Resumo
A responsabilidade social corporativa passa a ser considerada um
elemento importante para o desenvolvimento dos negócios e para
estabelecer relações positivas das empresas com as assim chamadas partes
interessadas (stakeholdwers).
Assim, as empresas são impulsionadas a adotar novas posturas diante de
questões ligadas à ética e à qualidade da relação empresas-sociedade.
Estas questões vêm
influenciando, e em muitos casos impondo, mudanças nas dinâmicas de
mercado e no padrão de concorrência e de competitividade, a exemplo das
preocupações ligadas ao meio ambiente.
Não se deve pensar em sustentabilidade como algo restrito ao meio
ambiente, assim como responsabilidade social não se limita a ações ou
investimentos em projetos sociais. Da mesma forma, responsabilidade
social corporativa significa entender e agir em resposta a essa nova
demanda da sociedade, que é a de que o valor gerado por uma empresa se
reflita em benefícios não somente para seus acionistas, mas que tenha
também um impacto positivo para o conjunto dos afetados por suas
operações, em particular o meio ambiente e a comunidade (seus próprios
funcionários e o restante da sociedade), respeitando sua cultura e
agindo de forma ética e transparente.
1 – Introdução
A responsabilidade social corporativa, segundo Young (2004),
definitivamente se tornou uma importante ferramenta para a
sustentabilidade das organizações. Hoje, os conceitos que norteiam uma
gestão socialmente responsável – a relação ética e transparente com
todos os públicos que se relacionam com a empresa para o desenvolvimento
do seu negócio e da sociedade, preservando-se os recursos ambientais e
humanos para as gerações futuras – trazem vários benefícios para as
organizações.

Fonte: Almeida (2003)
Os elementos relacionados abaixo, de acordo com AECA (2004), facilitam
uma definição mais precisa de responsabilidade social corporativa:
→ Responsabilidade: capacidade para reconhecer, aceitar e estabelecer
respostas nas conseqüências de um comportamento realizado consciente e
livre.
→ Social: qualidade de pessoa como elemento integrante de um sistema
social ou coletivo de indivíduos.
→ Corporação: entidade de interesse público,comumente associada a um
projeto econômico, em particular a empresa.
→ Compromisso voluntário: obrigação contraída por vontade própria sem
interferência de nenhuma classe.
→ Organização: conjunto de pessoas estabelecido, institucionalizado e
estruturado adequadamente, dotado de meios para alcançar determinados
fins.
→ Sociedade: agrupamento natural de pessoas que constituem unidade
distinta de cada um de seus indivíduos, com o fim de cumprir, mediante
mútua cooperação, todos ou alguns dos fins da vida.
→ Meio ambiente: entorno físico natural, incluídos o ar, a água, a
terra, a flora, a fauna e os recursos renováveis, tais como os
combustíveis fósseis e os minerais.
→ Pessoa: indivíduo da espécie humana.
→ Grupos de interesses, partes interessadas ou stakeholders: grupos de
pessoas ou indivíduos afetados de uma ou outra forma pela existência ou
ação das organizações e com algum interesse legítimo sobra as mesmas.
Pode-se concluir que responsabilidade social corporativa, segundo o
Instituto Ethos (2001), relaciona-se à capacidade da empresa de atender
simultaneamente os interesses dos diferentes públicos com os quais ela
se inter-relaciona, sendo capaz de incorporá-los ao planejamento de suas
atividades. Isto significa que a empresa é socialmente responsável
quando consegue gerar valor não apenas para seus proprietários e
acionistas, mas sim para todos os demais públicos com os quais ela se
relaciona: empregados, fornecedores, clientes, governo, meio ambiente e
comunidade.
3 – Grupos de interesses ou stakeholders
As partes interessadas ou stakeholders são qualquer grupo dentro ou fora
da organização que tem interesse no desempenho da empresa. Há uma
tendência cada vez maior em se considerar stakeholder quem se julgue
como tal, em cada situação. A empresa deve procurar fazer um mapeamento
dos stakeholders envolvidos, conforme a figura 2.
Figura 2 - Quem são os seus stakeholders?

Fonte: Almeida (2003)
A responsabilidade social interna focaliza o público-interno da empresa,
seus empregados e seus dependentes, ou seja, os beneficiários internos
da empresa, sem os quais a organização não pode sobreviver. Por outro
lado, a responsabilidade social empresarial externa procura atuar na
sociedade na qual a empresa está inserida, junto a todos os seus
públicos ou beneficiários externos (fornecedores, clientes atuais,
potenciais clientes, opinião pública, governo, sociedade, etc.) e,
conseqüentemente, a empresa obtém maior visibilidade e admiração frente
a públicos relevantes para sua atuação.
As relações construídas com os públicos interno e externo, de forma a
satisfazer as suas necessidades e interesses, gerando valor para todos,
asseguraram a sustentabilidade em longo prazo dos negócios, por estarem
sincronizadas com as novas dinâmicas que afetam a sociedade e o mundo
empresarial. Este envolvimento da organização na prática da
responsabilidade social gera sinergias, precisamente com os públicos dos
quais a empresa depende, fortalecendo o seu desempenho global. Uma
empresa adquire o “status” de empresa-cidadã quando atua em ambas as
dimensões (responsabilidade empresarial interna e externa).
A responsabilidade social da empresa está estritamente ligada ao tipo de
relacionamento desta com os seus interlocutores. A natureza desta
relação vai depender muito das políticas, valores, cultura e, sobretudo,
da visão estratégica que prevalecem no centro da organização e no
atendimento a essas expectativas.
Os stakeholders suscitam um elenco de compromissos a serem observados
pelas empresas que desejem ser publicamente reconhecidas como
socialmente responsáveis e, associados a eles, os temas relacionados no
quadro 1 vêm sendo atualmente tratados pelo Instituto Ethos.
Quadro 1 – Temas tratados atualmente pelo Instituto Ethos em relação à
responsabilidade social corporativa
|
VALORES E TRANSPARÊNCIA |
Auto-regulação da conduta |
-Compromissos éticos -Enraizamento na cultura organizacional |
|
Relações transparentes com a sociedade |
-Diálogo com as partes interessadas -Relações com a concorrência -Balanço social |
|
|
PÚBLICO INTERNO |
Diálogo e participação |
-Relações com os sindicatos -Gestão participativa -Participação nos resultados e bonificações |
|
Respeito ao indivíduo |
-Compromisso com o futuro das crianças -Valorização da diversidade |
|
|
Trabalho decente e respeito ao trabalhador |
-Compromisso frente às demissões -Compromisso com o desenvolvimento profissional e a empregabilidade -Cuidados com a saúde, segurança e condições de trabalho -Preparação para a aposentadoria -Política de remuneração, benefícios e carreira |
|
|
MEIO AMBIENTE |
Gerenciamento de impacto ambiental |
-Gerenciamento do impacto no meio serviços ambiente do ciclo de vida dos produtos e -Minimização de entradas e saídas de materiais |
|
Responsabilidade frente às gerações futuras |
-Comprometimento da empresa com a causa ambiental -Educação ambiental |
|
|
FORNECEDORES |
Seleção, avaliação e parcerias com fornecedores |
-Critério de seleção e avaliação de fornecedores -Trabalho infantil na cadeia produtiva -Relações com os trabalhadores terceirizados -Apoio ao desenvolvimento de fornecedores |
|
CONSUMIDORES/ CLIENTES |
Dimensão social do consumo |
-Política de marketing e comunicação comercial -Excelência do atendimento -Conhecimento dos danos potenciais dos produtos e serviços |
|
COMUNIDADES |
Relações com a comunidade local |
-Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade do entorno -Relações com organizações locais |
|
Ação social |
-Financiamento -Gestão da ação social -Foco e alcance da ação social -Integração entre empresa e ação social |
|
|
Trabalho voluntário |
-Estímulo ao voluntariado |
|
|
GOVERNO E SOCIEDADE |
Transparência política |
-Contribuições para campanhas políticas -Práticas anticorrupção e própria |
|
Liderança social |
-Liderança e influência social -Participação em projetos sociais governamentais |
Fonte: Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial,
versão 2003.
4 – Objetivos da responsabilidade social corporativa
A responsabilidade social corporativa deve ser útil para atender as
necessidades dos distintos grupos de interesses, desde um comportamento
eficiente e adequado na tríplice dimensão: econômica, social e ambiental
da empresa. Por isso, o objetivo básico da responsabilidade social
corporativa, segundo AECA (2004), é fornecer elementos de direção e
gestão consistentes para:
→ Dotar a empresa de uma base conceitual sólida desenvolver o modelo de
empresa cidadã e de sua contribuição para o desenvolvimento sustentável.
→ Inovar e melhorar os processos de direção, gestão, medição e
informação das empresas, para que estas tenham em conta a citada
tríplice dimensão de sua atividade e a satisfação de necessidades dos
grupos de interesses.
→ Fazer com que as empresas gerem externalidades socialmente
responsáveis.
Conforme os objetivos acima, a responsabilidade social corporativa deve
permitir, de acordo com AECA (2004):
→ Introduzir melhoras nos processos internos da empresa, em todos os
níveis, com um sistema de gestão integral que considere os aspectos
econômicos, sociais e ambientais e tenha em conta as necessidades
manifestadas dos distintos grupos de interesse.
→ Potenciar as vantagens competitivas da empresa em aspectos tão
relevantes como, por exemplo: fortalecimento da reputação corporativa,
fidelidade do cliente, incrementos da qualidade e da produtividade,
incremento da capacidade de atrair e reter talento e incremento da
capacidade de atrair recursos financeiros.
→ Fornecer informação completa e confiável da atividade da organização
em sua tríplice dimensão, útil para todas as partes interessadas.
→ Desenvolvimento econômico da empresa, mediante a geração suficiente de
benefícios.
5 – Princípios básicos da responsabilidade social corporativa
Os princípios básicos constituem regras fundamentais que regem o
comportamento socialmente responsável das organizações. Sua determinação
e aplicação estão em congruência com o conceito, os objetivos da
responsabilidade social corporativa e as necessidades dos grupos de
interesses.
Os princípios básicos que propõe a AECA (2004) são: transparência,
materialidade, verificabilidade, visão ampla, melhoria contínua e
natureza social da organização.
5.1 – Transparência – é a peça básica da responsabilidade social
corporativa. Está fundamentada no acesso a informação que a organização
proporciona sobre seu comportamento social e que é permeável às sociais.
Um instrumento essencial da transparência é a comunicação dos aspectos
ligados à responsabilidade social corporativa, mediante um relatório
dirigido aos seus grupos de interesses e que se reflete o compromisso e
a participação dos mesmos.
5.2 – Materialidade –presume-se que a organização deve ter em conta as
necessidades e expectativas das partes interessadas na tomada de
decisões, afrontando todas as dimensões da responsabilidade social
corporativa, assim como todas as suas atividades e impactos, diretos e
indiretos. Para obter um adequado nível de conhecimento do que é ou não
material em seu comportamento a respeito da responsabilidade social
corporativa, as organizações devem manter um adequado fluxo de relação
com os grupos de interesse da mesma. Uma organização deve entender que a
responsabilidade social corporativa afeta todas as atividades da
empresa, assim como o conceito mais amplo de sua entidade. A inaplicação
da responsabilidade social corporativa a alguma entidade sobre a qual
exerce influência ou sobre uma atividade implica uma inadequada
aplicação do princípio de materialidade.
5.3- Verificabilidade – as atuações socialmente responsáveis da entidade
devem se submeter a uma verificação externa. A transparência e a
verificabilidade são princípios necessários para obter um adequado nível
de credibilidade. A verificabilidade está fundamentada na possibilidade
de que uma auditoria independente possa comprovar as atuações da
empresa. O relatório final de um auditor independente pode proporcionar
indícios sobre a verificabilidade das atuações.
5.4 – Visão ampla – a organização deve centrar seus objetivos de
responsabilidade social corporativa no contexto de sustentabilidade mais
amplo possível. Deve considerar o impacto que produz nos âmbitos local,
regional e global, com um sentido claro de herança para futuras
gerações. A situação no contexto de sustentabilidade estará em função de
múltiplos fatores. Os mais relevantes são a atividade, a localização e o
tamanho da organização. O princípio de visão ampla supõe que as
organizações determinem seu impacto macroeconômico, ampliando a
tradicional visão da empresa em nível microeconômico.
5.5 – Melhora contínua – a responsabilidade social corporativa é ligada
à idéia de gestão continuada, que tem por objetivo principal a
sobrevivência da organização. Uma atividade puramente especulativa, com
o propósito exclusivo de maximizar em curto prazo o benefício econômico,
sem considerar a consecução de outro tipo de objetivos em médio e longo
prazos (plural), é por definição uma atividade carente de
responsabilidade social corporativa. As estratégias de responsabilidade
social corporativa pretendem assegurar a viabilidade do projeto
empresarial em longo prazo, promovendo uma relação simbólica com o
entorno social e com o meio ambiente.
5.6 – Natureza social da organização – a responsabilidade social
corporativa está estabelecida na imagem e no reconhecimento da natureza
social das organizações como valor que prevalece sobre qualquer outra
consideração do tipo econômico ou técnico. Destaca o valor e o papel do
ser humano como ente individual e social, origem e fim da organização.
As estratégias de responsabilidade social corporativa pretendem
assegurar que a organização se estrutura sobre a base de sua natureza
social e não sobre valores de índole estritamente técnica-econômica.
6 – Responsabilidade social como cultura empresarial
A visão da responsabilidade social como cultura empresarial está
presente nas iniciativas de organismos como a OIT - Organização
Internacional do Trabalho e a OCDE – Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico, que estabeleceram normas e diretrizes para as
ações de multinacionais reconhecidas em nível internacional. O objetivo
é promover o desenvolvimento econômico a partir de uma perspectiva
social e ambientalmente sustentável.
Muitas empresas são atraídas pelas vantagens de adotar práticas
socialmente responsáveis. Os principais benefícios para as empresas
seriam:
→ valorização da imagem institucional e da marca;
→ maior lealdade do consumidor;
→ maior capacidade de recrutar e manter talentos;
→ flexibilidade e capacidade de adaptação e
→ longevidade.
As empresas socialmente responsáveis são aquelas que procuram, além de gerar riquezas, distribuí-las de forma justa entre as diferentes partes interessadas. Para isto é preciso:
→ Comprometer-se publicamente a seguir as normas internacionais como
definidas pela OIT e a OCDE e envolver as partes interessadas no
acompanhamento/monitoramento das suas práticas.
→ Estabelecer relações saudáveis com as diferentes partes interessadas,
levando em conta seus interesses, por meio de mecanismos de consulta e
participação.
→ Procura desenvolver seus negócios de forma a beneficiar a todos,
inclusive aos diferentes grupos que compõem a cadeia produtiva.
→ Na gestão do seu negócio, procurar gerar emprego estável, contribuindo
para a justa distribuição das riquezas e reduzindo a exclusão de grandes
grupos de cidadãos.
→ Manter o vínculo do debate sobre responsabilidade social corporativa
com as discussões maiores sobre o comércio internacional.
→ Contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que faz parte,
fortalecendo suas estruturas democráticas de participação.
→ Por meio de uma gestão sustentável, inovar na redução de impactos
ambientais não-desejados.
→ Possuir uma atuação pró-ativa em relação à incorporação das
expectativas da sociedade.
Atualmente, fatores como educação, saúde, meio ambiente, segurança,
cultura, esporte e lazer são responsáveis pela continuidade de um
crescente ciclo de consumo e pelo desenvolvimento de toda a cadeia
produtiva em torno da sociedade.
Por tudo isso, conforme Macedo e Avessa (2004), as empresas e as
comunidades devem zelar pelo consumo consciente, ou seja, o uso de bens
e serviços que atendam às necessidades básicas e tragam uma melhor
qualidade de vida à população, ao mesmo tempo que minimizem a utilização
de recursos naturais, materiais tóxicos, a emissão de poluentes, de
forma a não prejudicar as futuras gerações. Somente assim, as empresas
se tornam verdadeiras empresas-cidadãs, gerando consumidores
responsáveis e buscando continuamente a solução ou, ao menos, a
diminuição das carências sociais existentes.
Nem é preciso ser um bom observador, segundo os autores, para verificar
que as empresas socialmente responsáveis, que pensam não somente no
lucro, mas, acima de tudo, no ser humano, são mais valorizadas e
reconhecidas, com a preferência dos seus clientes. Essas ações estão se
transformando numa poderosa vantagem competitiva no desenvolvimento dos
negócios das organizações, já que os consumidores valorizam a
preocupação das empresas em tornar a sociedade mais equilibrada, com
menos injustiças e desigualdades.
7 – Conclusão
O que todos esperam das empresas é uma postura comprometida com o
desenvolvimento sustentável do país, isto é, que se envolvam
principalmente com a proteção do meio ambiente, a redução da pobreza e o
aumento da expectativa de vida da população.
A cada ano as empresas descobrem novas formas de administrar de acordo
com diretrizes para o desenvolvimento sustentável Na área científica,
são inúmeras as pesquisas voltadas para a preservação da vida no
planeta; no campo das políticas públicas, surgem leis que pretendem
impedir a depredação ambiental e promover uma atuação mais ética, mais
respeitosa para com todos. Cada vez mais surgem, em vários cantos do
planeta, movimentos de educação ambiental, preservação cultural e
resguardo do patrimônio da humanidade. A relação do homem com a natureza
e o seu semelhante está mudando na mesma medida em que cresce o respeito
à vida.
Outra questão que surge, ao se falar em desenvolvimento sustentável, é a
diminuição das desigualdades econômicas e sociais e também entre as
regiões. Já há muita gente consciente de que diminuir a pobreza é um
caminho para se proteger o ambiente.
Ao longo da última década, um número crescente de companhias vem
reconhecendo os benefícios das políticas e práticas de responsabilidade
social corporativa. Suas experiências são amparadas por um corpo também
crescente de estudos empíricos que demonstram que a responsabilidade
social corporativa tem um impacto positivo no desempenho econômico da
empresa e que pode ser medido de várias maneiras.
Referências
AECA –Asociación Española de Contabilidad y Administración de Empresas.
Documentos AECA serie Responsabilidad Social Corporativa. Marco
Conceptual de la Responsabilidad Social Corporativa. Documento nº 1.
Madrid – España, 2004.
ALMEIDA, F. Gestão do Desenvolvimento Sustentável na Indústria
Eletroeletrônica http://www.tec.abinee.org.br/2003/arquivos/s902.pdf -
10/2003. Acesso em 28/12/2004.
INSTITUTO ETHOS. Como as empresas podem implementar programas de
voluntariado. São Paulo, 2001. 121p.
MACEDO, L. C. de. AVERSA, M. B. A Contribuição das Relações Públicas
para a Criação da Empresa-Cidadã
http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/responsabilidadesocial/0134.htm.
Acesso em 23/12/2004.
SCHOMMER, P. C.; ROCHA, A. G. P.; FISCHER, T.. Cidadania Empresarial no
Brasil: Três organizações baianas entre o mercado e o terceiro setor.
In: XXIII ENCONTRO NACIONAL, 1999, Foz do Iguaçu/PR. Anais... Foz do
Iguaçu: Associação nacional dos programas de pós- graduação em
Administração (ANPAD), 1999.
YOUNG, R. Gestão da responsabilidade social e do desenvolvimento
sustentável.
http://www.uniethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3888&Alias=
uniethos&Lang=pt-BR. Acesso em 29/12/2004.
www.ethos.org.br. Indicadores Ethos de responsabilidade Social
Empresarial, versão 2003. Acesso em 01/11/2004.
Maria Elisabeth Pereira Kraemer - beth.kraemerarrobaterra.com.br
Contadora, CRC/SC nº 11.170, Professora e Integrante da Equipe de Ensino e Avaliação na Pró-Reitoria de Ensino da UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí. Mestre em Relações Econômicas Sociais e Internacionais pela Universidade do Minho-Portugal. Doutoranda em Ciências Empresariais pela Universidade do Museu Social da Argentina. Integrante da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo e da ACIN – Associação Científica Internacional Neopatrimonialista.
Conéctate con GestioPolis
¿Qué hay de nuevo?
Lo que se está compartiendo
Otros artículos que te van a interesar
Explora todas las publicaciones por tema