MEIO PATRIMONIAL E INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS ENDÓGENAS E EXÓGENAS
Na atualidade, toda célula social deve adaptar-se às mudanças rápidas do
mercado, às novas tecnologias, às alterações constantes das leis, da
política financeira e cambial, em suma, a uma série de alterações que se
operam em muitas coisas.
A Contabilidade, como ciência da riqueza da referida célula social,
precisa acompanhar essas mudanças.
São as influências ambientais exógenas as que modificam a dinâmica dos
meios patrimoniais, sendo provenientes do mundo exterior à célula, mas,
agindo quer direta quer indiretamente sobre ela.
Tais câmbios de estados, de natureza externa mais distante, vão
influenciando a forma de administrar a empresa, por tangerem os meios
patrimoniais.
Outras influências, também ambientais, provenientes de elementos
externos, porém mais próximos derivadas da administração e do pessoal,
sendo internos na célula, são igualmente influências ambientais, mas,
endógenas.
É importante o estudo e a análise dessas influências ambientais internas
e externas (endógenas e exógenas) porque são forças inequívocas que
fazem movimentar o patrimônio.
As referidas influências são, também, as que determinam a ocorrência das
eficácias ou ineficácias, gerando-se, em defluência de fenômenos
patrimoniais, matéria esta que é a fundamental da ciência contábil.
É importante, pois, o estudo da dinâmica do meio patrimonial, sob tais
óticas.
Esta movimentação constante, é que enseja o cumprimento ou não dos
objetivos da célula social.
MEIO PATRIMONIAL E A EFICÁCIA
A função do meio patrimonial é o exercício da riqueza, sendo volvida à
satisfação da necessidade. Quando ocorre a satisfação da necessidade há
eficácia e quando esta não ocorre, há ineficácia. Segundo o Prof. Lopes
de Sá: "O meio patrimonial terá eficácia se, e, somente se, satisfazer a
necessidade".
Assim, por exemplo, se o dono de uma Loja de Confecções observa que tem
um estoque de camisas e que necessita vende-lo, para ter meios de
pagamentos (dinheiro) em caixa (necessidade) procura realizar as vendas
fazendo "girar" o que tem como objeto de seus negócios (fenômeno
circulatório). Colocadas as camisas cumpre uma etapa de trabalho e
satisfaz a necessidade pertinente.
No exemplo referido ocorreu, pois, a eficácia. Todavia, de posse dos
meios líquidos de pagamento (dinheiro), o comerciante volta a ter
necessidades, por decorrência, ou seja, a de comprar mais camisas para
voltar a vendê-las (fenômeno circulatório) .
Há um renovar constante de necessidades e uma meta igualmente constante
de conseguir a eficácia, como satisfação do que se precisa.
Esse movimento permanente de necessidades e da satisfação delas é a que
enseja a dinâmica natural da eficácia.
Contabilmente, o objetivo de nossas análises deve centrar-se nessas
ocorrências porque representam a essência dos fatos.
O MEIO PATRIMONIAL E A INEFICÁCIA
O meio patrimonial, se não satisfazer a necessidade, será ineficaz.
Admitamos alguns fatos hipotéticos, para o estudo de um caso ou seja o
de uma empresa que, em um determinado lugar ou cidade ( espacialidade) e
tempo (temporalidade) defronta-se com a queda do poder de compra dos
consumidores de seus produtos .
Haverá, nesse caso, uma retração de consumo que é um fato econômico. O
estudo desse acontecimento interessa à economia. A ciência econômica é
que estuda os fenômenos de mercado. Esta influência ambiental exógena,
exemplificada, causará, todavia, ociosidade nos meios patrimoniais
daquela empresa.
Quando a ocorrência atinge a célula social, em seu patrimônio, o
fenômeno adquire características próprias e, como afirmou Aristóteles,
em sua Política, já não pertence ao estudo da economia.
Já não se trata, pois, de um fenômeno econômico, para os contadores,
mas, de uma influencia proveniente de algo externo, que atingiu a
riqueza interna da célula social e que é a empresa, promovendo efeitos
específicos.
Uma coisa é o que ocorre no mercado em geral e outra o que ocorre dentro
de um negócio particular.
A Contabilidade estuda a riqueza particularizada e as pressões externas
se analisam pelos efeitos que causam, sem preocupação de conhecer as
causas gerais, mas, sim as próprias da empresa.
No exemplo, a ociosidade dos estoques que não se vendem provocará perda
de função ou de utilidade, criando-se assim a ineficácia.
Toda ineficácia concorre para o declínio funcional da célula social. A
ineficácia constante dos meios patrimoniais pode causar a deterioração
da capacidade funcional da empresa e até conduzi-la à falência.
Tomemos o exemplo de uma empresa de revenda de automóveis e peças que
tenha falido. Ao observarmos as causas do desequilíbrio da riqueza
poderemos, por exemplo, detectar que o principal motivo tenha sido o da
ineficácia de pagamentos a fornecedores causados por desvio de capital
de giro.
A falência, entretanto, não abala só a célula social, mas, também a
sociedade onde ela se insere. Se empregados, de um momento para outro,
perdem seus empregos, a comunidade de uma forma ou de outra termina
prejudicada. A empresa como célula viva social tem um desempenho e sua
morte acarreta desequilíbrios.
À Contabilidade interessa, todavia, o que sucede com a célula, em si, em
face de sua riqueza, mas, não pode desconhecer as influencias sociais e
econômicas que decorrem.
ESTÁTICA E DINÂMICA PATRIMONIAL NA MODERNIDADE
A estática patrimonial examina o meio ou riqueza em seus estados
estruturais e de equilíbrio pertinentes, enquanto, a dinâmica, tem como
escopo, o movimento.
Para Masi (apud Sá, 1997, p. 130), a Estática Patrimonial objetiva a
estrutura do grande sistema da riqueza aziendal e a Dinâmica Patrimonial
a movimentação desta estrutura quer sob o aspecto da qualidade dos
elementos, quer sob o de suas expressões em valor (qualitativo e
quantitativo), sendo o Levantamento Patrimonial a informação racional
que permite ter informação sobre tais relações e aspectos, mas de
maneira científica.
Masi (apud Sá, 1997, p.134) nos diz: Toda posição estática contém em si
elementos dinâmicos enquanto exprime equilíbrio de valores patrimoniais
que em verdade possuem um movimento, a eles imprimidos pela vida da
empresa: considerando o capital, pois, em determinado momento (posição
estática) podemos aferir como se constitui o que ponto de equilíbrio
encontra e assim localizamos seu baricentro.
Sá (1997 p.130), leciona: “Teoricamente o patrimônio tenderia a
estática, se não sofresse a ação de agentes ambientais, mas, é em razão
da evolução permanente dos elementos externos que a riqueza se movimenta”.
Os fatores ambientais exógenos influenciam na dinâmica dos meios
patrimoniais.
Para esta afirmação podemos lembrar, como um exemplo, a mudança das
estações.
A chegada do frio na região sul trouxe para as Lojas de Confecções um
aumento de até 20% em suas vendas. Os brechós (lojas de roupas seminovas)
tiveram um aumento de até 60% em relação ao ano passado. As farmácias,
em decorrência do rápido resfriamento do tempo, tiveram um aumento nas
vendas de remédios para gripe e resfriados. Observamos por esses
singelos exemplos que houve um aumento nas vendas de roupas para o frio
e de remédios para problemas respiratórios típicos da época de frio,
tudo em decorrência de fatores externos à célula social .
Ao analisarmos estes fatos observamos que:
1o. Aumentou o fenômeno circulatório (venda) dos meios patrimoniais das
lojas de confecções, brechós e farmácias;
2o. o aumento do fenômeno circulatório dos meios patrimoniais foi
causado por influência ambiental exógena (aumento do frio).
Podemos concluir que as influências ambientais exógenas causam fenômenos
patrimoniais.
As influências ambientais exógenas, podem aumentar ou diminuir o
fenômeno circulatório(venda) dos meios patrimoniais, alterando
composições da riqueza, assim como as funções de todos os seus sistemas
patrimoniais .
Assim como o fenômeno natural, no exemplo, sendo o aumento do frio, pode
trazer benefícios a alguns setores do mercado, trará, igualmente,
influências negativas a outros segmentos.
O frio resulta em diminuição de vendas de sorvete, picolé, bebidas como
cerveja e refrigerante. Cria-se, nesse período, uma diminuição do
fenômeno circulatório desses setores da economia.
Quando há diminuição de vendas há ocorrência de ociosidade de meios
patrimoniais.
Observamos que a influência ambiental exógena traz benefícios para
alguns setores e prejuízos para outros.
Estas influências sobre os meios patrimoniais são constantes e devem ser
objetivadas como naturais no estudo dos fatos contábeis.
Ao observarmos o patrimônio de uma empresa parece que ele está estático.
Na realidade, todavia, a riqueza é sempre dinâmica e se movimenta
constantemente. Mesmo se algumas transformações escaparem às nossas
observações aparentes, nunca, essencialmente, deixarão de existir.
As mutações constantes, pois, defluentes de atos da administração ou do
pessoal, mesmo externas à riqueza, em si, por esse conjunto de fatores
derivados de origem de recursos e aplicações de recursos, serão sempre
geradoras da dinâmica patrimonial. Nesse dinamismo constante, são
criados os fenômenos patrimoniais que devem ser estudados em suas
causas, como é o natural no campo de todas as ciências (que
preferencialmente procuram conhecer as causas como explicações lógicas
de verdades ou realidades que aceitamos).
FENOMENO PATRIMONIAL
Toda e qualquer ocorrência que se manifesta na essência da riqueza
aziendal é um fenômeno patrimonial.
“Seja ou não alcançável pela observação ou percebido pelo homem, tudo o
que por si mesmo sucede ao patrimônio aziendal é fenômeno patrimonial (Sá,
1998 p.147).
Sempre que um fato modificar a riqueza da célula social dará origem a um
fenômeno patrimonial.
O pagamento de uma duplicata é um fenômeno patrimonial. A compra de uma
mercadoria é fenômeno patrimonial. A venda de mercadoria é um fenômeno
patrimonial. Há mutação patrimonial.
Há uma ocorrência variadíssima de fenômenos patrimoniais que a cada
momento se processa, tenha a empresa o porte que tiver. Numa pequena
célula social as ocorrências de fenômenos patrimoniais podem ser
menores, mas, não deixarão de suceder por efeito das transformações
constantes que são as da natureza de toda riqueza .
Importante, para a Contabilidade, é o percurso entre a necessidade e a
sua satisfação.
Como há um risco em todo movimento da riqueza, embora esses sejam os da
natureza das atividades, só são considerados como normais, naturais, os
fenômenos que se protegerem contra os azares dos negócios.
Um motor parado, por exemplo, causa uma disfunção patrimonial.
A Contabilidade, todavia, tanto estuda o fenômeno patrimonial natural
quanto o inatural.
Os modelos contábeis devem ser construídos tendo por base as ocorrências
normais e que resultam em eficácia. O mesmo ocorre na medicina, onde o
corpo humano que se tem por base é aquele de um ser normal. Para os
casos anormais tem-se um estudo específico e que é o da Patologia. A
contabilidade não exclui o estudo e a análise do fato inatural, mas,
como no caso da medicina o estuda no campo da anormalidade.
A falta de dinheiro para pagar os fornecedores na data apropriada é
inatural.
A má utilização de matéria prima ou o seu desperdício é inatural.
Compra-se mercadoria, por exemplo, para que esta cumpra plenamente sua
função de ser o veiculo básico do lucro e isto é o "natural" (comprar
por um preço e vender por outro que cubra todos os encargos e deixe
margem de lucro) .
O estudo do fenômeno patrimonial é a matéria essencial da Contabilidade.
O que interessa é saber, entretanto, é se o fenômeno causou eficácia ou
ineficácia.
O registro dos fatos, com a devida mensuração, a demonstração são
importantes na contabilidade, mas, o "mais importante" é a explicação do
fenômeno patrimonial e a análise da sua capacidade de ser eficaz ou
ineficaz.
Para a analise do Consultor Contábil é essencial conhecer as
conseqüências do fenômeno patrimonial; e o registro contábil não passa
de um simples instrumento.
A venda de uma mercadoria é um fenômeno patrimonial e isto gera um
registro contábil. Importante, todavia, é saber o que tal fato influiu
na eficácia, quer relativa dos sistemas, quer para a absoluta da célula
social.
O registro contábil deve espelhar a realidade do fato ocorrido na
empresa, mas a opinião sobre o fato ocorrido, além de precisa, deve ter
comparações com a realidade desejável (esta a razão dos modelos
científicos em Contabilidade segundo nos afirma Lopes de Sá).
À ciência só interessa a verdade. A verdade se busca na observação de
fatos concretos, de fatos que espelham a realidade. São esses fatores
que geram a opinião e servem de base para os aludidos modelos.
Galileu Galilei, ao formular suas leis da queda livre dos corpos, usou
as observações e o resultados dos experimentos. Mas, só opinou quando
encontrou relações lógicas entre eles (esta a razão do
Neopatrimonialismo lopesista; inspirar-se em relações lógicas dos
fenômenos patrimoniais).
INÉRCIA E MOVIMENTO PATRIMONIAL PERANTE O NEOPATRIMONIALISMO
Um dos axiomas da teoria das funções sistemáticas do Prof. Lopes de Sá
diz: "O meio patrimonial (Pm) tende a implicar em movimento, o que
implica logicamente em transformação (Tr) da riqueza, nas células
sociais".
Esse axioma é fundamental para a dinâmica da riqueza. Sempre que houver
movimento patrimonial há transformação da riqueza. Tais relações são
inerentes e fundamentais.
Podemos afirmar, também, como ilação, que o aumento da intensidade
funcional do meio patrimonial depende de influências ambientais
endógenas e exógenas. Igualmente, o declínio da intensidade funcional do
elemento patrimonial deflui dos mesmos motivos. Assim, ao sabor dos
entornos da riqueza aumentam ou diminuem as intensidades dos movimentos
do patrimônio.
É inegável que o neopatrimonialismo, através de seus teoremas (a única
corrente de pensamento que elaborou teoria a partir de um considerável
número de teoremas), aqueles de Lopes de Sá, Nepomuceno e outros, tenha
sido o responsável por uma visão mais avançada dos conceitos abertos e
sistemáticos em contabilidade, competentes para uma nova visão dinâmica
dos fenômenos da riqueza das células sociais.
Reconheceu, a teoria das funções sistemáticas, em seus enunciados, que a
riqueza, por si só, tende a não causar movimentos e fenômenos
circulatórios e que esses só possuem capacidade de oferecer julgamento
se sistematizados. Estabeleceu, o pensamento lopesista, ser necessária a
influência ambiental endógena e exógena para que a inércia seja rompida
e enunciou o grupo das relações lógicas ambientais como agregado.
Enunciou, o neopatrimonialismo, que a ação endógena ocorre quando o
movimento ou fenômeno circulatório é causado pela administração ou
pessoal, mas, atou tais fatos a dois grandes grupos genéticos: o da
idealização e o da materialização. Assim, aceito em meus estudos como
filiado à essa corrente , a mais moderna da contabilidade . No caso
referido, por exemplo, se uma mercadoria é comprada e deixada no
estoque, tende a ficar ali até que um fato a movimente. Um dos teoremas
de Lopes de Sá, o lider intelectual do neopatrimonialismo, diz: "Enquanto
um meio patrimonial não produz função, tende a permanecer em seu estado
inercial".
O entorno da riqueza, interno ou endógeno, é o principal fator da maior
parte das movimentações rotineiras, mas, não podemos negar o que também
sucede a cada momento, proveniente do mundo exterior .
Tudo circula ao sabor de ações e a maioria destas provem dos entornos da
riqueza.
O mesmo enunciou Isaac Newton para os corpos, na física .
Não devemos confundir, todavia, o movimento em contabilidade com aquele
da física. Em contabilidade, o movimento produz transformação e o meio
patrimonial pode até estar fisicamente parado. Para a física, o corpo (massa)
se move obrigatoriamente, deslocando-se, de acordo com uma força que
sobre o mesmo agiu.
O Prof. Lopes de Sá nos ensina que "Movimento é tudo aquilo que produz a
transformação, quer de necessidade, quer de finalidade, quer de
utilidade ou função, quer de qualidade, quer de quantidade, quer de
tempo, quer de espaço, etc." E acrescenta que: "O Circulante produz
movimento mas, nem todo movimento do patrimônio é de natureza
circulante".
"Todo fato competente para alterar as relações lógicas que determinam os
fenômenos patrimoniais é um movimento patrimonial."
O movimento patrimonial se dá quando o padeiro compra farinha (matéria
prima) e a transforma em pão ou quando o carpinteiro compra a madeira e
a transforma em móveis para vender.
Outra transformação ocorre, mesmo sem qualquer movimento interno, quando
uma empresa possui um motor e este é superado por outro de muito maior
capacidade de rendimento e que surge no mercado (obsolescência) .
Houve, no exemplo, um movimento patrimonial e não um movimento físico. O
motor permaneceu no estoque, parado, mas, perdeu sua utilidade e valor
por influência ambiental exógena.
A obsolescência independe de ação interna, decorrendo sempre de fato
externo. Hoje, é um problema muito sério. Há uma rápida inovação dos
meios patrimoniais, em decorrência de novas tecnologias.
É o caso de uma empresa de autopeças que constantemente precisa renovar
seu estoque. Se não o fizer correrá o risco de seus meios patrimoniais
tornarem-se obsoletos, em face de novas tecnologias empregadas nos
automóveis.
Também é o caso de uma empresa de informática, onde há mudanças rápidas
e constantes. A fabricação de novos componente eletrônico vai
substituindo os que estão no mercado. É um dos setores da economia que
teve um desenvolvimento rápido nos últimos anos e que corre sérios
riscos.
A compra de um elemento eletrônico, deixado no estoque, uma vez
obsoleto, tende à inércia.
"A inércia é uma abstração, de uma posição relativa, porque é da
natureza do patrimônio render utilidade através da utilização constante
da riqueza aziendal".(Sá, 1998, p.157).
Um meio patrimonial adquirido e armazenado fica em estado de inércia até
que um fato produza movimento. Na inércia ele continua sua
potencialidade, mas, sua capacidade funcional, poderá ser alterada por
influências ambientais exógenas a qualquer momento. Se no mercado por
questão de concorrência, houver baixa de preço, o mesmo sofrerá
transformação em seu valor. Houve assim um movimento patrimonial. Este
também é um caso de perda de potencialidade.
Todo meio patrimonial adquirido e integrado ao patrimônio, portanto,
está sujeito a influências ambientais constantes, quer sejam esta
endógena ou exógena. Ele pode estar em estado estático (teoricamente)
mas, ocorre que constantemente haverá influências ambientais externas
sobre o mesmo que implicam em transformação e esta em aspecto de
dinâmica patrimonial .
Não podemos esquecer que a célula social faz parte do entorno ou
continente onde ela está inserida. A mesma recebe influências ambientais
internas e externas como, por interação, também influi neste ambiente.
Esta interação é uma realidade e as teorias lopesistas se preocupam em
reunir tais realidades em teoria própria.
O neopatrimonialismo, ao se preocupar com tudo isto, assoma-se como a
doutrina da contabilidade que no terceiro milênio tem condições de
suportar a evolução acelerada de um mundo em alta velocidade de
transformações.
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