
e
s
f
a
s
e
s
como
s
on
:
La
r
e
p
a
r
a
c
i
ón
:
Cuando
un
producto
s
u
f
r
e a
l
gún d
e
s
p
e
r
f
e
c
t
o,
l
a
empresa
b
r
i
nd
a
un
s
e
rv
i
c
i
o
a
l
c
li
e
n
t
e
para
r
ea
li
z
a
r
su
r
e
p
a
r
a
c
i
ón
en centros
e
s
p
e
c
i
a
li
z
a
do
s
o
b
i
e
n
e
n
su
p
r
op
i
o
do
m
i
c
ili
o,
esto para
e
v
i
t
a
r
l
a
d
e
v
o
l
u
c
i
ón
de
l
o
s
p
r
odu
c
t
o
s
.
La Re
f
a
b
r
i
c
a
c
i
ón,
c
on
s
i
s
t
e
en
d
e
s
p
i
e
z
a
r
e
l
producto,
r
e
u
t
ili
z
a
ndo
l
a
mayor
c
a
n
t
i
d
a
d
de
m
a
t
e
r
i
a
l
para
b
a
j
a
r
l
o
s
costos a
un
n
i
v
e
l
i
n
f
e
r
i
o
r
d
e
l
f
a
b
r
i
c
a
do
a
p
r
i
m
e
r
a
i
n
s
t
a
n
c
i
a
E
l
b
e
n
e
f
i
c
i
o
a
l
m
e
d
i
o
a
m
b
i
e
n
t
e
es
uno
de
l
o
s
f
a
c
t
o
r
e
s
que ha
i
m
pu
l
s
a
do
a
l
d
e
s
a
rr
o
ll
o
de
e
s
t
e
concepto d
e
b
i
do
a que se ha detectado que es
po
s
i
b
l
e
d
i
s
m
i
nu
i
r
l
o
s
n
i
v
e
l
e
s
de
c
on
t
a
m
i
n
a
c
i
ón
d
e
r
i
v
a
do
s
de
a
c
t
i
v
i
d
a
d
e
s
l
og
í
s
t
i
c
a
s
,
o
c
a
s
i
on
a
do
por
l
o
s
v
i
a
j
e
s
e
n
v
a
c
í
o
que
a
l
gun
a
s
empresas
e
f
e
c
t
ú
a
n
como
parte de sus
a
c
t
i
v
i
d
a
d
e
s
B
E
N
E
F
I
C
I
O
S
ECO
N
O
M
I
CO
S
DE LA APLICACIÓN DE LOGISTICA INVERSA
L
a
s
empresas
e
m
p
i
e
z
a
n
a tomar una verdadera
c
on
c
i
e
n
c
i
a
de
l
o
s
r
e
nd
i
m
i
e
n
t
o
s
e
c
onó
m
i
c
o
s
que
l
e
s
b
r
i
nd
a
l
a
r
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
de productos
y
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
de
d
e
s
e
c
ho,
ll
e
v
á
ndo
l
o
s
i
n
c
l
u
s
i
v
e
a
n
i
v
e
l
e
s
e
l
e
v
a
r
sus
n
i
v
e
l
e
s
c
o
m
p
e
t
i
t
i
v
o
s
con
respecto a
l
a
c
o
m
p
e
t
e
n
c
i
a
.
U
n
s
i
s
t
e
m
a e
c
onó
m
i
c
o
a
l
c
a
n
z
a
su
m
á
x
i
m
a e
f
i
c
i
e
n
c
i
a
cuando cada
uno
de
l
o
s
e
l
e
m
e
n
t
o
s
que
l
a
i
n
t
e
g
r
a
n
a
l
c
a
n
z
a
n
a su vez
l
a
m
á
x
i
m
a
e
f
i
c
i
e
n
c
i
a
por
e
ll
o
s
m
i
s
m
o
s
Adam
S
m
i
t
h,
(
1780
)
U
n
s
i
s
t
e
m
a
e
c
onó
m
i
c
o
a
l
c
a
n
z
a
su
m
á
x
i
m
o
grado de
e
f
i
c
i
e
n
c
i
a
cuando
l
a
s
p
a
rt
e
s
que
l
o
componen
l
o
buscan para
e
ll
a
s
,
a
l
t
i
e
m
po
que
l
o
hacen para
e
l
c
on
j
un
t
o
d
e
l
a
s
partes que
l
o
f
o
r
m
a
n
John
F.
Nash,
(
1994
)
Cuando una empresa recupera
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
que ya
f
u
e
r
on
desechados
por
l
o
s
c
li
e
n
t
e
s
,
estos poder ser re
u
t
ili
z
a
do
s
como
m
a
t
e
r
i
a
s
p
r
i
m
a
s
o como
a
cc
e
s
o
r
i
o
s
o
e
l
e
m
e
n
t
o
s
a
d
i
c
i
on
a
l
e
s
,
r
e
s
p
e
c
t
i
v
a
m
e
n
t
e
,
l
o
que
c
ondu
c
i
a
a una
r
e
du
cc
i
ón
de
l
o
s
costos de
f
a
b
r
i
c
a
c
i
ón.
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
6
Por otro
l
a
do
,
cuando una empresa se
c
on
v
i
e
rt
e
en una
c
o
m
p
r
o
m
e
t
i
d
a
s
o
c
i
a
l
m
e
n
t
e
e
l
m
a
rk
e
t
i
ng
que se
m
a
n
e
j
a
en su entorno
p
r
o
y
e
c
t
á
ndo
l
a
como
una
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
a
base de productos
r
e
c
i
c
l
a
do
s
,
u
t
ili
z
a
ndo
t
e
c
no
l
og
í
a
s
li
m
p
i
a
s
e
i
n
t
e
g
r
a
ndo
a
l
a
cadena de
s
u
m
i
n
i
s
tr
o
s
una
e
s
tr
a
t
e
g
i
a
m
e
d
i
o
a
m
b
i
e
n
t
a
l
,
se
c
on
v
i
e
rt
e
en una
op
c
i
ón
más
u
t
ili
z
a
d
a
por
l
o
s
c
on
s
u
m
i
do
r
e
s
c
o
m
p
r
o
m
e
t
i
do
s
en
e
s
t
e
rubro.
Cuando
e
l
flujo
de
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
de re uso es
e
f
i
c
i
e
n
t
e
,
se aumenta
l
a
s
c
a
p
a
c
i
d
a
d
e
s
de
l
a
empresa
d
e
s
a
rr
o
ll
a
ndo
e
l
po
t
e
n
c
i
a
l
de
l
a
m
i
s
m
a
y
así
ll
e
g
a
r
a
l
o
que
s
e
d
e
no
m
i
n
a
como v
e
n
t
a
j
a
c
o
m
p
e
t
i
t
i
v
a
s
o
s
t
e
n
i
b
l
e
l
o
c
u
a
l
s
i
gn
i
f
i
c
a
l
og
r
a
r
l
a
d
i
f
e
r
e
n
c
i
a
c
i
ón
sobre
l
o
s
c
o
m
p
e
t
i
do
r
e
s
,
que
l
a
empresa sea
i
d
e
n
t
i
f
i
c
a
d
a
y r
e
c
ono
c
i
d
a
por
e
l
mercado
a
l
c
u
a
l
e
s
t
á
d
i
r
i
g
i
do
Cuando se
r
ea
li
z
a
una
e
v
a
l
u
a
c
i
ón
e
c
onó
m
i
c
a
d
e
l
desempeño de una
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
en
l
o
s
procesos de
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
se
u
t
ili
z
a
un punto
de
r
e
f
e
r
e
n
c
i
a
y
se
r
ea
li
z
a
una
c
o
m
p
a
r
a
t
i
v
a
con
l
o
s
r
e
s
u
l
t
a
do
s
de
no
a
p
li
c
a
r
d
i
c
ho
s
i
s
t
e
m
a
,
un
e
j
e
m
p
l
o
c
l
a
r
o
e
s
t
á
en
e
l
rubro
d
e
l
r
e
c
i
c
l
a
j
e
,
cuando se pone en marcha de manera adecuada
l
o
s
desechos
f
i
n
a
l
e
s
d
i
s
m
i
nu
y
e
n
y
l
o
s
r
e
ll
e
no
s
s
a
n
i
t
a
r
i
o
s
y por
ende sus
c
on
t
a
m
i
n
a
n
t
e
s
,
l
o
s
gastos en
r
e
du
cc
i
ón
de
m
on
i
t
o
r
e
o
c
on
t
i
nuo
a
d
i
c
ho
s
r
e
ll
e
no
s
s
e
r
á
menos
,
po
r
l
a
c
a
n
t
i
d
a
d
g
e
n
e
r
a
d
a
.
Se
e
l
a
bo
r
a
un
panorama
g
e
n
e
r
a
l
de
l
o
s
costos de
l
a
s
a
c
t
i
v
i
d
a
d
e
s
l
og
í
s
t
i
c
a
s
, un
a
e
s
tr
a
t
e
g
i
a
de
como
d
i
s
m
i
nu
i
r
l
o
s
,
es costo-
b
e
n
e
f
i
c
i
o
de
l
o
s
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
r
e
c
up
e
r
a
do
s
y
e
l
d
e
s
a
rr
o
ll
o
de
l
a
i
m
p
l
a
n
t
a
c
i
ón
de
e
s
t
e
programa, d
e
s
c
r
i
b
i
r
e
l
t
i
e
m
po
de
du
r
a
c
i
ón,
l
o
s
b
e
n
e
f
i
c
i
o
s
que aportaran a
l
a
c
o
m
un
i
d
a
d
y
a
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón.
En
M
é
x
i
c
o
l
o
s
f
a
v
o
r
e
s
e
c
o
m
i
c
o
s
generados
d
e
l
r
e
c
i
c
l
a
j
e
son
muy
i
m
po
rt
a
n
t
e
s
,
e
s
t
a
i
ndu
s
tr
i
a
aunque apenas
i
n
c
i
p
i
e
n
t
e
es generadora de
m
il
e
s
de
e
m
p
l
e
o
s
g
e
n
e
r
a
l
m
e
n
t
e
en
e
l
sector
m
a
nu
f
a
c
t
u
r
e
r
o
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
7
TABLA DE BENEFICIOS DE LA LOGISTICA
I
N
VE
RS
A
Servicio
/
M
e
r
c
a
do
C
o
s
t
o
s
S
e
g
ur
i
d
a
d
A
m
b
i
e
n
t
a
l
*
El
servicio de retorno mejora la
satisfacción del
c
li
e
n
t
e
*
R
e
du
cc
i
ón
del tiempo
d
e
investigación y desarrollo ( tiempo
d
e
introducción al
m
e
r
c
a
do
)
*
I
n
c
r
e
m
e
n
t
a
la disponibilidad de
p
a
r
t
e
s
de
r
e
pu
e
s
t
o
*
R
e
t
ro
a
li
m
e
n
t
a
c
i
ón
oportuna
a
t
r
a
v
é
s
de la recuperación
t
e
m
pr
a
n
a
*Mejora de la calidad del producto
a
través de
r
e
i
n
g
e
n
i
e
r
í
a
*
R
e
p
a
r
a
c
i
on
e
s
pro
a
c
t
i
v
a
s
*
I
m
a
g
e
n
v
e
rd
e
*
R
e
du
cc
i
ón
de riesgos
d
e
r
e
s
pon
s
a
b
ili
d
a
d
e
s
l
e
g
a
l
e
s
*
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
del valor
d
e
los materiales y los
c
o
m
pon
e
n
t
e
s
*
R
e
c
up
e
r
a
el valor de la
mano de
obr
a
*
R
e
du
c
e
el riesgo
por
obsolescencia a través
d
e
retornos
opor
t
uno
s
*Menor producción
nu
e
v
a
de partes de
r
e
pu
e
s
t
o
*
E
v
i
t
a
los costos
d
e
d
i
s
po
s
i
c
i
ón
*
R
e
du
cc
i
ón
de
r
e
t
orno
s
*
T
a
b
l
a
de beneficios de la logística inversa según
K
r
i
kk
e
(
2003
)
ANÁLISIS ROA
(Return Over
A
ss
e
t
s
)
A
n
á
li
s
i
s
de
l
a
r
e
n
t
a
b
ili
d
a
d
se
u
t
ili
z
a
para
r
ea
li
z
a
r
una
c
o
m
p
a
r
a
t
i
v
a
entre
l
o
s
m
e
d
i
o
s
l
og
í
s
t
i
c
o
s
u
t
ili
z
a
do
s
por
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
y
l
o
s
propuestos, en
e
s
t
a a
c
t
i
v
i
d
a
d
s
on
comparados
l
o
s
n
i
v
e
l
e
s
de
i
ng
r
e
s
o
s
d
e
b
i
do
a
l
m
e
j
o
r
a
m
i
e
n
t
o
de
l
o
s
s
e
rv
i
c
i
o
s
.
Es
u
t
ili
z
a
do
como
una
h
e
rr
a
m
i
e
n
t
a
en
e
l
a
n
á
li
s
i
s
i
n
t
e
g
r
a
l
de
l
a
r
e
n
t
a
b
ili
d
a
d
de
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
,
m
i
d
e
d
i
r
e
c
t
a
m
e
n
t
e
e
l
i
m
p
a
c
t
o
de
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
a
p
li
c
a
d
a
u
t
ili
z
a
ndo
l
o
s
s
i
gu
i
e
n
t
e
s
m
e
d
i
o
s
:
Aumento de
i
ng
r
e
s
o
s
a
corto,
m
e
d
i
a
no
y
l
a
r
go
p
l
a
z
o
m
e
d
i
a
n
t
e
e
l
i
n
c
r
e
m
e
n
t
o
en
l
a
s
ventas de
l
o
s
a
rtí
c
u
l
o
s
re
u
t
ili
z
a
do
s
.
R
e
du
cc
i
ón
de gastas
op
e
r
a
t
i
v
o
s
y
de
l
o
s
costos de
l
o
s
p
r
odu
c
t
o
s
t
e
r
m
i
n
a
do
s
.
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
8
R
o
t
a
c
i
ón
d
e
l
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o
s
de
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
TABLA
DE ACCIONES
MEJORAS
Y
CO
N
S
EC
U
E
N
C
I
A
S
DE PROGRAMA D
E
LOGISTICA
I
N
V
ER
S
A
A
cc
i
ón
C
on
s
ec
u
e
n
c
i
a
s
M
e
j
o
r
a
s
B
e
n
e
fi
c
i
o
s
N
ot
a
s
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
o
retorno d
e
p
r
odu
c
t
o
s
.
L
i
m
i
t
a
n
t
es
d
e
d
i
s
t
a
n
c
i
a
d
e
tr
a
n
s
po
rt
a
c
i
ón.
P
o
l
ít
i
c
as
d
e
a
c
e
p
t
a
c
i
ón
d
e
r
e
t
o
r
no
s
(
C
a
u
sas
)
.
P
o
l
ít
i
c
as
d
e
a
c
e
p
t
a
c
i
ón
d
e
r
e
t
o
r
no
s
(T
i
e
m
po
d
e
r
e
t
o
r
no
)
.
P
o
l
ít
i
c
as
d
e
e
n
tr
e
g
as
f
r
e
c
u
e
n
t
es
.
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
d
e
p
a
rt
es
.
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
d
e
l
v
a
l
o
r
de
l
a
mano
d
e
ob
r
a
.
Mayor
e
f
i
c
i
e
n
c
i
a
de
a
c
t
i
v
o
s
Menor
c
a
n
t
i
d
a
d
d
e
p
i
e
z
as
de
r
e
t
o
r
no.
D
es
li
nd
a
r
r
es
pon
sa
b
ili
d
a
d
d
d
e
l
m
a
n
e
j
o
de
l
a
c
a
r
g
a
.
*
M
e
j
o
r
m
a
n
e
j
o
d
e
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o
s
.
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
d
e
v
a
l
o
r
d
e
m
e
r
c
a
n
c
í
as
m
a
du
r
as
.
Mayor
e
f
i
c
i
e
n
c
i
a
de
a
c
t
i
v
o
s
.
E
l
costo de
l
o
s
b
i
e
n
es
v
e
nd
i
do
s
se
v
u
e
l
v
e
e
l
costo
d
e
r
e
c
o
l
e
cc
i
ón
más
e
l
costo
po
r
r
ea
c
ond
i
c
i
on
a
m
i
e
n
t
o
de
l
a
un
i
d
a
d.
Menor
n
e
c
es
i
d
a
d
de
c
on
t
e
n
e
do
r
es
para
tr
a
n
s
po
rt
e
.
Un
c
a
n
a
l
d
e
d
i
s
tr
i
bu
c
i
ón
m
ás
li
m
p
i
o.
E
x
i
s
t
e
n
c
i
as
con
una
mayor
r
o
t
a
c
i
ón.
D
i
s
pon
i
b
ili
d
a
d
d
e
más
es
p
a
c
i
o
d
e
a
l
m
a
c
é
n.
E
li
m
i
n
a
c
i
ón
d
e
costos de
d
i
s
po
s
i
c
i
ón
(costo hund
i
do
)
.
Mayor cobertura
d
e
m
e
r
c
a
do
M
e
no
s
c
on
t
e
n
e
do
r
es
a
c
u
m
u
l
a
do
s
e
n
tr
e
dos
e
n
o
s
.
R
e
du
cc
i
ón
de
l
o
s
costos de
l
o
s
b
i
e
n
es
v
e
nd
i
do
s
.
I
ng
r
es
o
s
nuevos
po
r
reventa de
p
r
odu
c
t
o
s
en
un
mercado
m
e
no
s
e
x
i
g
e
n
t
e
.
Menor costo d
e
transporte
Menores un
i
d
a
d
es
d
e
tr
a
n
s
po
rt
a
c
i
ón.
R
e
du
cc
i
ón
de
c
o
s
t
o
s
de
m
a
n
t
e
n
i
m
i
e
n
t
o
d
e
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o.
R
e
du
cc
i
ón
por
c
o
s
t
o
s
de
d
i
s
po
s
i
c
i
ón
f
i
n
a
l
.
R
e
du
cc
i
ón
de
f
a
l
t
a
d
e
e
x
i
s
t
e
n
c
i
as
.
Mayor
li
m
p
i
e
z
a
d
e
l
c
a
n
a
l
.
R
e
du
cc
i
ón
de
c
o
s
t
o
s
de
m
a
n
t
e
n
i
m
i
e
n
t
o
d
e
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o.
R
e
du
cc
i
ón
por
c
o
s
t
o
s
de
d
i
s
po
s
i
c
i
ón
f
i
n
a
l
.
R
e
du
cc
i
ón
de
f
a
l
t
a
d
e
e
x
i
s
t
e
n
c
i
as
.
Mayor
li
m
p
i
e
z
a
d
e
l
c
a
n
a
l
.
R
e
c
up
e
r
a
c
i
ón
d
e
es
p
a
c
i
o
en
a
l
m
a
c
é
n.
E
s
p
e
c
i
a
l
m
e
n
t
e
ú
t
il
en compañías
d
e
a
rr
e
nd
a
m
i
e
n
t
o.
(por
e
j
e
m
p
l
o
e
n
e
qu
i
po
d
e
c
ó
m
pu
t
o
)
Otro
pun
t
o
r
e
l
e
v
a
n
t
e
en
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
verde
es
l
a
r
e
du
cc
i
ón
d
e
e
m
i
s
i
on
es
c
on
t
a
m
i
n
a
n
t
es
.
R
e
du
cc
i
ón
d
e
retornos
po
r
c
a
u
sas
a
j
e
n
as
a
l
a
r
es
pon
sa
b
ili
d
a
d
d
e
l
a
e
m
p
r
esa
A
l
gun
as
compañías
u
t
ili
z
a
n
l
o
s
productos p
a
r
a
i
n
tr
odu
c
i
r
l
as
e
n
otra rama
d
e
l
mercado
m
e
no
s
e
x
i
g
e
n
t
e
,
c
o
m
o
e
j
e
m
p
l
o
tenemos
a
BIMBO con
s
u
p
r
odu
c
t
o
r
e
c
up
e
r
a
do
i
n
tr
odu
c
i
d
a
en
l
a
c
a
d
e
n
a
f
a
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
9
P
o
l
ít
i
c
as
d
e
m
a
n
e
j
o
li
m
p
i
o
(
P
ub
li
c
i
d
a
d
)
.
M
e
j
o
r
i
m
a
g
e
n
c
on
l
o
s
c
li
e
n
t
es
P
r
e
f
e
r
e
n
c
i
a
por
l
o
s
productos en c
i
e
rt
o
s
m
e
r
c
a
do
s
Aumento
d
e
l
a
c
t
i
v
o
es
tr
a
t
é
g
i
c
o
de
bu
e
n
a
v
o
l
un
t
a
d
(good w
ill
)
.
Aumento de
l
a
p
r
e
f
e
r
e
n
c
i
a
d
e
l
c
on
s
u
m
i
do
r
.
R
e
du
cc
i
ón
de
m
u
l
t
as
por
nu
e
v
as
d
i
s
po
s
i
c
i
on
es
.
*
T
a
b
l
a
recuperada
de: Sistemas losticos
(
2007
)
LOGISTICA INVERSA APLICADA
Para que una
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
pueda
i
n
s
t
i
t
u
i
r un
programa de
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
s s
e
deben tomar en cuenta
d
i
v
e
r
s
o
s
f
a
c
t
o
r
e
s
,
se deben
f
o
r
m
u
l
a
r
e
s
tr
a
t
e
g
i
a
s
con
b
a
s
e
en
l
a
toma de
d
e
c
i
s
i
on
e
s
l
a
s
c
u
a
l
e
s
se podrán
d
i
v
i
d
i
r
en:
D
e
c
i
s
i
on
e
s
e
s
tr
a
t
é
g
i
c
a
s
:
l
a
c
u
a
l
d
e
f
i
n
i
r
á e
l
ob
j
e
t
i
v
o
a
l
a
r
go p
l
a
z
o,
c
a
p
a
c
i
d
a
d
de
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón,
d
i
s
tr
i
bu
c
i
ón,
a
l
m
a
c
e
n
a
j
e
,
e
t
c
.
Este
p
r
o
c
e
d
i
m
i
e
n
t
o
se deberá
r
ea
li
z
a
r
en
s
e
n
t
i
do
c
on
tr
a
r
i
o
a
l
a
cadena
d
e
s
u
m
i
n
i
s
tr
o,
es
d
e
c
i
r
desde
e
l
punto
donde
f
u
e
r
on u
t
ili
z
a
do
s
hasta su
o
r
i
g
e
n,
s
u
ob
j
e
t
i
v
o
es
m
i
n
i
m
i
z
a
r
l
o
s
i
m
p
a
c
t
o
s
a
m
b
i
e
n
t
a
l
e
s
y
traer
como
c
on
s
e
c
u
e
n
c
i
a
un b
e
n
e
f
i
c
i
o
a
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón.
Para
i
m
p
l
a
n
t
a
r un
s
i
s
t
e
m
a
en una
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
s
e
r
á
n
e
c
e
s
a
r
i
o
r
ea
li
z
a
r un
e
s
t
ud
i
o
y
p
l
a
n
ea
c
i
ón,
por
m
e
d
i
o
de
l
a
u
t
ili
z
a
c
i
ón
de
d
i
f
e
r
e
n
t
e
s
i
n
s
tr
u
m
e
n
t
o
s
como
l
o
son
l
a
s
encuestas,
r
ea
li
z
a
r
l
a
r
e
c
o
l
e
cc
i
ón
de
l
o
s
datos de
l
a
empresa,
f
o
r
m
a
r un grupo
d
e
a
n
á
li
s
i
s
y
p
r
o
c
e
s
a
m
i
e
n
t
o
de datos
qu
i
e
n
e
s
generen
r
e
c
o
m
e
nd
a
c
i
on
e
s
d
i
r
e
c
t
a
s
p
a
r
a
l
a
a
p
li
c
a
c
i
ón
de
e
s
t
e
s
i
s
t
e
m
a
.
Deberán
a
n
a
li
z
a
r
datos
como
e
l
tamaño de
l
a
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón,
e
l
i
m
p
a
c
t
o
que
g
e
n
e
r
a
ante
l
a
s
o
c
i
e
d
a
d,
l
a
s
c
a
r
a
c
t
e
s
t
i
c
a
s
d
e
l
producto que se genera,
e
l
s
e
c
t
o
r
s
o
c
i
o
e
c
onó
m
i
c
o
a
l
c
u
a
l
se encuentra
d
i
r
i
g
i
do
Una vez
a
n
a
li
z
a
do
s
estos datos se deben tener en cuenta
f
a
c
t
o
r
e
s
c
o
m
o
:
Los retornos
i
n
c
on
tr
o
l
a
b
l
e
s
se deben
d
e
s
p
l
e
g
a
r
de
f
o
r
m
a
p
r
i
m
o
r
d
i
a
l
para
s
e
r
m
a
n
e
j
a
do
s
de
l
a
m
e
j
o
r
manera
po
s
i
b
l
e
.
En
m
ú
l
t
i
p
l
e
s
o
c
a
s
i
on
e
s
l
o
s
centros donde
s
e
r
á
d
i
s
tr
i
bu
í
a
e
l
producto
no
f
u
e
f
a
b
r
i
c
a
do
para
m
a
n
e
j
a
r
l
a
r
e
c
o
l
e
cc
i
ón
d
e
l
p
r
odu
c
t
o.
ELABORADO POR:
L
.
I
.
L
O
U
R
D
E
S
GARCÍA
M
O
N
TE
R
O
10
10
Cuando
un
producto posee
un
c
i
c
l
o
de
v
i
d
a
corto,
es
muy
po
s
i
b
l
e
que
n
e
c
e
s
i
t
e
un
a
mayor
i
n
v
e
r
s
i
ón
para
r
ea
li
z
a
r
una
r
e
c
o
l
e
cc
i
ón
e
f
i
c
i
e
n
t
e
.
Se deberá tener
p
r
e
c
a
u
c
i
ón
de
no
cometer
l
o
s
errores s comunes en
l
a
e
l
a
bo
r
a
c
i
ón
de
e
s
t
e
t
i
po
de
s
i
s
t
e
m
a
s
,
l
o
s
c
u
a
l
e
s
s
on
:
Se
i
d
e
n
t
i
f
i
c
a
a
l
a
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
como un
gasto
y no como
una
v
e
n
t
a
j
a
o
a
d
i
c
i
ón
a
l
v
a
l
o
r
d
e
l
producto que
s
i
gn
i
f
i
c
a
r
á
una
v
e
n
t
a
j
a
en
e
l
mercado.
Suponer que
l
a
r
e
s
pon
s
a
b
ili
d
a
d
de una
o
r
g
a
n
i
z
a
c
i
ón
t
e
r
m
i
n
a
una vez que
e
l
c
on
s
u
m
i
do
r
ha
a
dqu
i
r
i
do
e
l
producto en
a
l
gún
centro de
d
i
s
tr
i
bu
c
i
ón.
F
a
l
t
a
de
a
s
i
gn
a
c
i
ón
de recursos tanto
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
,
humanos
y
f
i
n
a
n
c
i
e
r
o
s
a
l
o
s
programas de
l
og
í
s
t
i
c
a
i
n
v
e
r
s
a
,
i
d
e
n
t
i
f
i
c
a
r
l
o
s
como un
programa
i
nd
e
p
e
nd
i
e
n
t
e
y
no como
una
v
a
r
i
a
n
t
e
de
l
o
s
programas de
l
og
í
s
t
i
c
a
c
on
v
e
n
c
i
on
a
l
e
s
.
Restar
i
m
po
rt
a
n
c
i
a
en
t
é
r
m
i
no
de costos
a
l
retorno de
m
a
t
e
r
i
a
l
e
s
de re
u
s
o,
u
s
u
a
l
m
e
n
t
e
estos
ob
t
i
e
n
e
menor p
r
i
o
r
i
d
a
d
de
a
t
e
n
c
i
ón
en
l
a
s
l
í
n
ea
s
l
o
que
p
r
op
i
c
i
a
que
l
o
s
i
n
v
e
n
t
a
r
i
o
s
se e
l
e
v
e
n
y
l
o
s
costos se
i
n
c
r
e
m
e
n
t
e
n.

Hazle saber al autor que aprecias su trabajo

Tu opinión vale, comenta aquíOculta los comentarios

Comentarios

comentarios

Compártelo con tu mundo

Cita esta página
García Montero Lourdes. (2017, marzo 1). Logística inversa para un mundo mejor. Recuperado de https://www.gestiopolis.com/logistica-inversa-mundo-mejor/
García Montero, Lourdes. "Logística inversa para un mundo mejor". GestioPolis. 1 marzo 2017. Web. <https://www.gestiopolis.com/logistica-inversa-mundo-mejor/>.
García Montero, Lourdes. "Logística inversa para un mundo mejor". GestioPolis. marzo 1, 2017. Consultado el 14 de Agosto de 2018. https://www.gestiopolis.com/logistica-inversa-mundo-mejor/.
García Montero, Lourdes. Logística inversa para un mundo mejor [en línea]. <https://www.gestiopolis.com/logistica-inversa-mundo-mejor/> [Citado el 14 de Agosto de 2018].
Copiar
Imagen del encabezado cortesía de dherholz en Flickr
DACJ