-
O normal da resultabilidade é dar vitalidade e prosperidade à
célula social e é isto o que todo empresário deseja para seu
patrimônio. A atividade econômica da empresa está
voltada para que a azienda tenha lucro. A diversos doutrinares
da Contabilidade esta relação atividade/proveito foi a que os
motivou. Assim, a corrente doutrinária Reditualista
da Alemanha no inicio do século XX ensinava que o objetivo
principal da azienda era a lucratividade e que este era o
fenômeno básico a ser observado.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
A célula social quando é constituída é para se perpetuar no
tempo e prosperar. Isto é o normal. Ela nasce para viver e
sobreviver como as espécies na Biologia. O normal da espécie é
sobreviver com o passar dos anos. Assim, também, o normal na
célula social é a sobrevivência na temporalidade. Assim deveria
ocorrer com a riqueza da célula social, mas, não é isso que se
verifica na maioria das empresas. Se formos fazer uma pesquisa
vamos encontrar dados assustadores e decepcionantes, pois, 80%
das microempresas morrem no primeiro ano de existência. As
empresas chamadas familiares chegam na segunda ou terceira
geração e desaparecem. As de porte maior fundem-se com outras
organizações. São poucas as que sobrevivem e tem vida longa.
Para que isso ocorra é necessário que tenha vitalidade
patrimonial.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
O patrimônio influencia o meio ambiente natural e o meio
natural influencia o patrimônio. Há interação
constante entre a riqueza da célula social e a natureza mesmo
que isto seja pouco observável. Há, hoje, uma preocupação dos
estudiosos em observar e analisar as conseqüências dessa
interação. Cresce a importância da observação e análise porque
sabemos que o aumento da dinâmica do capital pode trazer
benefícios ambientais como problemas ao meio ambiente natural
onde está inserida a célula social.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
Alguns assuntos tornam-se, ultimamente, relevantes nas
publicações contábeis dedicadas à gestão patrimonial, tais como
os relativos à globalização, mudanças rápidas da tecnologia,
informática, telemática, educação continuada, maximização da
satisfação do cliente, tudo volvido a um aperfeiçoamento da
qualidade, envolvendo, inclusive e relevantemente, fatores
imateriais. Embora tais assuntos não sejam de todo novidade,
alguns aspectos evolutivos ocorrem quanto à quantificação de
elementos, antes apenas acenado e agora enfocado com mais
objetividade. Valores não mensurados nos Balanços tradicionais,
evidenciam a necessidade de destacar com maior objetividade a
existência de uma riqueza intelectual, despertando maior
preocupação aos estudiosos e encontrando um tratamento
científico de rara qualidade na corrente neopatrimonialista.
Cresce o interesse em quantificar os agentes da transformação da
riqueza e, também, o de conhecer a influência desse na dinâmica
do capital, inclusive em que limites essa influência se opera,
em face do que deveras afeta as situações de eficácia ou
ineficácia.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
A presente matéria, sobre os fenômenos da circulação da
riqueza, além de tratada por eméritos cientistas como Masi, pela
importância que representa é, também, sob a ótica do
neopatrimonialismo contábil é por nós aqui enfocada. É natural
que a diversidade de métodos gere variedade de óticas, razão
pela qual entendemos que as razões aqui destacadas possam trazer
uma contribuição pessoal ao esclarecimento do assunto. Em seu
Teorema sobre a Circulação da Riqueza o mestre Lopes de Sá
advertiu que “os giros são relativos a cada atividade”
(http://www.lopesdesa.com.br) o que leva a considerar que o que
denominamos circulante em realidade não tem uniformidade no
tempo e nem quanto à natureza das metamorfoses.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
O conhecimento, quando bem ordenado, torna-se uma força que
vai impulsionar a dinâmica do capital. Não há transformação
patrimonial sem influência ambiental endógena ou exógena. A
estrutura patrimonial e estática. Ela não se movimenta por si
mesma. Um corpo que está parado é necessário uma força para
coloca-lo em movimento. Uma vez em movimento ele poderá aumentar
a velocidade, diminuir a velocidade como permanecer em movimento
constante (movimento inercial). Assim, também, o meio
patrimonial se movimenta na dinâmica do capital.Há tempo que ele
aumenta o movimento como a tempo que ele diminui o movimento
como também fica ocioso. Esse movimento do meio patrimonial
dependerá da influência ambiental endógena e exógena.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
A modificação constante dos conceitos em Contabilidade é uma
exigência da prática e da teoria. Os motivos que movem essa
evolução encontram-se na velocidade com que as decisões se
operam e que influem sobre as modificações cada vez maiores dos
ambientes que agem sobre a riqueza das empresas. Nem os aspectos
legais e nem os de propriedade fechada são os que inspiram a
contabilidade verdadeiramente moderna. O Neopatrimonialismo é a
nova corrente doutrinária que hoje traça cientificamente os
destinos desse milenar conhecimento e a filosofia lopesista a
que inspira essa nova tendência.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
O estudo da riqueza da empresa, na atualidade, ultrapassa o
limite tradicional que se confinava em apurar lucros e
haveres. A Contabilidade, anteriormente, estudou o patrimônio e
seu registro, mas sem maiores preocupações sobre “o porque”
acontecem os fenômenos da riqueza das células sociais, ou
melhor, sobre quais as “causas agentes” que geram as
transformações patrimoniais. Por longos milênios apenas
dedicou-se a “arte de escriturar” e quando passou a ser uma
ciência ocupou-se mais em analisar os elementos da riqueza que
mesmo os fenômenos em suas origens mais profundas. Podemos dizer
que é, relativamente ao tempo, deveras recente a atenção para
com as questões sociais e aquelas do entorno sócio-econômico.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
O patrimônio não se move por si mesmo, mas, ao se movimentar,
por força externa, esta provoca fenômeno patrimonial que é
matéria da ciência contábil. O entorno modifica a riqueza das
organizações lucrativas e não lucrativas. Acontecimentos
externos ao patrimônio tem influência na diminuição ou aumento
da riqueza. Ultimamente a crise na Argentina desencadeou uma
série de fenômenos nos diversos segmentos da economia.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 03/2007
-
El mundo cada dia se simplifica más, las empresas se
desenvuelven en un ambiente global, que exige alta
competitividad. Estamos en la era de las comunicaciones. En la
cual la información es elemento mas vital para cualquier
negocio. La información contable es determinante para la toma de
decisiones. La contabilidad emerge, en este contexto, como una
necesidad indispensable, dado que es el idioma empresarial por
medio del cual se expresan los resultados, la posición
financiera de una entidad y sus cambios.
Tipo: Documento PDF | Fecha de Publicación:
02/2007
-
O grandioso conhecimento contábil tem a função de promover a
eficácia patrimonial com proficiência, e tal escopo, não foge ao
alcance do zeloso profissional contador, quando ele indaga sobre
os fenômenos do sistema reditual nas diversas formas que se
apresentam. A resultabilidade – como é conhecida pela doutrina
neopatrimonial - é, pois, um fato, no qual reúnem diversos
outros, de suma importância para o funcionamento do capital. A
lucratividade, rentabilidade, redibilidade, redimibilidade,
absorção das receitas e custos são fenômenos ligados ao estudo
deste sistema fundamental. A análise patrimonial promove com
empenho conspícuo, estudos de compreensão do rédito, de maneira
a ditar normas para o seu comportamento. A ciência contábil, por
meio de sua tecnologia analítica, garante importantes conclusões
para o funcionamento da resultabilidade, concedendo a esta, a
tarefa de integrar com eficácia, o rol das funções que
multiplicam o capital, transmitindo-lhe, prosperidade, pelo
crescimento constante e ilimitado.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A visão sistemática do patrimônio, aquela concernente às
idéias de Francisco D`auria (1959), assume uma nova concepção
com os estudos modernos do Neopatrimonialismo. A riqueza da
célula social é um agregado de sistemas, com fenomenologias
específicas, mas, com profundas interações entre si. A
resultabilidade é um sistema patrimonial, composto de custos e
receitas, que em interação produzem esta função, que nunca deixa
de receber influências dos ambientes aziendais, assim, tal
conjunto oferece diversos problemas para a razão contábil. O
estudo das espécies funcionais da resultabilidade, o lucro ou
prejuízo, e a análise dos fatos redituais, são tarefas contábeis
importantes, que podem ser alcançadas com o absoluto rigor
científico e doutrinal, tal como propõe, e orienta, o novo
patrimonialismo Brasileiro. Portanto, o tratamento inquiridor
sobre este sistema, que se enquadra entre os principais, cujo
efeito se transmite na capitalização e prosperidade do capital
organizado, é uma tarefa de cunho superior, própria do contador
moderno. O escopo desse trabalho é, pois, abordar sobre os
aspectos gerais deste fundamental sistema patrimonial, em ótica
neopatrimonial, explicando os seus conceitos, sua importância, e
os procedimentos clássicos para sua análise e interpretação, de
modo que se possa entendê-lo contabilmente, como também, propor
adequadas normas de comportamento para a sua eficácia.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A contabilidade sempre “sonhou” com a sua autonomia
científica, que nos séculos passados, foi pouco consagrada ou
obscurecida; foram, todavia, externadas várias tentativas,
provindas de diversos intelectuais, mas, todas falíveis, para
proclamar, com sabedoria, a grandeza desse profícuo
conhecimento, que garante a prosperidade das aziendas ou células
sociais que constituem a sociedade.Coube, portanto, a um
italiano, no século XX, realizar nobre tarefa: a de proclamar,
comprovar e defender a qualidade científica deste imortal
conhecimento.O “escolhido” da contabilidade, para propugnar, e
defini-la como ciência, no seu caráter gnosiológico e
filosófico, senão, na sua alma doutrinária, que lhe designaria:
método, objeto, partes, instrumentos, finalidade, função e
rigorosidade cognitiva, foi Vincenzo Masi, que nos deixou há
trinta anos.A obra do mestre, por conseguinte, a sua essência
teórica e filosófica, chegou até nós por via dos autores
contábeis, brasileiros e não brasileiros, se mantendo imortal
até nos dias atuais, tal como também foi, outrora, no século
passado, onde suas verdades sublimaram com luminosidade,
ofendendo as trevas de confusão que pairavam sobre a
contabilidade.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A análise contábil de balanços possui o escopo de produzir
laudos profícuos sobre os diversos aspectos e sistemas
patrimoniais por meio das relações dos fatos e partes do
patrimônio.O aspecto estático preconizado por Masi (1893-1977)
no início do século XX é atinente à estrutura proporcional de um
patrimônio em dado momento, que é provocada pelo movimento
patrimonial, e influências ambientais diversas com dimensões
específicas, exigindo assim, uma maior amplitude de inquirição.
O neopatrimonialismo: doutrina moderna da contabilidade, como um
produto da evolução masiana, aspira o estudo da estrutura
patrimonial, com um panorama holístico, na visão sistemática da
função de estabilidade.A proposta benéfica do neopatrimonialismo
almeja investigar a estrutura estática do capital figurada no
sistema de estabilidade, por meio dos balanços, através da
identidade de relações, sem preterir as dimensões e os ambientes
que influenciam o objeto contábil, para assim definir os
adequados e ideais modelos de comportamento em prol da eficácia
e prosperidade.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A busca das razões dos fenômenos patrimoniais, bem como a suas
respectivas identidades, constitui ser tarefa essencial da
contabilidade no seu atual patamar de ciência filosófica na
aspiração da eficácia das células sociais. O quociente é, pois,
uma razão dos fatos positivos que se tem alcance dimensional e
que alteram a massa patrimonial. Buscar então, a consonância das
razões ou das relações de um fenômeno patrimonial tem sido
atualmente o desafio moderno da contabilidade. O
neopatrimonialismo doutrina epistemológica, auxilia a ciência
contábil na autêntica e correta perquirição das características
comuns entre as relações diversas, para assim definir o adequado
modelo de comportamento patrimonial. A identidade das relações
ou das razões é, portanto, o moderno método analítico contábil,
que aspira as sintonias de caráter semelhante entre os fatos e
fenômenos patrimoniais, para desta maneira, produzir conclusões
diversas no aconselhamento do adequado modelo de eficácia e
prosperidade.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A ciência contábil está sendo agredida e mutilada no tempo
atual com o alvoroto de produção atrabiliária que provém de
diversos setores da sociedade, senão de alguns, que emitem
entojadas noções conspurcardoras sobre a sua essência
fundamental.Longo foi o curso de desenvolvimento do conhecimento
contábil, e diversas foram as correntes de pensamento que
nortearam a sua maneira de agir e pensar, porém, nunca como nos
dias atuais se anunciou com tristeza o epitáfio da
contabilidade.A tentativa de transformar o arcabouço teórico
contábil em uma arte empírica, ou simples técnica aduz o seu
fim, pois, tal disciplina como dizem estes controversos, está
totalmente absorvida pelas técnicas de informática, ou
atividades correlatas; também até mesmo, na rotina trivial dos
convívios humanos.Neste sentido, esvaece a contabilidade, pois,
subentendida como uma simples prática de contas e informações,
perde o seu valor como ciência autônoma, no rol das dignas de
tratamento intelectual superior.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
Toda ciência na ótica filosófica estuda fenômenos e fatos que
ocorrem em um objeto específico, contido, num universo
gigantesco e determinado, cuja explicação só é possível por meio
da razão mental. As ciências surgiram como segmentos de uma
filosofia, principalmente para estudar os acontecimentos, e
traze-los à tona, por meio de descrições que somente devem ser
entendidas pelo intelecto puro, porém, nem sempre pela
experiência. A sensibilidade auxilia e é um caminho normal para
o conhecimento, todavia, sem dúvida, é a razão que orienta os
estudos. Portanto, as representações em si apenas esclarecem
aquilo que o conhecimento irá descrever, explicar, fomentar e
nortear. Na contabilidade acontece o mesmo, pois, ela estuda os
fenômenos representados nas informações. Contudo, tamanha
confusão existe no tratamento do objeto contábil, que muitos o
designam como sinônimo de sua representação formal, atitude esta
provinda de uma razão impura, que se lastreia na experiência
informativa para manter uma vã filosofia, muito aquém dos
ditames superiores, sendo igual ao conhecimento sensível,
absolutamente trivial nos convívios humanos.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
Longo foi o curso do pensamento contábil no passar dos
séculos, desde a “pré-conta” na idade da pedra, até o inicio da
fase cientifica, quase na metade do século XIX com a obra do
francês, J. P. Coffy (1836). Diversas foram as abordagens sobre
o objeto contábil, mas a autonomia da qualidade cientifica da
contabilidade se deve a Vincenzo Masi, que no inicio do século
XX lhe abstraiu, como objeto, o patrimônio das células sociais.
Com a definição de objeto e método especifico, a contabilidade
passou a caminhar célere buscando maior alcance cognitivo, a
teoria Contábil, então, passou a ser tratada com mais veemência
e diversas foram as buscas das essências de nosso conhecimento,
surgindo aqui, portanto, o papel da filosofia da contabilidade,
como resultado desta aspiração. A filosofia da contabilidade
busca raciocinar com coerência a essencialidade,
dimensionalidade e ambientalidade dos fenômenos patrimoniais,
buscando explicações e interpretações holísticas, que
ultrapassam os rigores do espaço e do tempo. A filosofia da
contabilidade é, pois, imprescindível e relevante, não somente
para a reflexão rigorosa da certeza de nosso conhecimento, mas
para também aprimorar a grandeza cultural que a contabilidade
adquiriu e transmitiu, por tantos milênios à humanidade.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
O patrimônio das células sociais, como objeto da
contabilidade, é sujeito a influências diversas dos ambientes
que podem prejudicar a sua existência.Desde as épocas mais
remotas, impregnadas de empirismos, os indivíduos que lidavam
com a contabilidade já estudavam os riscos inerentes à riqueza,
e pensavam numa maneira de preveni-los, contudo, nunca antes se
teve noticia, dos estudos avançados sobre os perigos que afetam
o patrimônio, como os hodiernos, emitidos pela moderna doutrina
do Neopatrimonialismo. Portanto, no estágio atual da
contabilidade é comum estudar os riscos que afetam a riqueza das
células sociais, especialmente os atinentes aos movimentos
básicos, fundamentais e imprescindíveis para a sobrevivência e
progresso do ente - patrimonial.A liquidez como exercício básico
e fundamental do patrimônio, possui um risco que influência a
sua eficácia que deve ser analisado, medido e controlado, e a
ciência contábil pode, com a sua dignidade científica, garantir
os recursos tecnológicos e gnosiológicos, para estudar o sistema
financeiro, na sua capacidade de proteção contra os problemas
que ameaçam a sua eficácia, no continuo processo de devir da
dinâmica patrimonial.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007
-
A contabilidade sempre denotou durante as fases de sua
evolução o principal interesse de se estudar os fenômenos
patrimoniais.Contudo, tal aspecto preponderou a partir do século
XIX, quando se descobriu “a forma” da contabilidade presente nas
informações e “a essência” da mesma disciplina notada nos
acontecimentos da riqueza. Desde então o campo para pesquisas e
análises se tornaria abundante, preocupado principalmente com os
fenômenos patrimoniais.Dentre numerosas e vastas espécies
fenomenológicas que estuda a contabilidade, pode-se destacar
cientificamente a análise dos fatos de capitalização do capital
em funcionamento, que consiste, nos aportes e reforços na fonte
genuína da riqueza: o capital próprio.Portanto, a contabilidade
no seu merecido patamar de ciência pode com extrema proficiência
estudar minuciosamente os fatos de capitalização, constatando e
aconselhando a sua eficácia, cuja importância se afigura como
sinal de crescimento e prosperidade do capital de funcionamento
das células sociais.
Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007