Recibe los titulares de GestioPolis en tu correo.
Un envío diario ofrecido por FeedBurner

A DIMENSÃO PEDAGÓGICA DO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PROGESTÃO

Autor: Julênio Braga Rodrigues

FORMACIÓN Y CAPACITACIÓN DEL TALENTO HUMANO

11 / 2004  

Herramientas

RESUMO: Este é um relato de experiência em que se discute a orientação de monografia e/ou dos artigos monográficos, como um processo de ensino-aprendizagem e tem como objetivo socializar resultados e estimular a reflexão sobre o papel do professor orientador Palavras-chaves: Orientação de monografias; processo ensino-aprendizagem; educação.

INTRODUÇÃO
 
Dentre as inúmeras atividades dos professores de ensino superior, a orientação de monografia tem ocupado cada vez mais espaço no conjunto das realizações docentes. Por isso, entende-se, merece ser objeto de discussão entre aqueles que a tem como prática profissional, visando à sua sedimentação como prática formadora e não só de medida de desempenho acadêmico.

No PROGESTÃO a orientação, como uma das atividades dos professores, a orientação de monografias e de artigos monográficos foi uma atividade enfática e que redeu, até certo ponto, grandes contribuições para a prática profissional dos cursistas do Programa de Capacitação à Distância para Gestores Escolares, realizado através de uma parceria entre duas Universidades Estaduais: UECE – Universidade Estadual do Ceará e UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina.

Neste sentido, a partir de um trabalho de orientação de alunos, de suas atividades e de seus artigos, pretende-se discutir a experiência de orientação de monografia, apresentando algumas diretrizes que a embasem como prática formadora no processo ensino-aprendizagem e na pesquisa.

Para tanto, são estabelecidas premissas e a partir daí, critérios para direcionar, acompanhar e avaliar o trabalho do aluno, com o objetivo de estimular a sua vocação profissional e científica aliada ao permanente gosto de aprender.
 
CONTEXTO HISTÓRICO

Em primeiro lugar, o PROGESTÃO teve um objetivo bastante claro, que desde o princípio ficou na cabeça dos educadores, gestores e professores do Programa, ou seja, o de capacitar os gestores escolares da rede estadual e ocasionalmente das redes municipais do estado do Ceará para o melhor desempenho de suas atividades profissionais. O Curso foi ministrado em duas modalidades: uma de extensão universitária e outra de Pós-graduação lato sensu.

 Para o presente trabalho discutiremos apenas a modalidade de pós-graduação, tendo em vista que foi nesta que se desenvolveram os artigos e as monografias apresentadas ao final do Curso.

Mas como se deu o ingresso dos orientadores no referido programa? Bem, inicialmente os Centros Regionais de Educação ( CREDE’s) em todo o estado do Ceará, convocaram para inscrições de mestres e doutores, os quais seriam após processo seletivo, de análise curricular , apresentados como orientadores dos cursistas que haviam passado do estado do Curso de Extensão para a Especialização.

Após este período, os orientadores foram lotados com projetos de monografias que já haviam sido elaborados a partir de disciplina do próprio curso. Feito isso os orientadores forma dirigidos aos orientando, que em primeira instância encontravam-se em localidades , muitas vezes distantes dos propensos professores-orientadores.

 Numa análise simplificada, este fato provocou a evasão de grande parte dos alunos em relação aos professores, gerando, em conseqüência uma crise no andamento do projeto. Depois de algum tempo, o Programa retoma as atividades e resolve redimensionar a questão da orientação de monografias e propõe uma mudança na estrutura do trabalho. Neste sentido, ficou certo que a partir deste momento, o PROGESTÃO deveria realizar uma pesquisa de campo nas redes estadual e municipal, que retratasse a realidade da gestão escolar no âmbito do estado do Ceará como um todo.

O resultado desta pesquisa, com aplicação de uma série de questionários, elaborados pela coordenação do Programa, deveria culminar na apresentação de um artigo monográfico, que se aprovado, seria publicado em meio a ser decidido pelas entidades mantenedoras.

Contudo, a possibilidade de flexibilizar não estava descartada, ou seja para os alunos que já haviam iniciado o trabalho de elaboração de monografias, que não se restringisse a estudos de caso, mas que em seu bojo constasse de um compêndio bibliográfico, continuariam o processo de elaboração e os apresentariam no formato de uma monografias, no estilo TCC.  

O PROCESSO OU O PRODUTO? 

A monografia é uma alternativa científico-pedagógica e um recurso didático em que se integram habilidades, esforços e desempenhos, referenciados a um a projeto mobilizador.

Tudo se inicia a partir da própria experiência do aluno, que é incentivado a voltar-se para sua vida acadêmica, seus interesses e seus projetos profissionais, preferencialmente, de forma inteira e sem dicotomias entre estudo, família, lazer, trabalho e vida pessoal.

 Além disso, espera-se dele uma progressiva desconstrução de certezas e hábitos arraigados. Isso, em última instância, significa crescer como pessoa, ser capaz de se avaliar, fazer escolhas, descobrir alternativas, adquirir competências sociais e dominar as situações, através da construção de conhecimentos.

Da vida para a monografia, da vida pessoal para a escolha de um tema de estudo, às vezes é um passo rápido. A aproximação da vida com a questão geradora mobiliza a curiosidade para a pesquisa em torno de uma questão observada no estágio e sentida no cotidiano.

Da leitura da realidade pessoal para a aplicação no estágio – embrião da vida profissional – pode ser uma questão de amadurecimento progressivo.

 A vivência serve para iluminar a realidade do trabalho, aproximando-o dos interesses vitais. O aluno começa a lançar-se nele aplicar uma outra “leitura”.

Uma leitura ressignificada pela experiência e diferente daquela que conhecera nos livros.

E daí para a prática da monografia e sua vivência como uma experiência de crescimento, é uma questão de processo em que "fazer a monografia se identifica a crescer".

 Isso representa se humanizar e humanizar o trabalho, integrando-o à vida. Nesse sentido, a monografia deixa de ser apenas uma obrigação e passa a ser, de fato, um processo que permeia o cotidiano do aluno e é por ele permeada.

No desenvolvimento da monografia, criticidade , avaliação, tomada de decisões e intervenção passam a integrar as competências e a modificar o significado de aprender.

 Na relação com o orientador, com os pesquisados e com outros professores, a aprendizagem passa a incorporar aspectos que antes estavam adormecidos ou eram secundários. Agora, o aluno sente-se desafiado a buscar soluções para os seus problemas e a integrar à sua experiência, o diálogo e a análise permanente de suas possibilidades.

Pela percepção das próprias deficiências, o aluno é estimulado a buscar alternativas e estratégias para superá-las, e de uma certa forma, desenvolvendo uma percepção mais real de si e de suas possibilidades.

Ao aluno, é importante que sejam propiciadas condições didático-pedagógicas de busca de conhecimento, de elaboração pessoal e coletiva de trabalhos que signifiquem a expressão de sua criatividade conjugada à sua capacidade de avaliar os fatos e emitir idéias sobre eles.

Assim, cabe criar situações em que os orientados trabalhem para conquistar fatos e superar preconceitos (Bachelard, 1996), através de pesquisas que mobilizem a sua criatividade, sua acuidade inventiva, sua habilidade artesanal e sua perspicácia (Chizzotti, 1998).

Por isso, cada etapa, cada atividade está sempre sujeita a rearranjos, a correções, a melhorias, fazendo do aluno um artista em busca de um objeto cada vez mais lapidado pelo seu saber e pela sua arte em apresentá-lo.

De cada um desses pressupostos, surgiram e se definiram alguns aspectos da prática pedagógica manifestada em cada uma das “etapas” da monografia.

Numa dinâmica que vai além da linearidade, estabelece-se um percurso em que é possível distinguir períodos em que se destacam um ou outro ponto.

 Há uma complexa rede de relações, de recuos e avanços, de idas e vindas, que não têm local ou data marcada para iniciar e nem terminar, na medida em que cada uma contamina as demais, diferenciando-se apenas em grau ou intensidade, porém sempre mobilizados por um objetivo.
 
II. Percursos e percalços da orientação: o desenvolvimento de um processo

Sendo um processo, a orientação é dinâmica e compreende, como todo e qualquer percurso, objetivos, metodologia, relações interpessoais, desempenhos e produtos que se expressam ora de forma prevista e esperada, ora inclui problemas e reclama por soluções. Nesse sentido, é que serão discutidos a seguir os aspectos do processo de orientação e suas implicações para orientados e orientador.

1. A pesquisa como obrigação mais do que uma escolha

A prática da pesquisa constitui-se de decisões e escolhas que traduzem um engajamento pessoal ou coletivo em direção a determinados objetivos.

Dessa forma, e sempre com perseverança e disciplina, será possível ao pesquisador, obter resultados. Caso contrário, será a pesquisa uma imposição e, por isso, corre o risco de ser uma farsa para si mesmo e para os outros.

Mas, quando não há clima para que a busca do saber seja expressão do interesse, da mobilização interna e da curiosidade dirigida, o mínimo a fazer é favorecer e estimular a prática de pesquisa como um processo de aprendizagem e iniciação à construção permanente do conhecimento. 

Numa das etapas da sua vida acadêmica, aos alunos de alguns cursos da Universidade de Uberaba e dentre o de Psicologia, existe a obrigação curricular de fazer uma monografia de final de curso, como requisito parcial para a integralização da graduação.

 A implantação da monografia nem sempre acontece de forma tranqüila para os alunos e causa neles sentimentos de medo, ansiedade e temor, podendo chegar a se constituir em um “momento traumático” (Castro, 1978), que tem na escolha do tema o seu ápice.

Isso pode gerar distorções no processo de iniciação à pesquisa, dado que o caráter de imposição curricular traz riscos à expressão da iniciativa e da criatividade, requisitos importantes para a prática científica.

Não são raras as queixas referentes às amarras que a obrigatoriedade de começar a monografia num determinado momento, gera, sem que, para isso, tenha existido um preparo e uma prontidão prévias, definidas pela natureza do binômio ensino-aprendizagem e pelo perfil das relações alunos e professores.

É o que deixa transparecer abaixo:

A monografia como exigência de trabalho de final de curso para os alunos deve, a nosso ver, vir no bojo de um projeto pedagógico e ser trabalhada, por vários professores e em várias condições, de maneira gradual e contínua, para que diante dela, os alunos tenham uma relação se não mais prazerosa e saudável, menos traumática e mais tranqüila.

E mais, que vejam nela, a expressão de seu estudo, dedicação, potencial e originalidade.

Isso é mais necessário, quando a proposta pedagógica supõe a integração curricular em torno dos chamados eixos temáticos.

Assim, professores de disciplinas, supervisores de estágios e orientador de monografia podem a partir de suas experiências ajudar os alunos no direcionamento de seus interesses teóricos, de pesquisa e profissionais.

AS FASES DO PROCESSO

De maneira geral, o processo de elaboração da monografia compreende: escolha do tema; revisão da literatura; elaboração do pré-projeto; projeto; plano de assuntos; desenvolvimento da pesquisa; redação da monografia e defesa. Em todo o percurso, estão integradas concepções teóricas que cada aluno traz, escolhas metodológicas e potencial criativo.

Desde a fase de escolha de um orientador até a referente ao desenvolvimento de um projeto de pesquisa e à de seu subsequente relatório sob a forma de monografia, os alunos tendem a manifestar variados sentimentos.

Estes se misturam a suas reações comportamentais e as contaminam. Vão da resistência, principalmente, nas primeiras turmas - reveladora de um mistura de temor e dúvidas - ao medo e de impotência, passam pela acomodação e podem chegar até ao prazer e à satisfação em construir algo que tem a sua marca pessoal.

Definido o seu orientador, no meu caso, tento estabelecer com o orientado, uma relação que lhe permita entender e assumir a orientação como escolha e decisão, e por isso, implica responsabilidade pelo que faz e investindo dia-a-dia seu potencial de conhecimento, de criatividade e de ação.

 Dessa forma, procura-se, com ela, transformar uma exigência curricular em uma "vocação para a ciência" (WEBER, 1974) e para o profissionalismo simultâneos à auto e hetero-formação, em que duas ou mais pessoas unidas em torno de um objeto comum, se ajudam e se libertam, numa experiência de educação pela alteridade.

Por isso, mais do que instruções prévias, recomendações de como fazer isto ou aquilo, cabem, de início, o acolhimento, a sintonia, a abertura para que cada um se sinta respeitado e daí por diante, estimulado a cada instante desenvolver o “sabor do saber” misturado ao prazer de educar e de transformar.

Desde a etapa inicial até o desenvolvimento do processo de elaboração da monografia, podem ocorrer manifestações das mais variadas naturezas e intensidades, negativas ou positivas, de depressão ou de entusiasmo, de auto-estima elevada ou de redução dela.

Algumas dessas manifestações tendem a acontecer mais numa fase inicial em que a dúvida, a incerteza são as dificuldades maiores, outras se dão em períodos de turbulência acadêmica ou de acontecimentos inesperados e que quebram a rotina responsável pela segurança diária e outras se devem a perfis de personalidade associados aos contratempos cotidianos.

De qualquer forma, parece evidente que projetar e desenvolver uma monografia é uma experiência sujeita à combinação integrada de experiências pessoais, acontecimentos do cotidiano, conjunturas institucionais e burocráticas, dificuldades ou restrições organizacionais e configurações de subjetividade.

Dia a dia, momento a momento, a preocupação em manter o caráter pedagógico do processo estava presente e transformava das sessões de orientação em um espaço de trocas e de reflexão. Através de reuniões entre orientado e orientador, de orientados e orientador, seminários e aula, a prática da pesquisa e o desenvolvimento do projeto ganham forma e consistência.

Desperta-se pela pesquisa o conhecimento e o compromisso com as razões e conseqüências do que se investiga. Na pesquisa com humanos, são enfatizados os aspectos relacionados ao consentimento dos pesquisados de modo a garantir o respeito à sua autonomia.

Além disso, há uma preocupação com a aprendizagem diferenciada do aluno, que deve ter espaço o exercício da sua escolha e para o uso integrado de suas habilidades criativas e intelectuais, de modo a obter prazer e realização em todas as atividades e durante todo o processo. Importa aqui que a monografia esteja articulada à vida e esta ao trabalho.

 E mais, que possa ser alternativa de inserção da pessoa na realidade e, como tal, revelar escolhas e responsabilidades, que, por sua vez, estão atreladas à consciência dos sujeitos.

Cada aluno é levado a pensar constantemente e a se iniciar numa modalidade de pesquisa em que a ciência é algo que extrapola os significados de representação da verdade, da coincidência entre o conceito e o real representado ou constituído pelos fatos. Afinal, [...] a objetividade científica não exclui a mente humana, o sujeito individual, a cultura, a sociedade: ela os mobiliza (Morin, 1999:58) e portanto, não é possível desconsiderar as intrínsecas ligações dos compromissos sociais e históricos que o conhecimento acarreta.

 É nessa perspectiva que os produtos da ciência, seus benefícios e limites precisam e devem ser analisados.

 Assim, a avaliação do alcance da ciência para o conjunto da sociedade é pois uma exigência de ordem ética e como tal indispensável para a prática da pesquisa e da formação do espírito científico.

Além de reuniões para avaliação e análise dos projetos, revisão permanente do texto da monografia e de algumas sugestões metodológicas pontuais sobre coleta de dados, foram realizados seminários de monografia sobre os temas: Questões metodológicas na pesquisa qualitativa e entrevista.

Os objetivos foram Socializar experiências teórico-metodológicas, debater dificuldades e discutir metodologias, analisar os significados da entrevista, compreender as condições de seu uso.

 Ocorreu um em cada semestre, sendo aberto a outros alunos e a preocupação central era dar apoio aos alunos em questões referentes aos métodos de investigação.
 
III. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROCESSO:

No intuito de direcionar metas pessoais e acompanhar resultados, foram estabelecidos os seguintes critérios para avaliação dos alunos:
 
1. Interesse e envolvimento pelo trabalho manifestos em leituras, atualização teórica, busca de outros materiais que não os exclusivamente sugeridos e iniciativa
2. Assiduidade e pontualidade às orientações e atividades a ela relacionadas
3. Desempenho e competências: aquisição de habilidades de pesquisa, crescimento teórico, capacidade de expressão e escrita própria, organização lógica das idéias, progressão continuada, capacidade de aprender a aprender e capacidade de assumir autorias.
4. Capacidade de articular o conhecimento à formação e inserção profissional
5. Postura em face da busca e da construção do conhecimento
 
Os instrumentos da avaliação utilizados:

1. Avaliação do professor orientador, com base nas premissas e critérios estabelecidos (1.5 pontos)
2. Participação no seminário e cumprimento de outra atividade indicada (1 ponto)
3. Projeto ou trabalho final: grau de progresso na definição do tema, qualidade técnica dos dados, redação e estrutura formal (6 pontos)
4. Memorial com descrição das atividades realizadas, onde a auto-avaliação, centrada na relação expectativas, desempenho e competências, tem papel central (1.5 pontos).
 
IV. RESULTADOS
A partir da vivência do processo, do balanço dos memoriais elaborados e das monografias entregues, pode se realçar o seguinte:

A relação interpessoal com o aluno é de uma riqueza transparente porquanto, dentro de um clima de confiança mútua e de partilha, de respeito aos limites, de compreensão das dificuldades, em que um é humanizado pelo outro e por ele é transformado.

A postura do orientador é fundamental para que o processo se feche de forma positiva. Assim o reforçam as palavras de agradecimento de uma aluna orientada

Os alunos sem transformados na sua auto-estima , agora mais definida e melhorada pela confiança em seu potencial.

A monografia deve ter repensada seu lugar no curso e o como ela deve se inserir no conjunto das atividades de formação, mais do que atividade de mensuração.

É uma proposta de mudança de seu caráter. Jamais pode significar o quanto o aluno aprendeu, mas deve ser o quanto ela conseguir mudar o aluno e sua posição diante da ciência, da profissão e da vida.

A experiência de elaborar a monografia contribui para o reconhecimento dos limites e possibilidades pessoais.

Os dados permitem reforçar a idéia de que a monografia é mesmo um processo, pelo qual podem ser conjugados esforços em direção a objetivos de ordem científica e de natureza pessoal.

Desde a escolha do tema, passando pela construção do projeto e pela elaboração da monografia, não há dúvidas quanto às transformações dos alunos em variadas situações e em múltiplos aspectos de sua subjetividade.

 Aprendem a administrar seus receios, controlar suas inquietudes, cobrar de si mesmos planos e tarefas e a conviver com seus limites e possibilidades.
 
CONSIDERAÇÔES FINAIS         

A orientação como atividade docente é pedagógica e transforma os que nela se envolvem.

De só mais uma dentre as tantas que o professor tem a desempenhar, ela assume caráter central quando nela estão conjugadas escolhas, investimentos, criação e ações.

 A partir dela podem ser mobilizados esforços para uma produção consciente capaz de transformar os nela envolvidos em sujeitos da construção de um novo modo de ser. 

A quem assume a responsabilidade da orientação, resta a lição de que é possível conciliar rigor científico e tolerância.

Rigor na definição de diretrizes técnicas, na avaliação de resultados e no balanço de desempenhos.

Tolerância para compreender dificuldades, encaminhar ações e estimular a convivência permanente com as diferenças.
 

 

Julênio Braga Rodrigues

Licenciado em Pedagogia, Especialista em Gestão Pública e Mestre em Gestão e Modernização Pública pela Universidade Internacional de Lisboa- UIL, Secretário Municipal do Desenvolvimento Sustentável de Camocim, Ceará – Brasil.   MSc. Diva Marinho de Oliveira Xavier Licenciada em Pedagogia e Mestre em Gestão Escolar pela Universidade Internacional de Lisboa - UIL

julenioarrobasobral.org   

Becas Parciales en Master OnLine
Una frase memorable

Derechos de Autor

GestioPolis es la primera comunidad de conocimiento en negocios de Hispanoamérica
Derechos Reservados sobre el concepto del sitio web GestioPolis.com © 2008 Carlos López

Hazte miembro de GestioPolis

Y Descarga 11 eBooks GRATIS

Al registrarte podrás descargar 8 resúmenes digitales de LeaderSumaries.com y 3 libros electrónicos

Además recibirás quincenalmente nuestra Newsletter con todas las novedades del sitio, información de la mejor oferta de educación ejecutiva On Line y más
Términos de uso y Política de Privacidad

Cerrar