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  • ANÁLISE DOS FENÔMENOS DE VENDAS E LUCROS COM RELAÇÃO À LIQUIDEZ

    A análise do capital por meio dos balanços possui como escopo a busca de explicação dos fatos patrimoniais conspícuos nas dimensões qualitativas e quantitativas, temporais e espaciais próprias dos informes que inspiram indagações diversas.Uma análise básica da riqueza, nunca, desde o século XX, preteriu com bases cientificas designar as razões dos elementos fundamentais de estudo dos aspectos financeiro e reditual, o que motivou a Masi (1873-1977), pai do patrimonialismo, produzir livros com o titulo da temática inquirida neste breve ensaio textual.Tal assunto básico para tecnologia contábil, apesar de sempre ser tratado, nunca foi consuto e hoje deve ser abordado com veemência e compreensibilidade, para os peritos em contabilidade, e os liceístas da mesma matéria e profissão, no ímpeto cientifico adequado, que almeja as conclusões de eficácia e prosperidade do capital de funcionamento.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • MOVIMENTO, VELOCIDADE E TRANSFORMAÇAO: ASPECTOS DA DINÂMICA PATRIMONIAL

    A riqueza é um complexo, importante, eficiente, que possui uma essência uma substancia, cujo devir, é alvo dos estudos contábeis de cunho superior.Em essência o patrimônio aziendal sempre está em movimento, não existe, pois, uma situação “parada” na riqueza organizada e sim uma situação estrutural momentânea que chamamos de estática.Os fenômenos pertencentes à dinâmica patrimonial foram alvo de estudos dos cientistas contábeis que em meados do século XIX e limiar, do século XX, contribuíram relevantemente para o arcabouço régio cultural da contabilidade.As informações contábeis, portanto, são apenas “fotos” do patrimônio em movimento, sendo que o verdadeiro estudo da ciência contábil almeja sinceramente os aspectos dinâmicos, referentes ao movimento, velocidade e transformação, latentes realmente nas informações contábeis produzidas em um determinado momento.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • ESTUDO E ANÁLISE DO CAPITAL FIXO SOBRE O ÂNGULO DE SUPER E SUBINVESTIMENTOS

    O estudo do patrimônio não deve ser realizado de modo grosseiro, observando apenas os valores e as qualidades dos bens sem adentrar nos aspectos e características que fomentam a conclusão de sanidade ou patologia de suas partes componentes.A patologia patrimonial pode ser causada pelo grau de proporção que se agrega ao patrimônio derivada das ocasiões em que se investe aquém ou em demasia, provocando nesta situação, prejuízos na capacidade dinâmica da riqueza com igual definhamento das funções patrimoniais.Portanto, este artigo propõe oferecer de modo assimilável e breve, alguns comentários sobre o assunto em discussão, para o estudo e análise das patologias proporcionais que poderão existir no imobilizado pelo mau uso dos investimentos patrimoniais.A análise patrimonial como tecnologia da contabilidade permite com proficiência detectar e propor decisões para os superinvestimentos e os subinvestimentos, que representam respectivamente, os excessos, e deficiências nas aplicações de recursos, que podem existir em qualquer elemento patrimonial, inclusive e especialmente, no imobilizado ou capital fixo das aziendas.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • CAPITAL DE GIRO E SOBREVIVÊNCIA AZIENDAL

    O patrimônio é como se fosse um organismo, todo dinâmico, que possui um fluxo circulatório, cuja velocidade constante transmite solvência, resultados positivos e equilíbrio para o ente aziendal.Portanto, a velocidade de renovação dos elementos da massa circulante é uma condição essencial para que exista a sobrevivência da célula social.Muito interessa à contabilidade, estudar a vitalidade do capital das empresas, estado que só é produzido pela dinâmica dos meios patrimoniais, onde podemos destacar o fenômeno designado pela agilidade de renovação dos elementos circulantes, que chamamos de giro.A relação que existe entre a vitalidade de uma célula social e a capacidade de renovação dos seus elementos circulantes é tão grande que se pode definir a sobrevivência e prosperidade da célula social pela eficácia do seu capital de giro.A ciência contábil pode através de método e tecnologia, perquirir a qualidade do capital de giro, definindo modelos de comportamento e orientação para as decisões dos gestores, de forma que este fenômeno circulatório dinâmico, possa transmitir a vitalidade e prosperidade para o organismo patrimonial aziendal. 

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • A FINALIDADE DO CONHECIMENTO CONTÁBIL

    “O homem que somente redige contas, como se dá em algumas organizações administrativas, não é contador... O contador possui o saber, diga-se mesmo o gênio... ”J. P. Coffy (Apud – Carvalho 1973, Pág 26) “ Não se deve confundir a contabilidade com a escrituração...”Carlos de Carvalho (1973, Pág 25) “Os fins da contabilidade dizem respeito à colaboração eficiente e constante que ela presta à administração econômica, no exercício de suas funções.”Adaucto de Souza Castro, Domingos D`amore (1972, Pág 20) “... Desde os tempos mais longínquos teve por objeto o patrimônio aziendal e por finalidade o seu cauteloso governo... Daqui a necessidade de estudar o patrimônio e os fenômenos que apresenta...”Vincenzo Masi (1968, Pág, 33).

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • AS RELAÇÕES LÓGICAS DO FENÔMENO PATRIMONIAL

    Todo fato estudado por uma ciência, possui relações específicas, que o formam, mostrando, a sua gênese, substância e expressão. As relações lógicas que formam o fenômeno patrimonial são, pois, condições, onde o mesmo surge na massa patrimonial, produzindo, assim, transformações constantes. As relações são também, as razões, ou os “porquês”, da existência, produção e efeito do fenômeno contábil. Saber a procedência, a dimensão, a natureza de um fenômeno contábil ou patrimonial é uma conquista sublime da razão contábil de nossos dias. O desafio cultural da contabilidade, não está simplesmente, nas técnicas de escrituração e produção de informações, mas está na busca das razões e relações do seu objeto. A razão ou a explicação, de como se figura, e existe um fato patrimonial, por meio do estudo das mesmas relações que o formam, investigando, a sua natureza, dimensão e procedência, constitui ser, a temática moderna da investigação contábil, proposta pela doutrina moderna do Neopatrimonialismo filosófico contábil.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • EVOLUÇÃO MASIANA

    O movimento gnosiológico ostentado nos quatro últimos séculos pela contabilidade, sempre emitiu um caráter comum concernente à essência do seu objeto: o patrimônio das células sociais. A policromia de conteúdo cultural produzida pelas diversas doutrinas apresentaria pouca benesse na ostentação da essência contábil, quando se coteja todo este mosaico com a proposta emitida pelo patrimonialismo de Vincenzo Masi. O patrimonialismo foi a doutrina responsável para enaltecer a contabilidade, defendendo o seu método, objeto, partes, finalidade e tarefas. Aquilo que Aristóteles (384- 322) seria para a filosofia; Einstein (1879-1955) para a física e Comte (1798- 1857) para a sociologia, Masi seria para a contabilidade, devido ao seu vigor intelectual que produziu um efeito prolífico. O neopatrimonialismo contábil é, portanto, este efeito prolífico criado por Antonio Lopes de Sá, para aperfeiçoar as idéias patrimonialistas e garantir o futuro da contabilidade na filosofia do conhecimento. Por este motivo que o neopatrimonialismo, representa realmente, o ponto central de um progresso de nossa gnose, constituindo ser a verdadeira evolução masiana.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 01/2007

  • ESTÁNDARES INTERNACIONALES DE CONTABILIDAD

    La constante necesidad de hacer uniforme la aplicación de criterios para la preparación y presentación de estados financieros, ha logrado desde la creación de IASC, en 1973, y en el 2001 la instauración del IASB, una importante aprobación de la comunidad contable internacional, excepto casos particulares como el de estados unidos que todavía asume una actitud proteccionista de su sistema contable y adopta los pronunciamientos emitidos por el FASB; consejo de estándares de contabilidad financiera para los estados unidos. Este proceso de armonización donde incurren organismos interesados en la estandarización de la información contable que suplas las necesidades de los usuarios de la información que se desarrollen procesos de estandarización en mejoramiento continúo, perfeccionando inconsistencias y buscando coherencias entre las normas y su estructura en búsqueda de este propósito estos organismos han creado los estándares internacionales de contabilidad  con el objeto de disponer de información financiera comparable, que le permita ser activo dentro de un mundo sin fronteras para los mercados, con un lenguaje contable común, que le permita comparar los resultados y valorar la gestión.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • ESTANDARES INTERNACIONALES DE CONTABILIDAD Y REPORTES FINANCIEROS IAS-IFRS

    El IASB tomo las funciones de su organismo antecesor IASC, entre estos la creación de estándares contables, de exigible cumplimiento, que contengan información confiable, comparable y transparente. Estos estándares toman el nombre de IFRS y son de aplicación para los estados financieros de propósito general, los cuales buscan cumplir con las expectativas de los usuarios. Para la elaboración de los estándares internacionales de contabilidad existe un consejo especial el cual es el encargado de la revisión del estándar y la aprobación del mismo. ESTANDARES INTERNACIONALES DE REPORTES FINANCIEROS Para llegar a establecer normas contables se necesita entidades encargadas, las cuales tengan la responsabilidad de emitirlas, el encargado era comité de estándares internacionales de contabilidad (IASC) quien ya ejercía esta función emitiendo estándares internacionales de contabilidad (IAS), este fue reemplazado por el consejo de estándares internacionales de contabilidad (IASB), quien a la vez emite estándares internacionales de reporte financiero (IFRS).

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • ANALISIS DE LA CONTABILIDAD INTERNACIONAL CON LA COLOMBIANA

    En este artículo se encontrara las grandes diferencias que existen entre el Marco Conceptual y el 2649, los atrasos que tiene Colombia frente a las normas del mundo globalizado. CONTABILIDAD INTERNACIONAL CON LA COLOMBIANA. El marco conceptual es una reunión de conceptos bases para la preparación, organización y presentación de todo lo concerniente a la contabilidad internacional, es por ello, que no es una norma de contabilidad internacional, no define reglas ni tiene poder derogatorio sobre alguna norma de contabilidad internacional; cuando halla algún conflicto entre las normas internacionales de contabilidad y el marco conceptual prevalecerá la norma sobre dicho marco pero este sé seguirá teniendo en cuenta para la creación de otras nuevas normas. De acuerdo a la experiencia que se vaya teniendo con el manejo del marco conceptual este seguirá siendo revisado y por lo tanto sometido a modificaciones para la mejor manipulación y entendimiento de las normas y del marco conceptual; En las normas colombianas y especialmente en el decreto reglamentario 2649/93;  Colombia ha permanecido en un periodo de entorpecimiento de la profesión contable  frente a las normas y practicas internacionales y como consecuencia de esto no ha podido mejorar las practicas realizadas por años, que en el hoy se han vuelto obsoletas y con un urgente llamado al cambio porque no responden a las necesidades de información de los diferentes usuarios de dicha practica.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • COMPUTACION E INFORMACION CONTABLE

    Alianza indispensable para una Gerencia Visionaria. Hace aproximadamente 5000 años, cuando se inventó el ábaco, quizás no se dimensionó su enorme trascendencia en las comunicaciones del futuro. El ábaco, que aún hoy subsiste enseñando y entreteniendo, fue la base de una cadena de aportes que desencadenaron en el computador que hoy conocemos y que se constituye en herramienta esencial para generar y procesar información contable, tan vital para el administrador de hoy y la empresa del mañana. Pero veamos como fue, sucintamente el desarrollo de las primeras máquinas sumadoras hasta llegar a ser el computador de hoy..Leonardo Da Vinci dejó diseños de una máquina sumadora e ideas que más adelante, otros como Pascal, Babbage, y muchos otros, fueron transformando y desarrollando velozmente hacia la computación. Ya en el siglo XX, la International Bussines Machines Corporation, mundialmente conocida como IBM, desarrolló en 1.924 máquinas electrónicas de contabilidad.Oficialmente, el invento de la computadora digital electrónica se atribuyó a John V. Atanasoff, quien con el apoyo de un estudiante, crearon la computadora Atanasoff-Berry Computer (ABC), en 1.942..

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • FUNDAMENTOS EPISTEMOLOGICOS DE LA REGULACION CONTABLE INTERNACIONAL

    La epistemología se ocupa de la definición del saber y de los conceptos relacionados, de las fuentes, de los criterios, de los tipos de conocimiento posible y del grado con el que cada uno resulta cierto; así como de la relación exacta entre el que conoce y el objeto conocido. Es una segunda opinión de la ciencia, por eso podemos relacionar los fundamentos epistemológicos de la contabilidad, sabiendo que esta es una ciencia y de otra manera se puede decir que el ejercicio contable tiene diferentes formas de ser vista y de ser aplicada. La contabilidad a abarcado espacios no solo locales, si no también ha logrando un interés general en diferentes países para ser armonizada, creando así la necesidad de adoptar una regulación contable internacional. La contabilidad es básica en el desarrollo de un país, es una práctica puntual y no difiere de errores, la evidencia de la información financiera debe servir de base para la toma de decisiones y para mostrar fielmente las transacciones o movimientos económicos de un ente.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • CONSEJO DE ESTÁNDARES INTERNACIONALES DE CONTABILIDAD IASB

    La contabilidad internacional se desarrolla a través de organismos de carácter mundial que avalados por organizaciones del mismo peso han querido a través de la emisión de estándares de contabilidad darle un direccionamiento hacia la uniformidad pero ante todo hacia la “alta calidad” de la información contable, el IASB (Intrnational Accounting estándar Board) es un claro ejemplo dentro del desarrollo de la contabilidad internacional, organismo que ha sufrido varias transformaciones de carácter ideológico y estructural que en cierta forma lo han fortalecido para enfrentar las nuevas exigencias de las grandes economías.   1. Reseña Histórica Dentro del proceso de lo que actualmente conocemos como globalización de la economía, se presenta una serie de inconvenientes con la información contable; ya que existen economías propias de cada país, bajo un contexto específico y totalmente diferente que dificulta su emisión y comprensión.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • CONCEPTO DE ARMONIZACIÓN Y ESTANDARIZACIÓN CONTABLE INTERNACIONAL

    La estandarización es un proceso que aunque necesario en todos los países que hacen parte de la globalización de mercados, no se encuentra exento de obstáculos y controversias, pues, en el transcurso de su implementación no se toman en cuenta los entornos económicos de su aplicación, es por eso que mucho preferirían armonizar (adaptar), ya que este término es totalmente opuesto al de estandarizar, puesto que éste implica la reconciliación de dos puntos de vista diferentes, permite evaluar las condiciones de los sistemas económicos, dejando que los que participan en estos sean quienes tomen las decisiones y no que les sean impuestas como lo hace la estandarización. ESTANDARES ¿UNA NECESIDAD O UNA OBLIGACIÓN? En Colombia como en otros países del mundo la estandarización la han hecho ver como una obligación más que una necesidad de globalización de mercados contables ya que como se ha expuesto en diversos escenarios los distintos países del mundo antes de los Estándares Internacionales de Contabilidad (IAS) hablaban idiomas totalmente diferentes.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 11/2006

  • NORMAS DE CONTABILIDAD FINANCIERA INTERNACIONALES

    Alcances: 1.-Contabilización de ingresos. a. Venta de Productos b. Prestación de servicios c. Uso de activos – para generar intereses, regalías y dividendos 2.- Producto – Venta de Bienes 3.- Prestación de Servicios – Contrato 4.- Uso por Terceros de Activos Intereses – Regalías – Dividendos. 5.- No considera – Ingresos Especiales Definiciones: 6.- Ingreso- Flujo que incrementa el Patrimonio. 7.- Valor Razonable – Transacción de venta de un activo. Ejemplo: Caso de Ingresos por Cuenta de Terceros 8.- Valuación de Ingresos 9. Ingresos Valor Razonable del Activo 10.- Intercambio entre Bienes y Servicios – Canje. 12.- Identificación de la Transacción 13.- Cada Transacción se identifica Venta de Productos 13.-Reconocimiento: a. Transferencia de riesgos y beneficios b. El ingreso se mide c. Beneficios Económicos relacionados d. Los costos son medidos 14.- La Transferencia ocurre con el título legal. 15.- Retención de Riesgo significado por el vendedor.

    Tipo: Presentación PP | Fecha de Publicación: 10/2006

  • MARCO CONCEPTUAL DE NORMATIVA NACIONAL E INTERNACIONAL

    La normatividad contable en nuestro país fue modificada en 1993 a través del decreto 2649, el cual, dio claridad sobre alguna normatividad que no se incorporaba en el decreto 2160 de 1986, dicha normatividad que apunta hacia la definición técnica de las normas, conceptos y reglamentaciones condicionadoras para la elaboración y preparación de la información financiera tiene en su esencia la estructura conceptual del documento publicado por la IASC sobre la preparación y presentación de estados financieros en abril de 1989. Realmente las modificaciones incorporadas en la normatividad colombiana no revisten cambios significativos, solo se modificaron, sustrajeron y adicionaron conceptos que permitieran la adaptabilidad en el contexto nacional teniendo en cuenta nuestra realidad y la relación con la comunidad internacional del momento.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 10/2006

  • NORMAS INTERNACIONALES DE CONTABILIDAD

    Se habla extensiva e intensivamente de tratados multilaterales de comercio y de la necesidad de pensar globalmente. Se estima que ello solo tiene que ver con el mercadeo de productos y servicios. No se perciben los interminables efectos que tienen y tendrán en el futuro. Pocos son los que entienden que nos encontramos en una comunidad financiera global.  Nuestros pequeños y medianos empresarios adolecen de una visión muy corta y limitada de lo que se requiere para aprovechar la enorme cantidad de facilidades de financiamiento que existen internacionalmente. Saben que necesitan recursos para sus proyectos de inversión, pero no tienen conocimiento de los detalles requeridos por los inversionistas. Dado que tenemos contacto con organizaciones financieras internacionales, muchos empresarios se acercan a nosotros para solicitarnos que les ayudemos a conseguir financiamientos para sus proyectos.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 10/2006

  • INVENTARIO DE LIBROS DE CONTABILIDAD INTERNACIONAL

    La contabilidad internacional genera gran polémica en el mundo actual; inventario de libros sobre contabilidad internacional es un tema bien importante ya que en el diario vivir (biblioteca, educación etc.) existen pocos libros que hagan referencia a ello, es por eso que en el presente trabajo se nombra a 3 autores muy importantes que han hablado sobre ello y estudiaremos cual es su punto de vista frente a los estándares internacionales de contabilidad y la importancia que se tiene tanto al armonizar como estandarizar, en nuestro país. Hoy en día no solo a nivel general sino particular es muy pobre la educación que tenemos sobre estándares internacionales de contabilidad, en algunas universidades ha sido muy poca su enseñanza; un ejemplo de esta problemática son contadores que solo están dedicados a la teneduría de libros y no se preocupan por mejorar su conocimiento para poder aportar un criterio con respecto a una adopción o armonización de estándares internacionales de contabilidad.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 10/2006

  • ACERCA DE LA ESTANDARIZACION DE LA EDUCACION CONTABLE

    El fenómeno de la globalización  en el que actualmente se vive, exige un cambio en la educación contable actual, debido a las falencias que de que son victimas las universidades (forman solo para “hacer”, estudiantado poco activo, poca investigación, deficiencia en la función del docente), para lo cual estas requieren adquirir ciertas características (Formación integral, Moderna, Investigación científica y tecnología, Crítica) que le permitan estar la vanguardia del desarrollo mundial. Razón por la cual organismos internacionales como la IFAC y la ISAR han presentado propuestas al respecto (estándares de educación, guías de acción y planes de estudio), pero dichas propuestas peden resultar bastante profezionalizantes e intrumentalistas y excluyendo aspectos importantes para la educación contable como la investigación, la pedagogía y la interdisciplinariedad.

    Tipo: Articulo | Fecha de Publicación: 10/2006

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"Si tú tienes una manzana y yo tengo una manzana e intercambiamos las manzanas, entonces tanto tú como yo seguiremos teniendo una manzana. Pero si tú tienes una idea y yo tengo una idea e intercambiamos ideas, entonces ambos tendremos dos ideas"
George Bernard Shaw
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