O contabilista como mediador no processo cognitivo

O cenário sócio-econômico atual vem sofrendo uma série de transformações nos últimos anos que o diferencia de épocas passadas. Dentre as principais características, se destacam a globalização dos mercados, a formação de blocos regionais e o comércio preferencial entre países.

Neste sentido, está surgindo uma nova profissão ligada ao mundo dos negócios e, mais especificamente, à Contabilidade. Esses novos profissionais, que serão denominados “Cognitores”, de acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, deverão ter a capacidade de proporcionar uma compreensão estratégica dos negócios que venha a complementar os conhecimentos já existentes. Esta nova e diferente profissão não vai simbolizar apenas um conjunto de conhecimentos ou de habilidades, mas vai dar ênfase à integração do conhecimento, necessária para atender a pessoas e negócios na economia de informação. Esta iniciativa tem objetivo de criar uma designação profissional moderna, de objetivo global e focalizada na integração de conhecimentos que criam valores econômicos.

Abstract

Socioeconomic current scenery comes suffering a series of transformations in the last years that differentiates it of past times. Among main characteristics, stand out the globalization of the markets, the formation of regional blocks and the preferential trade among countries.

In this sense, a new profession linked to the world of the business is appearing and, more specifically, to the Accounting. Those new professionals, that will be denominated “Cognitors”, in agreement with the Federal Council of Accounting, should have the capacity to provide a strategic understanding of the business that will complement the existent knowledge nowadays. This new and different profession won’t just symbolize a group of knowledge or abilities, but will give emphasis to the integration of the knowledge, necessary to assist people and business in the economy of information. This initiative has the objective of creating a modern, global professional designation and focused in the integration of knowledge that creates economic values.

1 – Introdução

A evolução do ambiente econômico e social vem exigindo do profissional contábil uma gama de conhecimentos e habilitações. Neste sentido, IUDÍCIBUS (1991; p.7) diz que: “para o seu benefício profissional e como cidadão o contador deve manter-se atualizado não apenas com as novidades de sua profissão mas, de forma ampla, interessar-se pelos assuntos econômicos, sociais e políticos que tanto influem no cenário em que se desenrola a profissão”.

Hoje, dentro da classe contábil, concorda-se que o profissional tem que se modernizar. Para isso, é, preciso que se altere o atual papel dos contadores, promovendo reformas que aumentem o grau de eficiência e eficácia de suas atividades.

Qualquer que seja a área de prestação de serviços, não pode a mesma isolar-se das demais, requerendo visão holística, tal como preconiza o neopatrimonialismo. A interação do conhecimento é algo axiomático e cada vez mais requerido.

A formação educacional de um ser é influenciada por inúmeros fatores, sendo que as experiências acumuladas ao longo de sua existência, aliada aos conhecimentos obtidos, formam um quadro referencial que lhe permite um determinado tipo de reação a cada novo fato observado, admitindo, assim, agregar novos conhecimentos ou experiência.

Partindo dessa premissa, é que este trabalho apresenta a figura do “Cognitor”, tentando esclarecer as perguntas: Como surgiu esta profissão? Quais são as habilidades e competências do “Cognitor”? Como será seu trabalho? Quais são as suas atribuições? Quais os desafios e as vantagens? Como criar valor econômico?

2 – o “cognitor”. Como surgiu esta profissão?

O conhecimento sempre desempenhou importante papel nas grandes transformações sociais. Na primeira fase da revolução industrial, foram aplicadas as ferramentas, processos e produtos; na segunda fase a revolução da produtividade passou a ser aplicada ao trabalho. Atualmente, o conhecimento está sendo aplicado ao próprio conhecimento. ‘E a Revolução Gerencial, segundo DRUCKE (1996).

Como diz MULA, (2001; p. 5), várias profissões, entre elas a do contador, exigem uma necessidade muito grande de conhecimento. Isto é a pessoa precisa saber além da sua própria profissão. Todo contador que se preze deve possuir bons conhecimentos em Economia, Administração, Direito Comercial e Direito Tributário.

Podemos dizer que há uma invasão destas áreas separadamente. O “Cognitor” é o profissional que faz a ligação entre estas áreas do conhecimento, correlacionadas à Contabilidade.

A partir, desta idéia coube a 8 (oito) Institutos de Contadores, espalhados pelo mundo: Instituto Americano de Peritos Contadores,Instituto Canadense de Revisores Contábeis Juramentados, Instituto de Contadores Juramentados da Austrália, Instituto de Contadores Juramentados da Inglaterra e do País de Gales, Instituto de Contadores Juramentados da Nova Zelândia, Instituto de Contadores Juramentados da Escócia e Instituto Sul-Africano de Contadores Juramentados, criarem o conceito de “Cognitor”.

O “Cognitor” simboliza não somente um conjunto de conhecimentos ou de habilidades, mas uma profissão nova e diferente, dando ênfase à integração do conhecimento, necessária para atender pessoas e negócios na economia de informação.

Para os professores ROCHA e FERNANDES (2001; p.3), a contabilidade moderna tem condições de gerar, hoje, o denominado profissional “Cognitor”, porque, nos cursos de graduação, pós-graduação e MBAs, a Contabilidade vem sendo desenvolvida com uma visão extremamente gerencial, não se prendendo apenas à Contabilidade Financeira. Por isso, o “Cognitor” pode ser muito bem representado pelo contador que tenha conhecimento na área de custos, análise econômica e financeira das demonstrações, custeio, registro contábil e interpretação de dados. É um profissional multidisciplinar.

3 – Habilidades e competências do “cognitor”

As competências do “Cognitor”, incluem conhecimentos, habilidades, motivação, características e valores fundamentais ao seu desempenho.

De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade essas competências são:

3.1 – Competências Comerciais: relacionadas às organizações de todos os tamanhos, podendo incluir conhecimento e compreensão de qualquer número de áreas: geral/empresarial, administração, comportamento organizacional, administração de pessoal, projeto de sistemas, marcador financeiro global, gerência de câmbio/processo de melhoria, política/estratégia, sistemas de negócio, tecnologia de informação, gerenciamento de risco, controle de sistemas, economia, contabilidade/impostos, análise quantitativa, finanças, ambiente legal e legislativo, medida não-financeira, gerenciamento de projeto, modelo decisório, análise do acionista.

É claro que não se espera que “Cognitores”, sejam especialistas em todas estas disciplinas, funções ou especialidades, mas que conheçam seus conceitos, formato e produção.

3.2 – Competências Baseadas em Experiência: são as habilidades que os “Cognitores” terão ganho “no campo” através de seu extenso trabalho experimental. São incluídas vastas habilidades de administração e solução de problemas, tais como: persuasão, pró-atividade, positividade, empatia, negociação, apresentação, motivando os outros, controle de conflitos, pensamento dedutivo, administração de relacionamento, pensamento analítico/crítico, trabalho em rede, perspectiva global, política organizacional, trabalho em equipe e responsabilidade conjunta.

3.3 – Competências Integrativas: são as habilidades específicas relacionadas ao grupo de competência do “Cognitor” e serão a sua marca de qualidade: habilidades conceituais, pensamento indutivo, pensamento sistemático, construção de modelo, integração de conhecimento, criatividade, análise de decisão, visão, administração de conhecimento, pensamento estratégico.

De acordo com Conselho Federal de Contabilidade o processo para definir competências será empírico, em natureza, com dados obtidos de todos os depositários que possam proporcionar opinião sobre o que se deve esperar de “Cognitores”. Por meio de pesquisas, entrevistas e revisão das competências de outras disciplinas e profissões, idéias de clientes e empregadores sobre exigências atuais e futuras para assessores e tomadores de decisões em negócios estratégicos serão vitais na definição do processo de competências.

4 – Como será o trabalho de um cognitor

O compromisso da profissão é que os “Cognitores” tenham a capacidade e a experiência para ajudar a transformar conhecimento em resultado para seus clientes e empregadores. O Conselho Federal de Contabilidade ressalta que os “Cognitores”deverão:

  • saber como funcionam os negócios e processos comerciais;
  • compreender onde está situado o conhecimento na organização;
  • obter, integrar e alavancar conhecimentos relevantes;
  • proporcionar conselho e tomar decisões que aumentem significativamente o sucesso individual e nos negócios.

Esses novos profissionais deverão, conforme explica MULA (2001; p.5) ter a capacidade de proporcionar uma compreensão estratégica dos negócios que venha a complementar os conhecimentos existentes. Diz ainda que esta profissão vai dar ênfase à integração desses conhecimentos, necessários para atender as pessoas e os negócios na economia moderna, hoje fortemente fundada na velocidade e na utilização multidisciplinar de informações.

Para ROCHA e FERNANDES (2001; p.3)o “Cognitor”será o profissional que irá condensar as informações, permitindo uma solução para o cliente no momento certo.

5 – Atribuições do cognitor

O “Cognitor” servirá de elo entre as diversas áreas do conhecimento que, antes, estavam separadas. MULA (2001; p.5) refere que a maioria dos clientes e compradores de assessoramento empresarial não sabiam o que fazer para captar informações relevantes de fontes múltiplas e tratá-las de forma integrada. Faltava uma estratégia de como aplicar esses conhecimentos para apresentar aos clientes um quadro completo de cada situação comercial. Diz ainda que, para isso, o “Cognitor” terá de se atualizar, ganhar e aliar novos conhecimentos e novas experiências.

Os “Cognitores” devem se comprometer ao estudo continuado durante sua carreira profissional. O Instituto Global de Cognitores – GIC e a Organização de Concessão de Cognitor Nacional – NCGOs garantirão que os “Cognitores” tenham acesso a um mundo de informações através de ferramentas de ensino, como uma base de conhecimento geral.

Será desenvolvido, conforme o Conselho Federal de Contabilidade, um processo de ensinamento abrangente para proporcionar o estudo continuado necessário para garantir atualização de seus conhecimentos e acesso aos últimos conceitos, práticas e informações nos campos de atividade dos “Cognitores”. Deve ser mencionado que não será exigido que as pessoas usem o processo de ensinamento do GIC para atualizar seus conhecimentos, podendo adquiri-los, da forma que desejarem, desde que continuem a demonstrar os conhecimentos exigidos.

Este novo profissional, de acordo com ABRANTES (2001; p. 6), terá de se ater à nova realidade dos negócios, explorar o potencial de uma nova autoridade profissional, focalizando o ambiente de negócios atual e futuro.

6 – Os desafios e as vantagens

Para assegurar a sua continuidade, as empresas precisam de informações, úteis em todas as etapas do processo de gestão empresarial. Numa economia globalizada, a visão do contador deve acompanhar essa perspectiva.

As empresas de países em desenvolvimento, conforme PEREZ (1997; p.61), iniciam decididas políticas para internacionalizar seus mercados e suas produções, competindo de igual para igual com países de primeira grandeza. Continuando, ele argumenta que, em uma primeira etapa, sua vantagem competitiva consiste em mão-de-obra mais barata, porém, o avanço tecnológico, as melhores condições de vida, a necessidade de investir cada vez mais no profissional, minimizam esta vantagem.

Para ter êxito, devem familiarizar-se com mercados financeiros cada vez mais sofisticados, com normas e legislações distintas e com maiores requerimentos de informação financeira e de custos para medir e melhorar sua produtividade e minimizar os riscos.

As atividades das empresas têm se tornado incrivelmente complexas, à medida que a economia se expande, tanto em nível microeconômico como macroeconômico. Este argumento de complexidade tem requerido dos administradores maior delegação de autoridade para que seja possível alcançar maior efetividade nos planos que precisam ser executados.

Esta maior delegação de autoridade e responsabilidade, e a necessidade de maior confiabilidade nas informações combinadas, têm dado ênfase aos aspectos de controle contábil das operações.

O profissional deve ser um indivíduo de idoneidade técnica, para tomar sob sua responsabilidade, determinados trabalhos, de forma que não venha, posteriormente, comprometer o seu nome e a sua condição profissional. Caso entenda que não se encontra capacitado para desempenhar determinada tarefa, deverá abster-se de toma-la sob sua responsabilidade.

O exercício de uma profissão, para SÁ (1996; p.128), “demanda a aquisição de pleno conhecimento, o domínio sobre a tarefa e sobre a forma de executá-la, além de atualização constante e aperfeiçoamento cultural”.

O importante, na visão do profissional da Contabilidade, é que ele deve participar ativamente desse processo, integrar-se às necessidades da empresa, quer como profissional vinculado, quer como prestador de serviços de assessoria, consultoria e auditoria.

Na década de 80, viveu-se a era da informação, segundo PEREZ (1997; p. 60). A informação se transformou em um recurso igual ao trabalho e o capital.
Hoje vive-se a era do conhecimento e da comunicação, conforme o mesmo autor , uma “sociedade interativa” que se una à sociedade de inteligência e à sociedade de informação.

Tudo isso, PEREZ (1997; p.61) diz que incide diretamente no exercício da profissão do contador, porque a profissão contábil tem como objetivo a informação.
Cabe ao profissional da Contabilidade criar informações, antever as necessidades dos usuários, surpreender os usuários com informações fidedignas, tempestivas e úteis para a tomada de decisões.

A profissão contábil, segundo SÁ (1996; p.110), “consiste em um trabalho exercido habitualmente nas células sociais, com o objetivo de prestar informações e orientações baseadas na explicação dos fenômenos patrimoniais, ensejando o cumprimento de deveres sociais, legais, econômicos, tão como a tomada de decisões administrativas, além de servir de instrumentação histórica da vida da riqueza”.

Neste sentido, VAINI (1993; p.114) diz que: “ética, conhecimento, experiência, participação e criatividade são alguns dos requisitos básicos para assegurar publicamente a qualidade dos serviços e do profissional, levando a reputação da profissão ao mais alto padrão.

O futuro da profissão dependerá da sensibilidade de os profissionais estarem atentos e corresponderem ao foco das preocupações e das necessidades”.

O contador deve assumir uma postura condizente com a sociedade que se pauta pela competitividade, tecnologia e conhecimento. Deve empregar o seu conhecimento para o melhor desempenho das empresas, trazendo como consequência a valorização das empresas de serviços contábeis, que iniciam a cumprir sua função social.

Em qualquer circunstância, o contador requer um conjunto de conhecimentos, experiências e prática profissional para penetração no campo da contabilidade, pelas condições estabelecidas pela globalização da economia. VAINI (1994; p.17) diz que:“o exercício profissional sem fronteiras, efetivamente, está a caminho e a passos largos”.

Foi pensando nessas alterações fundamentais no meio ambiente dos negócios, que os Institutos de Contadores, fundadores do GIC, lançaram o conceito de “Cognitor”, pois é este espaço que precisa ser ocupado urgentemente, pois pessoas e negócios exigem, hoje, novas formas de integrar conhecimentos a fim de tratar rápida e eficientemente os desafios que vêm sendo enfrentados.
Conforme ABRANTES (2001; p.6), a ligação entre indústrias e profissões tornou-semenos nítida ou, simplesmente, desapareceu.

Os valores agora devem ser reconhecidos em termos de equidade intelectual e humana. As empresas que puderem beneficiar-se desse desenvolvimento terão vantagens competitivas no futuro, variando de pessoal mais bem qualificado e informado até uma significativa redução de custos, melhoria na focalização do cliente e aumento da rapidez de mercado.

7 – Criando valor econômico

A tecnologia da informação e das telecomunicações possibilitou a globalização da economia. O mercado de massa, de acordo com MARTINS (2000; p.4) se desintegrou à medida que os clientes, mais conscientes de suas necessidades, e diante da diversidade de opções, passaram a exigir produtos e serviços que atendessem as suas necessidades, diferentemente do comportamento apresentado após a Segunda Guerra Mundial, quando a produção em massa e padronizada tomou pulso para atender à escassez dos mais diversos produtos à época.

O novo milênio estará desafiando todas as organizações a mostrarem suas competências. As tarefas diárias exigem um alto grau de conhecimento e inteligência, que nos impedem de ter relacionamentos estreitos. Os sistemas têm que ser cada vez mais abertos.

Para MOREIRA (1999; p. 23), num mundo globalizado, as empresas viajarão a velocidade do som, da luz e da quântica, e, conforme sua estratégia, potencializarão seu mais nobre capital nesta ou naquela direção.

A inteligência é competência não apenas para os que pensam (estrategistas), mas também para quem as facilita e quem as executa.

A nova tendência de gestão do conhecimento nas empresas possui características marcantes e poderosas, capazes de promover o ambiente interno das empresas nos mercados em que participam e na sociedade onde interferem os cenários racionais de aproveitamento da força do trabalho, criando oportunidades efetivas de desenvolvimento individual e corporativo.

Neste ambiente cada vez mais exigente, os líderes querem recursos humanos capacitados para a criação de novos valores econômicos. E isto é um grande desafio para o “Cognitor” que é o de criar valor.

ABRANTES (2001; p.6) ressalta que, com o crescimento da sofisticação nos negócios, o retorno econômico das empresas no fornecimento de serviços considerados técnicos ou administrativos teve uma queda. Em alguns casos, clientes decidiram reduzir seus custos, realizando esses serviços em casa.

O autor diz ainda que, foi pensando nesse “buraco negro”, existente no mercado, que o conceito de “Cognitor” foi lançado. O mercado, assim, estará formando profissionais experientes que terão excelente posição para oferecer integração de conhecimentos, solução de problemas complexos e altos níveis de resultados. E tudo isso, graças à permanente atualização da visão universal, não só dos negócios, mas do mundo como um todo.

8 – Conclusão

Os avanços tecnológicos, percebidos atualmente, permeiam qualquer análise sobre as mudanças nas estruturas organizacionais das empresas, proporcionando, agora, oportunidades para o uso de conhecimentos de uma nova forma e em velocidade sem precedentes.

O ritmo do comércio, conforme Conselho Federal de Contabilidade foi acelerado, e a capacidade de inovar rapidamente tornou-se um critério essencial para o sucesso. Ligação entre industriais e profissionais tornou-se menos nítida ou desapareceu. Os valores devem agora ser reconhecidos em termos de equidade intelectual, humana e de marca, bem como em ativos financeiros e físicos.

Neste contexto, surge oportunidade para todos os profissionais. E para atendê-las, enfrentam desafios específicos. O desafio mais importante é o de criar mais valor.

Os profissionais que proporcionam valiosas soluções de problemas e aconselhamento estratégico, tanto para grandes ou pequenas empresas, podem esperar desfrutar carreiras amplas e compensadoras.

Bibliografia

ABRANTES, José Serafim. Cognitor, ou a integração de conhecimentos. Jornal do CFC. mar/2001.

CFC. O conceito cognitor; transformando conhecimento em valor. Brasília – DF, 2000

DRUCKER, Peter F. A sociedade pós-capitalista. 5.ed. São Paulo: Pioneira, 1996.

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade: uma visão crítica e o caminho para o futuro. Belo Horizonte-MG. CRC/MG, 1991.

MARTINS, Eliseu. Capital intelectual: verdades e mitos. Anais do XVI Congresso Brasileiro de Contabilidade. Goiânia-GO. Out/2000.

MOREIRA, Dirceu. A potencialização do capital humano: o equilíbrio do capital intelectual e emocional, nas empresas, escolas, instituições e outrosd setores organizacionais. São Paulo: Makron Books, 1999.

MULA, Irineu de. Profissão contábil deve trabalhar com estratégia e novos conhecimentos. Jornal do CFC. mar/2001.

PEREZ, Antônio Castilla. A profissão contábil e o futuro. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF, ano 26, nº 103, p. 58-73, jan/fev. 1997.

ROCHA, Nelson Monteiro & FERNANDES, Antônio Miguel. Cognitor: esse ilustre desconhecido. Jornal do CRC-RJ. Jul/ago.2001

SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 1996.

SANTISO, Horácio López. Um modelo contábil globalizador: um modelo de valores econômico-contábil. .Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF, ano 25, nº 100, p. 68-77, jul/agos.1996.

VAINI, Luiz Carlos. A globalização do exercício profissional. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF, ano 23, nº 86, p. 17-19, mar. 1994.

VAINI, Luiz Carlos. O contador do ano 2.000. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF, ano 22 nº 85, p. 114, dez. 1993.

Agradeço as proveitosas sugestões do professor Dr. Antônio Lopes de Sá

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Pereira Kraemer Maria Elisabeth. (2005, marzo 17). O contabilista como mediador no processo cognitivo. Recuperado de https://www.gestiopolis.com/o-contabilista-como-mediador-no-processo-cognitivo/
Pereira Kraemer, Maria Elisabeth. "O contabilista como mediador no processo cognitivo". GestioPolis. 17 marzo 2005. Web. <https://www.gestiopolis.com/o-contabilista-como-mediador-no-processo-cognitivo/>.
Pereira Kraemer, Maria Elisabeth. "O contabilista como mediador no processo cognitivo". GestioPolis. marzo 17, 2005. Consultado el 13 de Diciembre de 2018. https://www.gestiopolis.com/o-contabilista-como-mediador-no-processo-cognitivo/.
Pereira Kraemer, Maria Elisabeth. O contabilista como mediador no processo cognitivo [en línea]. <https://www.gestiopolis.com/o-contabilista-como-mediador-no-processo-cognitivo/> [Citado el 13 de Diciembre de 2018].
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