Cada vez mais se fala em sustentabilidade, isto é o desenvolvimento econômico sem agredir a natureza.
O mundo econômico e os governos, hoje, estão atentos à contabilidade, ciência do patrimônio que estuda, pesquisa, demonstra e explica o que ocorre no patrimônio da empresa, do estado e suas aplicações no entorno.
Em face disso exige-se atualização constante do contador e da contabilidade, e se tornou um desafio à classe contábil colocar essas informações na contabilidade tradicional, pois é ela que vai elaborar os demonstrativos contábeis onde deve estar espelhada à realidade, a aplicação no ambiente natural e o que ocorre na célula social para que o empresário possa decidir para a prosperidade do patrimônio da organização.
Há uma crescente valorização da profissão do contador por ser ele o cientista que estuda, demonstra e explica a mutação do patrimônio das instituições.
Há necessidade em ter em mãos modelos contábeis científicos e demonstrativos reais da situação patrimonial da célula social que vão auxiliar o administrador em suas decisões para conseguir aumentar a capacidade funcional da célula social com objetivo da eficácia nos empreendimentos e, assim poder aplicar o meio patrimonial para preservar a natureza e evitar futuras crises econômicas mundiais que afetam não só as empresas, governos, mas também todo o cidadão, e é necessária que se busque na ciência a verdade e a realidade do fato contábil. A deturpação da verdade não é ciência.
É imprescindível que se faça aplicações de meios patrimoniais pelas
empresas, do governo nas questões ambientais naturais, pois há sérios
problemas ambientais como a poluição da água, desertificação,
aquecimento global etc. ¨O relatório feito por 2.700 cientistas ¨State
of the Future 2009¨ (O Globo de 14.07.09) diz enfaticamente que devido
principalmente ao aquecimento global, por volta de 2025, cerca de três
bilhões de pessoas não terão acesso à água potável. Que significa dizer
isso? Simplesmente que esses bilhões, se não forem socorridos, poderão
morrer por sede, desidratação e outras doenças. O relatório diz mais:
metade da população mundial estará envolvida em convulsões sociais em
razão da crise sócio-ecológica global¨. (Ver Qual será o futuro de
nossos netos? Leonardo Boff, 14.08.2009,
www.portaldomeioambiente.org.br).
Segundo o Greenpeace ¨Este ciclo vicioso entre o aumento da temperatura
e uma maior quantidade de incêndios nas florestas é uma evidência de que
as mudanças climáticas são um fator chave na propagação desses
incêndios, que por sua fez emitem mais gases e agravam o aquecimento
global¨, disse Christoph Thies do Greenpeace Internacional. ¨Líderes
mundiais não podem deixar o planeta queimar e para impedir isso, devem
colocar dinheiro sobre a mesa principalmente para combater o
desmatamento.
Se eles falharem irão deixar nosso futuro virar cinzas¨, comenta. (Ver Redação do Greenpeace Internacional, Envolverde – Revista Digital do Meio Ambiente e Desenvolvimento, 14.08.2009, http://envolverde.ig.com.br).
Para salvar a natureza exigem-se maiores aplicações de meios patrimoniais pela célula social no meio ambiente natural, e, isso se consegue se houver eficácia e aumento da capacidade funcional da empresa gerando prosperidade.
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