OCILAÇÕES PATRIMONIAIS E A ECONOMICIDADE
Na vida da empresa pode-se observar período de prosperidade, estagnação
e de depressão ou definhamento.
Todos esses estados são verificáveis na prática e merecem atenção para o
estudo contábil.
Quando há prosperidade observamos que existe harmonia nos oito sistemas
onde se desenvolvem as funções patrimoniais, uns ajudando os outros
ensejando continuidade ao empreendimento e pleno desfrute da utilidade
patrimonial.
Segundo o Prof. Lopes de Sá: ¨Se uma empresa paga em dia, lucra, está
estável, tem vitalidade em seus negócios, não desperdiça, está protegida
contra riscos e vai sempre crescendo, acumulando lucros e aproveitando-se
integralmente disso, dizemos que ela é próspera¨. ¨Isso implica que a
empresa tenha sempre todos os seus oito sistemas de funções patrimoniais
em regime de eficácia, ou seja, suprindo todas as diversas necessidades.¨
(Ver Prosperidade e o esforço científico do patrimônio contábil para uma
nova sociedade em www.lopesdesa.com.br).
Uma empresa pode tender, todavia, a um período de estagnação, isso, em
virtude de influências exógenas de mercado, política de governo de
restrições ao crédito, sistema cambial inadequado, de altos impostos, de
juros altos e de fiscalização acentuada perturbadora; diante de tais
restrições tudo coopera para um definhamento e até a falência.
Tal estado é algo indesejável por gerar prejuízos ao indivíduo e a sociedade.
Como as oscilações são constantes porque o patrimônio se movimenta
sempre é necessário que igualmente constate seja o estudo contábil e a
orientação no sentido de que a prosperidade seja alcançada.
OBSOLENCÊNCIA E A ECONOMICIDADE
A empresa pode, todavia, possuir dentro de seu próprio patrimônio os
fatores que perturbam a sua continuidade.
As ocorrências exógenas, em quase sua totalidade, influem tanto positivo
quanto negativamente e neste caso podem trazer graves problemas ao
patrimônio da empresa.
A grande evolução tecnológica, a superação dos equipamentos, a
concorrência, as mudanças do comportamento dos clientes são realidades
atuais e que tangem o patrimônio da célula social. A obsolescência pode
atingir não só o imobilizado técnico como, também, elementos do
circulante como estoques que perdem seu giro por mudanças de preferência
do mercado consumidor. Por exemplo, o setor de calçado e de confecção é
ramo de negócio sensível a preferência da moda, e muitas vezes os meios
patrimoniais são vendidos por preços com perdas.
Há clientes que, tradicionalmente, compram meios patrimoniais como
desatualizados, mas, a empresa não pode laborar no mesmo erro.
A célula social deve procurar a eficácia vendendo sempre, e procurando
aumentar espaços de mercado, aumentando suas vendas, pois, isso é uma
condição de economicidade.
Sobreviver no tempo é uma meta que requer atividade e atenção permanente
devendo a empresa manter-se ágil em suas transações, para isto
modernizando-se sempre.
Werno Herckert, Contador, Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo.
Acerca de GestioPolis
Participar en la comunidad
Derechos de Autor
GestioPolis es la primera comunidad de conocimiento en negocios de Hispanoamérica
Derechos Reservados sobre el concepto del sitio web
GestioPolis.com
© 2008 Carlos López
| Hazte miembro de GestioPolis |
|
Y Descarga 11 eBooks
GRATIS |