Análise estrutural e neopatrimonialismo

A análise contábil de balanços possui o escopo de produzir laudos profícuos sobre os diversos aspectos e sistemas patrimoniais por meio das relações dos fatos e partes do patrimônio.O aspecto estático preconizado por Masi (1893-1977) no início do século XX é atinente à estrutura proporcional de um patrimônio em dado momento, que é provocada pelo movimento patrimonial, e influências ambientais diversas com dimensões específicas, exigindo assim, uma maior amplitude de inquirição. O neopatrimonialismo: doutrina moderna da contabilidade, como um produto da evolução masiana, aspira o estudo da estrutura patrimonial, com um panorama holístico, na visão sistemática da função de estabilidade.A proposta benéfica do neopatrimonialismo almeja investigar a estrutura estática do capital figurada no sistema de estabilidade, por meio dos balanços, através da identidade de relações, sem preterir as dimensões e os ambientes que influenciam o objeto contábil, para assim definir os adequados e ideais modelos de comportamento em prol da eficácia e prosperidade.

1. Análise contábil de balanços

Quando se solidificou o pensamento de que os balanços, os registros, as contas, os documentos, os orçamentos e as demais demonstrações são formas de nosso conhecimento que escondiam as essências de nosso objeto, ou seja: os fenômenos e fatos patrimoniais; então se despontou uma grande evolução cientifica na contabilidade.

As demonstrações passavam a ser meios ou instrumentos de nossos estudos, que deveriam ser centralizados nos acontecimentos do patrimônio para se tornarem realmente próprios de uma sabedoria superior, e, o primeiro a propor tais estudos foi J.P. Coffy (Apud – Pfaltzgraff 1956; D`auria 1954; Carvalho 1973; Sá 1997) que realizava proposições sobre as variações e transformações do capital, provocadas por giros, investimentos, financiamentos, custos, receitas, réditos, capitalizações, produções e outros fenômenos patrimoniais diversos.

Realmente, a busca da substância científica sempre foi comum nas ciências naturais. A física, química e matemática são disciplinas que denotam tais exemplos deste ímpeto científico, pois, estas são extremamente úteis para o raciocínio e exigiam da razão exclusiva para lastrear e fundamentar os processos conclusivos.

Ora, quando Pasteur (1822 – 1895) percebeu que nas substâncias dos alimentos guardados em recipientes, existiriam diversos microorganismos contidos que poderiam matar o homem, ele desenvolveu um método que revolucionou a forma de se conservar os mantimentos, sem manter as bactérias; e tal método é utilizado até os dias de hoje, chamando-se “pasteurização”.

A busca da razão contábil provocou conflitos importantes. Quando Masi (1893 – 1977) lutava para dignificar a contabilidade, diversas posições contrárias existiam. Em Portugal quando Jaime Lopes de Amorim (Apud – Guimarães 2005) tentava divulgar as idéias patrimonialistas encontrou desgostos inumeráveis da parte daqueles que consideravam a contabilidade uma técnica ou uma singela prática, e não uma sabedoria.

Esforços dignos de encômios foram empreendidos com labor em todas as partes e em todos os tempos para se adentrar na razão contábil. Recentemente, um desses esforços que centralizou nesta mesma condição intelectual foi exposto por Elizabeth Serra Negra (2004), quando ela ajuntou fórmulas e processos da física, utilizando-os na contabilidade sob a ótica moderna do Neopatrimonialismo, sem, contudo, mesclar os dois conhecimentos, mas, captando o que seria de benesse para ambos em ritmo de cooperação.

Portanto, para obter razões ou explicações dos componentes, partes, grupos e fenômenos do patrimônio, surgia a análise contábil que era (como ainda é hoje) realizada através dos balanços e demonstrações contábeis, porque desde a época de Courcelle-Seneuil(1813- 1892), insigne francês, o contador não era um guarda-livros, muito menos um “guarda-informação” como ele mesmo dizia(Apud- Carvalho 1973, Pág 26):

“Confundem algumas vezes o contador com o guarda-livros. Entretanto, as funções de um são tão distintas das do outro, como as funções do arquiteto são distintas das do pedreiro. Para ser um guarda livros, basta escriturar os livros estabelecidos… basta conhecer o método geral que ensina o modo de escriturar tais livros. Para ser contador é necessário ser capaz de achar a combinação de contas que melhor satisfaça as necessidades de um dado organismo administrativo, de julgar que pormenores podem ser omitidos impunentemente, e quais os que devem ser registrados cuidadosamente… o contador deve ser inventivo e isento do espírito de rotina.”

Pois, os dados por si só nada servem e a forma de analisa-los requer um cunho superior e específico da área contábil. Se informar fosse o escopo da contabilidade, o jornal seria contabilidade, a televisão nos substituiria, como também o rádio. Seria o mesmo que dizer que a radiografia seria objeto do ortopedista, então, os instrumentos musicais não precisariam de músicos; o cantor não cantaria, porque o microfone já realizaria tal tarefa. Seria assim se os instrumentos substituíssem os instrumentadores? O som seria totalmente diferente. Tal seria também na contabilidade.

Os dados sem conceitos são vazios, não basta informar uma coisa que não se tem conhecimento daquilo, assim dizia Kant (1724 – 1804) em sua “Crítica da razão pura” (Parte primeira Segunda seção, parágrafo 8 – 1) o mestre apesar de não ser um profissional da contabilidade afirmava:

“Desnaturam-se os conceitos de sensibilidade e de fenômeno inutilizando e destruindo toda a doutrina do conhecimento, quando se quer que toda a nossa sensibilidade consista na representação confusa das coisas, representação que conteria absolutamente tudo o que elas são em si, ainda que sob a forma de um amontoado de caracteres e representações parciais, que não distinguimos claramente uns de outros. ”

A sensibilidade no entendimento de Kant seria a maneira como o conhecimento é absorvido e entendido pelo pensamento humano; mas, veja que o mestre é claro quando diz que se destrói o conhecimento e sua doutrina, quando o designa na sua representação mesmo sendo ela total ou parcial. A representação pura é aquela clara que se refere aos fenômenos que elas contém e não o que elas são em si. Ou seja, representação não é fenômeno somente o representa.

Portanto, as informações contábeis e os balanços devem ser explicados, e este é o naipe finalistíco da contabilidade: aplicar o seu conhecimento por meio da análise patrimonial ou contábil, para buscar as razões e conclusões dos estados e comportamentos dos fenômenos patrimoniais que se retratam na figura das demonstrações diversas que representam todos os aspectos essenciais da riqueza, ou seja, aqueles estáticos-dinâmicos.

A analise contábil é uma explicação da gnose contábil que almeja o estudo do patrimônio buscando o seu estado de sanidade e insanidade, por meio dos balanços, decompondo a riqueza complexa nos seus múltiplos valores em partes para se definir e firmar os verdadeiros, adequados e ideais modelos de comportamento, para que se possa atingir a prosperidade da célula social. Esta é a finalidade e função essencial da contabilidade.

2. Análise estrutural

Quando a análise contábil se firmou a primeira finalidade que se encontrou para a mesma era a de verificar a sanidade da posição financeira do capital. O quociente de liquidez foi o que primeiramente se firmou conforme disse Sá (1962) e Matarazzo (1998).

Contudo, após os esforços do americano Alexandre Wall (Apud – Herrmann Júnior 1975) na análise financeira oficial dos patrimônios, percebia-se também que a empresa ou entidade merecia os lucros e produzia os mesmos resultados, então a análise de resultados e lucratividade passava a estar no mesmo patamar da análise financeira; o próprio Paciolo (1494) dizia que o sadio lucro era positivo para o capital e seus proprietários.

Porém quando Masi (1968) submeteu a contabilidade à liberdade de pensamento no estudo positivo – que se processava por meio das relações dos fenômenos ou fatos – realizou uma verdadeira apoteose da ciência patrimonial quando definiu os seus aspectos reais de estudos: o estático e o dinâmico, por meio da relevação (que seria um instrumento).

A contabilidade estudava a dinâmica na busca de entendimento sobre os financiamentos, investimentos, custos e receitas; como também dos fenômenos diferidos, imobilizados e lucrativos, porém não poderia refratar a estática que seria um produto desta dinâmica.

O aspecto estático – que de acordo com Masi (apud – Sá 1997) seria um estudo da estrutura patrimonial, do equilíbrio, da disposição de valores que incluíam uma “vida” dinâmica – condizia com as posições momentâneas que seriam essenciais na comprovação da eficácia dos diversos fenômenos patrimoniais, que seriam fundamentais para o estudo contábil.

Ou seja, quando se investe em demasia e deficiência, ou se financia com exagero e debilidade existirá desequilíbrios; da mesma forma em que se utilizam inadequadamente os custos e receitas – que Masi (1968) atribuía a estes fenômenos também o estado de desequilíbrio – provocando desinvestimentos anormais, que trazem outros transtornos no patrimônio. O mestre patrimonialista chamava todos estes fenômenos de superinvestimentos, superfinanciamentos, subinvestimentos, subfinanciamentos, superdesinvestimentos, subdesinvestimentos (assumo tal terminologia) – estes relativos as receitas que recuperam os investimentos em custos – tais fenômenos são próprios da estática, da estrutura patrimonial, mas, não prescindem os efeitos da dinâmica.

Na física o próprio Einstein (Apud – Masi 1968) aduziu sobre a estática como um componente dimensional importante, pois, a dimensão que ressaltava em sua teoria da relatividade (que se chama tempo relativa ao mundo físico) apesar de ser essencialmente dinâmica poderia e deveria ser observada no patamar estático; contudo, tal concepção não extinguia as três dimensões físicas, que eram agregadas no “Mundo dos eventos” sendo concebida tanto em cinemática como em estática.

Portanto, a estrutura estática do patrimônio é um aspecto de estudos; o pai do neopatrimonialismo: o Dr. Lopes de Sá (1981, Pág 35) abordava sobre a “Análise estrutural” como integrante da análise contábil ao lado da financeira e reditual:

“ Uma análise contábil possui três campos fundamentais de interesse:

1- Financeiro
2- Resultados
3- Estrutural”

No intuito de observar e analisar o equilíbrio que Sá (1973) produziu na década de 70 uma obra de dois volumes que ensinava a estudar os desequilíbrios em todos os elementos do patrimônio; tal obra denomina-se “Curso Superior de Análise de Balanços” (tal obra possuo integralmente nos seus dois volumes, ambas, assinadas pelo mestre).

A tese de doutorado de Sá (1965) era centralizada na posse de leis científicas em torno do equilíbrio – tese que Masi (Apud – Sá 1997) mandou ampliar para o autor fizesse uma teoria geral do conhecimento – utilizando a análise de balanços em 7110 empreendimentos de diversas partes do país.

O mestre da escola do proto de Portugal, o Dr. Jaime Lopes Amorim (Apud – Guimarães 2005) era fascinado com os fenômenos do equilíbrio da estrutura, por isso aduzia ao objeto da contabilidade o estado de simetria de valores do capital, escalonados em grupos, sistemas e categorias nas galas de sua substância e contra-substância.

Portanto, a análise estrutural sempre mereceu destaques até platônicos de diversos nomes da contabilidade brasileira, portuguesa e Italiana, merecendo a cadeira sobressalente dos estudos essenciais de nosso conhecimento e mais do que nunca dos estudos ingentes engendrados pela atual e moderna doutrina do neopatrimonialismo, que trata tal aspecto de maneira essencial.

3. O neopatrimonialismo e a análise estrutural

A doutrina neopatrimonialista epítemo da evolução masiana, aprofundou filosoficamente as idéias contábeis patrimonialistas, atinentes aos aspectos dinâmicos e precisamente aos estáticos pela teoria das funções sistemáticas, concedendo imenso jaez à analise estrutural do capital especificando esta no sistema de estabilidade.

A função patrimonial da estabilidade é aquela que objetiva a satisfação da necessidade de equilíbrio utilizando os meios dinâmicos pela adequada proporção dos componentes do capital. A estrutura patrimonial na concepção da doutrina moderna do neopatrimonialismo é uma função, ou seja, um movimento da riqueza que gera a simetria entre seus elementos componentes.

Contudo, não basta observar a estática como um simples emaranhado de componentes, de bens determinados em uma classe de valor disposta em dado momento, como temos nas demonstrações contábeis. A estática patrimonial é preciso ser analisada de modo holístico detectando os fenômenos “anti-equilibrio”, definindo o grau e o volume da patologia, concluindo terapêuticas imprescindíveis para o bom funcionamento do capital.

A estrutura estática proporcional possui simetria quando equilibrada, neste caso dificilmente, se irá ter necessidades irregulares, de caixa, giros, vendas, produção, capital próprio, recursos de terceiros, mas, porém, quando a armação patrimonial apresenta “pseudoparidade” na proporção então existirá anormalidade de caixa, de capital próprio, de lucros, de capitalização, de recuperações dos custos, etc. A estrutura quando bem equilibrada não aparenta irregularidades e exigências soberbas, mas, quando desequilibrada apresenta inúmeras distorções na medida dos valores e no movimento do capital.

Porém, a doutrina Neopatrimonialista não centraliza seus esforços apenas na estrutura proporcional, ela busca a dimensão dessa estrutura e os ambientes que produzem tais situações estáticas, embrenhando seus estudos nos fenômenos, razões e nos modelos adequados e sagazes de comportamento patrimonial.

A estabilidade é uma função que produz o equilíbrio, contudo, a proporção também influência tal estado patrimonial. São duas as grandezas que determinam o equilíbrio: a proporção agregada, e o movimento, uma mantém relação com a outra na aspiração da prosperidade. A proporção é relativa ao movimento e o movimento altera a proporção.

Isto porque a estabilidade é uma função, um movimento que produz a estática. Contudo, a proporção que se aplica, financia ou recupera o capital pode prejudicar o movimento, então o resultado será a ineficácia desta função. O movimento gera equilíbrio e a proporção influência o movimento então a proporção agregada ao patrimônio também gera o equilíbrio.

Nesta dubiedade de concepção, afirmo que a estabilidade (Est) diz respeito ao equilíbrio da proporção (Eqp) e este diz respeito ao movimento (Mov) então o movimento é relativo à estabilidade produzindo a mesma:

Est®Eqp
Eqp®Mov
Mov«Est

A função da estabilidade (Est) é um produto dos meios funcionais de movimento (Mov), este atinge, influência e gera uma proporção (Prop), então a estabilidade se torna também relativa à proporção:

Est®Mov
Mov®Prop
Est«Prop

A estabilidade é um sistema que visa o equilíbrio proporcional; portanto, afirmo que a estabilidade (Est) é relativa à proporção (Prop), a proporção influencia o movimento (Mov) então a estabilidade é relativa ao movimento:

Est®Prop
Prop®Mov
Est« Mov

Tais silogismos e premissas que pedem vênias a proposições somente comprovam que a eficácia ou o estado de sanidade da estabilidade em muito depende do movimento concomitante com a proporção que se consubstancia no complexo patrimonial, ou seja, existe um grau ideal de movimento e uma capacidade patrimonial desta faculdade, existe um grau ideal de proporção e uma condição para que se possa tê-la.

O desequilíbrio patrimonial não é simplesmente um estado em que a proporção está esdrúxula, patológica, anormal, mas, também um estado produzido pela anormalidade de movimento; o inverso também pode ser considerado: o movimento está anormal porque o grau de valor integrado à substância do patrimônio é supersuficiente ou subinsuficiente; o equilíbrio estático nem sempre supõe um equilíbrio dinâmico, já o equilíbrio dinâmico pode não ser equivalente ao estático; o desequilíbrio dinâmico supõe um desequilíbrio estático e o desequilíbrio estático pode gerar um desequilíbrio dinâmico.

A estabilidade é, pois, um sistema que é produto do movimento dos elementos patrimoniais que estão integrados em categorias especificas e também produto do nível da proporção agregada ao patrimônio pelos investimentos, financiamentos e desinvestimentos.

Portanto, existe tal simultaneidade de causa e efeito entre a proporção e o movimento – este poderá ser causa e efeito daquela – que geram uma situação conveniente ou não ao equilíbrio, são forças equivalentes que se interagem motivadas por outras forças. Tal como acontece também na física com a reciprocidade de causa e efeito, comprovada por Einstein (Apud – Rohden 1989) quando disse que haveria uma existência cósmica para a ocorrência, que ultrapassa a própria noção de causa e efeito, vindos de uma origem universal que ultrapassa a lógica e a extralógica, contudo, sem excluir a realidade.

Proporção e movimento; a primeira se integra, a segunda agiliza, dá ação ao patrimônio; ambas se interagem, se correlacionam sem ser limítrofes, se uma for acionada não averiguando a outra se têm um distúrbio; a proporção agregada ao patrimônio não tendo em vista o movimento se desequilibra; o movimento patrimonial não sendo equivalente a proporção específica faz esta se desequilibrar, o equilíbrio depende destas duas grandezas dimensionais: Movimento e proporção. A proporção sem movimento se desequilibra e o movimento sem proporção tende a se desequilibrar e prejudicar a estrutura.

4. Quocientes básicos na análise estrutural

Os quocientes são relações entre fatos. São métodos utilizados pela análise para obter explicações, por isso, são chamados também de “razões” ou “ratios” em esperanto; tal método é o mais usado na prática e é o que mais se firmou durante os séculos até em outras ciências (os “ratios” são usados na ciência da física há mais de meio milênio).Acredito que os quocientes básicos que forneceriam uma singela contribuição na conclusão da análise estrutural e seus estados de eficácia. Modestamente são os seguintes:

Quociente de Imobilização do Capital Próprio

Imobilizado Quociente que busca as razões da imobilização do capital

Capital Próprio próprio, ou seja, quanto existe de imobilizado no capital próprio.

Quociente de Aplicação Circulatória do Imobilizado

Estoque + Créditos Quociente que busca as razões da aplicação circulatória do capital

Imobilizado fixo, ou seja, quanto existe de elementos circulatórios produzidos pelo

capital Imobilizado.

Quociente de endividamento do Imobilizado

Passivo circulante Quociente que busca as razões das dívidas a curto prazo e o capital

Imobilizado fixo imobilizado, ou seja, quando existe de endividamento do

Capital imobilizado

Quociente de Aplicação circulatória do Capital Próprio

Ativo Circulante Quociente que busca as razões dos investimentos circulatórios e o

Capital Próprio capital próprio, ou seja, quanto que existe de investimentos

circulatórios produzidos pelo capital próprio.

Quociente de participação da origem de recursos

Capital de Terceiros Quociente que busca as razões da participação dos financiamentos,

Capital Próprio ou seja, quanto existe de capital de terceiros ( passivo a curto e

longo prazo) no capital próprio.

Tais quocientes são, pois, estáticos e relativos (porque não existe medida “padrão”); servem para avaliar a “Estrutura” em um dado momento como realmente “Estrutura”, a fim de verificar as distorções entre as principais partes do patrimônio; tais quocientes são básicos, senão haveríamos de preencher tais páginas com centenas destes quocientes e relações o que fugiria dos ditames deste artigo.

Porém, tais quocientes necessitam de acréscimo nos estados de financeiros e circulatórios; isto é: as relações estruturais estáticas supõem outros quocientes estáticos-dinâmicos, concernentes à circulação, giro e conseqüentemente posição financeira. São eles:

Quocientes de Giro dos Bens Realizáveis

Vendas Quocientes que busca as razões dos giros dos bens realizáveis, ou

Estoques+ Créditos seja, quanto gira ou se renova os bens realizáveis.

Quociente de Giro do Ativo Circulante

Vendas Quociente que busca as razões do giro do Ativo circulante, ou seja,

Ativo Circulante quanto gira ou se renova o Ativo circulante

Quociente de Liquidez Financeira do Capital

Ativo Circulante Quociente que busca as razões da liquidez, ou seja, quanto existe de

Passivo Circulante meios de pagamento para as dividas a curto prazo.

Além destes poucos quocientes – mas, todavia, imprescindíveis – posso acrescentar outros quocientes de lucratividade do capital, pois, a sanidade lucrativa ou os resultados perfeitos são sinais de bom equilíbrio estático e possivelmente dinâmico:

Quociente de lucratividade dos custos técnicos

Lucro Quociente que busca a razão da lucratividade do custo de mercadorias, ou custo

CMV técnico, ou seja, quanto de lucro existe no custo técnico.

Quociente de Lucratividade das Vendas

Lucro Quociente que busca a razão da lucratividade das vendas, ou seja, quanto de

Vendas lucro existe nas Vendas realizadas.

Portanto, tais quocientes como sendo básicos na análise da estrutura e devem ser utilizados, contudo, algumas recomendações serão feitas no que tange à doutrina: quando abordo sobre o imobilizado estou me referindo ao “permanente” descrito na lei; quando abordo sobre o capital de terceiros estou dizendo sobre aquilo que se chama “passivo circulante a curto e longo prazo”; quando refiro-me ao Ativo circulante deve-se excluir os valores do termo denominado “Despesas Antecipadas”; quando digo sobre o lucro estou falando daquele denominado “liquido”; quando falo das vendas os leitores poderão utilizar “Receita Bruta” como opção. Digo isso porque a lei 6404/76 assumiu uma terminologia abjeta e esdrúxula no que tange o pragmático, mesmo quando se baseava no pragmatismo. É um verdadeiro absurdo, uma cacofagia.

A lei 6404 de 1976 por mais que norteie os procedimentos, necessita de reparos duma atualização real. Os que sugerem a doutrina científica discordam dessas normas, pois, não condizem com o essencial na informação contábil: exatidão clareza. Por isso que Paulo de Tarso (Século I da era cristã) dizia nas suas epistolas que “a letra mata, mas, o espírito vivifica…” (Carta aos Romanos) porque se seguíssemos a lei estaríamos todos mortos em erros diversos, contudo, acaba sendo necessário seguir estas regras para não cairmos no risco de sermos presos.

Deixo tais quocientes, expostos, muitos desses foram antes ressaltados por Franco (1973); Herrmann Júnior (1975); Koliver (1971), Sá (1962, 1973, 1981, 1983,2005), Florentino (1989) e Pfaltzgraff (em sua obra “Manual de Análise de Balanços”). A explicação sobre tais relações farei nos subtítulos posteriores nos ditames deste artigo.

5. As dimensões da estrutura

Para se analisar a estrutura como tarefa substancial temos que utilizar os quocientes, contudo, isto não bastará para detectar os fenômenos de desequilíbrio é preciso prever o alcance de tais fenômenos. É o que o Neopatrimonialismo prega ao apropriar o holismo como norma de investigação, pela relação lógica dimensional.

Ou seja, as dimensões que concernem á estabilidade na sua eficácia, como nos fenômenos deletérios do equilíbrio, devem ser investigados e mensurados racionalmente, como a lógica indutiva para conseguir corretas decisões. A estabilidade possui dimensionamento. O equilíbrio na sua visão hexadimensional possui o seguinte alcance:

Causa® ocasionada por Giros e correta agregação de proporção

Efeito®Eficácia dinâmica circulatória e adequada proporção, boa liquidez e resultabilidade.

Qualidade®Tipo do elemento que está equilibrado ou desequilibrado

Quantidade®Medida compatível ou incompatível, adequada ou inadequada.

Tempo®Duração do desequilíbrio ou do equilíbrio; proporção e movimento futuro, risco e probabilidades.

Espaço® Na substância patrimonial e aziendal.

O que causa um equilíbrio nada mais é do que os fenômenos dinâmicos circulatórios, de giro, de vendas, capitalização, também os investimentos, financiamentos e desinvestimentos que não ultrapassam a proporção ideal na mesma medida monetária.

O efeito do equilíbrio transparece na correta sanidade da liquidez e lucratividade, na eficácia dinâmica do capital com um grau relativo de elasticidade (ou crescimento da massa patrimonial), e o antiefeito do equilíbrio – quando a causa é negativa – estará no mau funcionamento da liquidez com a sua insuficiência potencial no pagamento de dividas, na malograda posição da resultabilidade, na espécie de prejuízo ou regressão dos lucros e na distorção dos componentes proporcionais encontrados nos quocientes que denotam os exageros e carências de proporção.

A qualidade estará totalmente voltada para a quantidade específica, ou seja, o tipo, ou espécie de elementos patrimoniais que estão investidos em demasia ou insuficiência; isto vale também para os financiamentos e os desinvestimentos; todas estas medidas sejam em graus ou níveis diversos, possuem uma quantidade que é mensurada matematicamente e deve ser respaldada pelas decisões gestoriais, visando a estabilidade e sua eficácia.

O tempo de desequilíbrio pode ser longo, quando a proporção é soberba ou insuficiente; o equilíbrio e seu inverso possuem um tempo em diversas condições, uma delas está quando importunamente o administrador ou proprietário investe casualmente de forma equívoca ultrapassando o limite proporcional e o potencial dinâmico, neste caso e neste lapso de tempo o equilíbrio e o desequilíbrio terá apenas um tempo que pode causar a ineficácia ou eficácia, continuidade ou descontinuidade da riqueza aziendal.

O espaço da substância do patrimônio (ou da contra-substância) poderá aumentar com o equilíbrio, mormente, naquele adequado, contudo, poderá haver um espaço aziendal que não se iguala ao espaço funcional então os desequilíbrios poderão surgir, da mesma forma, que poderá existir um crescimento substancial que não coincide com o aziendal, então, influências existirão; cada caso é um caso e o senso de investigação aumenta à medida que se investiga. O espaço do desequilíbrio deve ser observado detectado, apurado e eliminado nas suas qualidades e quantidades especificas ou nas suas determinações das aziendas.

Todas estas dimensões aumentam o grau de investigação do analista contábil ou contador, na verificação dos desequilíbrios e na correta aspiração do constante do equilíbrio da riqueza. O holismo patrimonial que expus em breves linhas e não se resume nas mesmas, e é totalmente recomendado pelo neopatrimonialismo, que direciona a contabilidade na filosofia chegando ao infinito dos infinitos, então posso dizer como Pascal (1623 –1662) em sua obra “Pensamentos”: “O infinito nos acabrunha”.

6. Modelos de comportamentos proporcionais

Quando Luca Pacioli (1494) tinha acabado de produzir a sua “Suma de Aritmética” , no auge de sua evolução mental pensou em um estado divino de comportamento patrimonial que denominou “Divinas Proporções”(Apud – Sá 2005) que daria uma obra de mesmo nome com a temática subentendida nos mistérios dos adequados modelos de comportamento do patrimônio em funcionamento.

Isto ocorreu há mais de meio milênio, porém, mormente, há mais de dois milênios Aristóteles (384-322 a.C.) dizia que deveríamos observar as partes de um termo, com relação ao todo e propôs a seguinte identidade: se A para B está para C e D de algum modo, A está em B assim como C está em D:

A = C
B D

Ou seja, a relação de A com B está para a relação de C com D. Então A se interage com B assim como este está para C e este para D. São, pois, estas relações de cunho constante. As partes relacionadas possuem interação entre si mesmas e as outras, de modo a se formar uma identidade de relações ou uma proporção que não deixa de ser uma equivalência de razões (tal como interpreta e relata a enciclopédia Barsa em seu volume 13 Pág 183-187).

Na contabilidade o seu objeto como complexo pode ser traduzido da mesma maneira. Os esforços encetados por Franco (1973, Pág 89) quando este dizia existir uma proporção definida entre os investimentos do capital e os financiamentos do capital próprio e terceiros foram importantes como prolegômenos de uma inclinação para os estudos de proporção.
Contudo, o mérito de atribuir como método os modelos proporcionais, ou melhor, a identidade de razões ou relações foi de Sá (2005, Pág 30) o pai do neopatrimonialismo moderno que propôs a seguinte máxima:

CP :: CF
CT CC

O capital próprio (CP) deve estar para o capital de terceiro (CT) assim como o capital fixo (CF) deve estar para o circulante (CC), é um modelo mais profundo, melhorado, semelhante também ao relatado por Franco (1973). Tal modelo é uma identidade entre duas relações. Portanto servirá para conclusões importantes.

Uma inspiração especial fluiu em meu espírito, então pensei neste modelo numa forma filosófica do equilíbrio. A análise estrutural pode ser obtida então pela identidade:

CC :: CT
CF CP

Ou seja, deve-se entender que o capital próprio (CP) deve estar para o capital de terceiros (CT) assim como o capital fixo (CP) deve estar para o capital circulante (CC), porém tal condição é sintética e dedutiva. Como Aristóteles (384 – 322 a.C.) lia a identidade do primeiro termo da relação, posso ler a identidade do último termo da segunda relação transferindo tal magnitude para o capital fixo e deste para o circulante assim como o de terceiros, de forma arbitrária, mas, racional, pois, a ciência é um critério de juízo, ou seja, proponho analiticamente a seguinte máxima:

O capital próprio (CP) deverá estar para o capital fixo (CF) assim como este deve estar para o circulante (CC) assim como deverá estar para o capital de crédito (CT) e que, por conseguinte estará para o capital próprio.O modelo que proponho é analítico, pois, incide a diversas relações de modo a ser tornar totalmente exeqüível, com o uso dos quocientes básicos explanados anteriormente no subtítulo específico.

A relação entre o capital próprio e o fixo deverá ter uma sintonia do mesmo modo que o capital fixo promove o capital circulatório e este deverá possuir uma equivalência com o capital de terceiros sem preterir uma especifica proporção com o capital próprio. Tal identidade depende de diversos fatores. A identidade de relações possuirá um grau de equilíbrio analítico regular e pode ser confirmada a eficácia da estabilidade, porque será relativa à estrutura sustentável entre o movimento das partes circulantes e partes fixas, com respectivas proporções.

7. Aplicaçao do modelo proporcional baseado em identidades

Uma identidade científica estrutural é aquela que diz respeito ao equilíbrio dos investimentos e financiamentos, ou seja, o capital próprio deverá estar para o capital fixo, assim como este estará para o capital circulante e este para o capital de terceiros, tudo isto sincronicamente. Isto quer dize que: “Um modelo de comportamento eficaz para o equilíbrio deverá ser equivalente nas relações dos componentes da estrutura.”

A análise se torna totalmente científica quando é baseada em identidades e não consistirá apenas em saber se é “alta” ou “baixa” a relação proporcional, mas, acima de tudo “porque” é alta ou baixa, ou “onde” está a distorção e ainda “se está” equivalente ou não; dependendo do caso em “quanto” tempo durará em que “proporção” ou em “quanto” e em que “parte” da substância do capital, de acordo com a dimensão do equilíbrio.

O modelo se torna exeqüível quando eu o torno analítico: a razão do capital próprio (primeira origem genuína do capital) deverá estar para o capital imobilizado, assim como o capital imobilizado deverá estar para o capital circulante.Primeiramente para a análise estrutural deverei estar me baseando na quarta lei científica de Sá (1965 pág 119) em sua pesquisa sobre o equilíbrio:

“São causas fundamentais da promoção do equilíbrio: o giro de valores e o processo de formação do rédito.”

Outra lei de Sá (1965 pág 118 e 119) que expressa os fatores de equilíbrio é aquela que condiz com a obtenção do rédito e da liquidação de exigibilidades, ou seja:

“ O equilíbrio de valores se reconhece pela plena capacidade de obtenção do rédito e da cobertura das exigibilidades, nos diversos momentos da vida aziendal, dentro dos princípios da sobrevivência e dilatação do capital.”

Então para existir a eficácia na estrutura deve-se além de observar a mesma, conseguir apurar os fenômenos circulatórios e financeiros, além da capacidade de geração de resultados, tudo isto simultaneamente.Portanto, a relação entre o capital próprio e o imobilizado deverá ter uma medida (geralmente menor do que 1) ao mesmo tempo em que o imobilizado produzirá uma aplicação circulatória (relativa) e está gere uma liquidez adequada em consonância com os lucros apropriados pela azienda. Vejamos um exemplo prático (Quadro 1):

Quadro 1: Análise Estrutural


Mas, isto não é suficiente, é preciso que o capital fixo esteja para o capital circulante, assim como este deve estar para o de terceiros, ou seja, a relação de aplicação circulatória ou aquilo que o imobilizado produz de elementos financeiros deverá estar para a circulação e seu giro assim como este fenômeno está para a liquidez e resultabilidade eficaz. Uma análise dinâmica circulatória poderá averiguar tal aspecto (Quadro 2):Veja que a imobilização do capital próprio está adequada, enquanto isto o imobilizado produz bens realizáveis, e tais elementos condizem com a liquidez e a lucratividades das vendas e custos técnicos, além de existir uma medida compatível na origem de recursos. A estrutura neste caso está bem, porque o capital próprio sustenta o imobilizado, este produz bens realizáveis, e apesar da estrutura dos financiamentos possuir mais capital de terceiros do que próprios estes não atrapalham a liquidez a resultabilidade da empresa, porque esta última capitaliza a riqueza.

Quadro 2: Análise dinâmica Circulatória

Veja que o giro dos elementos Realizáveis foi compatível, pois, a liquidez financeira do capital se manteve estável, enquanto a lucratividade também foi adequada; veja que o endividamento do capital fixo não foi tão alto e aplicação circulatória do capital próprio foi crescendo durante os anos e também foi proveitosa já que os giros e a liquidez não se tornaram ineficazes.

Contudo, também é preciso que estes quocientes possuam uma sintonia, e terminando a lógica da identidade é preciso que o capital próprio esteja para o circulante assim com este está para o de terceiros e este para o próprio que devera receber lucros ideais mantendo assim os giros e a liquidez financeira (Veja Quadro
3):

Quadro 3: Análise da Estabilidade

A relação da Imobilização do capital deverá estar para a aplicação circulatória do imobilizado, como deverá estar para a liquidez em sintonia com os giros, tudo isto com uma medida específica da proporção na origem de recursos, recebendo acréscimos dos lucros que capitalizarão o capital próprio fonte genuína da riqueza.

O movimento proporcional da identidade que existe do capital próprio para o fixo deverá estar em sintonia com a relação do capital circulante e de terceiros e este com a medida adequada com o capital próprio, que deverá ser reforçado pelos lucros, este é um julgamento analítico que me levou a derivar o seguinte corolário:

“ A adequada identidade de relações dos grupos componentes do patrimônio, quando não prejudicam a dinâmica, tendem ao equilíbrio e eficácia da estabilidade.”

E a seguinte proposição:

“Quando o patrimônio possui adequadas relações entre o capital próprio e fixo entre este e o circulante, ao mesmo tempo, em que há compatibilidade das relações, entre o capital circulante e de crédito entre este e o capital próprio em simétrica identidade, com grandeza proporcional e dinâmica, específica e harmônica com os giros e lucros, em grau de intensidade, a eficácia do equilíbrio existirá.”

Denomino a máxima anterior de “ Teorema da identidade do equilíbrio proporcional” ou poderá simplesmente ser chamado de “Teorema do modelo de estabilidade” servindo de base para os estudos do equilíbrio do capital em processos de consultoria e análise contábil da riqueza fotografada em balanços.

Esta será uma lei, um teorema, que norteará e amparará o conteúdo científico da análise do equilíbrio do capital, ou melhor, da estabilidade. Tal lei se baseia na essencialidade de verdade provinda da factuabilidade da razão pura do enunciado.

8. Conclusão

A análise patrimonial como tecnologia do conhecimento contábil, aspira por meio de razões, buscar as explicações cabíveis para a substância de nossos estudos avaliando o seu comportamento definindo os seus estados de normalidade ou patologia que podem existir em grau proporcional que influência no movimento da riqueza, alterando o seu equilíbrio.

O neopatrimonialismo doutrina moderna da contabilidade aconselha à ciência contábil, que embrenhe os seus estudos na filosofia analítica, pois, esta almeja com sublimes intentos estudar o equilíbrio do capital, como as suas respectivas dimensões de alcance para assim concluir os reais efeitos ou estados da estabilidade.

A eficácia da estabilidade concerne à identidade dos grupos definidos do patrimônio que deverão estar em consonância dinâmica e proporcional para que não permita a ineficácia do equilíbrio que subtrai o potencial financeiro e reditual do patrimônio excluindo a sua vida pelos fatos de gestão que transgridem as leis cientificas derivadas do puro raciocínio.

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Chaves da Silva Rodrigo Antonio. (2007, enero 14). Análise estrutural e neopatrimonialismo. Recuperado de https://www.gestiopolis.com/analise-estrutural-e-neopatrimonialismo/
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